Carga SIN80.199 MW 6,83%PLD MédioR$ 112,46/MWh 20,71%PLD SE/COR$ 112,46/MWh 21,47%PLD SulR$ 112,46/MWh 21,47%PLD NER$ 112,46/MWh 18,95%PLD NorteR$ 112,47/MWh 20,91%EAR SIN70,9% 0,00%EAR SE/CO65,5% 0,15%EAR Sul61,7% 3,35%EAR NE89,1% 0,11%EAR Norte94,1% 0,00%ENA SIN80% MLT 2,56%ENA SE/CO91% MLT 0,00%ENA Sul76% MLT 7,04%ENA NE58% MLT 0,00%ENA Norte59% MLT 0,00%Carga SIN80.199 MW 6,83%PLD MédioR$ 112,46/MWh 20,71%PLD SE/COR$ 112,46/MWh 21,47%PLD SulR$ 112,46/MWh 21,47%PLD NER$ 112,46/MWh 18,95%PLD NorteR$ 112,47/MWh 20,91%EAR SIN70,9% 0,00%EAR SE/CO65,5% 0,15%EAR Sul61,7% 3,35%EAR NE89,1% 0,11%EAR Norte94,1% 0,00%ENA SIN80% MLT 2,56%ENA SE/CO91% MLT 0,00%ENA Sul76% MLT 7,04%ENA NE58% MLT 0,00%ENA Norte59% MLT 0,00%
Hidráulica42.517 MW(52%) 2,55%Térmica8.409 MW(10%) 1,00%Eólica16.779 MW(21%) 15,70%Solar11.578 MW(14%) 14,71%Nuclear2.007 MW(2%) 0,00%Hidráulica42.517 MW(52%) 2,55%Térmica8.409 MW(10%) 1,00%Eólica16.779 MW(21%) 15,70%Solar11.578 MW(14%) 14,71%Nuclear2.007 MW(2%) 0,00%Hidráulica42.517 MW(52%) 2,55%Térmica8.409 MW(10%) 1,00%Eólica16.779 MW(21%) 15,70%Solar11.578 MW(14%) 14,71%Nuclear2.007 MW(2%) 0,00%
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Radar Energia
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Governos assinam compromisso para dobrar taxa global de eficiência energética até 2030

Dezenas de governos se comprometeram a dobrar a taxa média anual global de melhoria da eficiência energética até 2030, em uma iniciativa que busca reduzir custos, fortalecer a segurança energética e impulsionar a transição limpa. O acordo foi selado na 11ª Conferência Global Anual sobre Eficiência Energética da IEA, em Montreal.

1 de julho de 2026 às 10:17Fonte oficial: IEARedação Radar Energia

Dezenas de governos se comprometeram a dobrar a taxa média anual global de melhoria da eficiência energética até 2030, com o objetivo de reduzir custos, fortalecer a segurança energética e impulsionar a transição limpa. O acordo, batizado de Plano de Ação de Montreal, foi selado na 11ª Conferência Global Anual sobre Eficiência Energética da IEA, segundo divulgação da agência internacional.

A meta principal do Plano de Ação de Montreal é tornar a eficiência energética uma pedra angular das políticas nacionais, com foco em setores de alto consumo, como aquecimento e resfriamento em edifícios, além dos crescentes centros de dados. Os signatários também se comprometeram a mobilizar investimentos substanciais para acelerar a implantação de soluções e simplificar processos, evitando encargos administrativos adicionais para as empresas.

A priorização da eficiência energética é crucial para gerenciar os custos do sistema elétrico, reduzir a demanda de pico e apoiar a confiabilidade e flexibilidade da rede – elementos essenciais para a transição energética e a manutenção da acessibilidade para consumidores residenciais e empresariais. Os governos signatários atuarão como os principais agentes, enquanto o setor privado e os consumidores serão os beneficiários diretos das políticas resultantes.

O compromisso de dobrar a taxa de melhoria da eficiência energética até 2030 reitera e reforça uma meta similar estabelecida na COP28, em 2023, consolidando a eficiência como um pilar central nas discussões climáticas e energéticas globais. A eficácia econômica da medida é notável: um estudo de 2018 da Agência Internacional de Energia (IEA) e da Agência Canadense de Eficiência Energética (Caneta) estimou que a economia de energia custa em média 3 centavos por quilowatt-hora (¢/kWh), contra 12 ¢/kWh para gerar eletricidade adicional, o que evidencia um benefício substancial em relação à expansão da oferta.

O Plano de Ação de Montreal, um "Outcome Statement" ou declaração conjunta, serve como guia estratégico e incentivo para a formulação e implementação de políticas nacionais, não sendo um instrumento legal vinculante. A IEA continuará a apoiar os governos com dados e análises, e foi solicitada pela Presidência da COP31 para produzir um relatório especial focado na meta de eficiência em edifícios para a conferência, a ser realizada em Antália, Turquia.

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Como esta matéria foi produzida: conteúdo produzido com apoio de inteligência artificial a partir de fontes oficiais e/ou públicas, com curadoria editorial do Radar Energia. Sempre que possível, priorizamos documentos, comunicados e dados primários. Viu algo a corrigir? Fale com a redação.