Carga SIN79.147 MW 2,09%PLD MédioR$ 136,56/MWh 6,31%PLD SE/COR$ 136,56/MWh 6,31%PLD SulR$ 136,56/MWh 6,31%PLD NER$ 136,56/MWh 6,31%PLD NorteR$ 136,56/MWh 6,31%EAR SIN71,7% 0,14%EAR SE/CO65,1% 0,15%EAR Sul80,2% 0,50%EAR NE88,5% 0,00%EAR Norte93,1% 0,11%ENA SIN138% MLT 5,48%ENA SE/CO108% MLT 1,82%ENA Sul319% MLT 5,90%ENA NE66% MLT 0,00%ENA Norte81% MLT 1,22%Carga SIN79.147 MW 2,09%PLD MédioR$ 136,56/MWh 6,31%PLD SE/COR$ 136,56/MWh 6,31%PLD SulR$ 136,56/MWh 6,31%PLD NER$ 136,56/MWh 6,31%PLD NorteR$ 136,56/MWh 6,31%EAR SIN71,7% 0,14%EAR SE/CO65,1% 0,15%EAR Sul80,2% 0,50%EAR NE88,5% 0,00%EAR Norte93,1% 0,11%ENA SIN138% MLT 5,48%ENA SE/CO108% MLT 1,82%ENA Sul319% MLT 5,90%ENA NE66% MLT 0,00%ENA Norte81% MLT 1,22%
Hidráulica42.858 MW(53%) 1,68%Térmica10.210 MW(13%) 5,76%Eólica13.168 MW(16%) 2,84%Solar12.507 MW(15%) 6,48%Nuclear1.990 MW(2%) 0,00%Hidráulica42.858 MW(53%) 1,68%Térmica10.210 MW(13%) 5,76%Eólica13.168 MW(16%) 2,84%Solar12.507 MW(15%) 6,48%Nuclear1.990 MW(2%) 0,00%Hidráulica42.858 MW(53%) 1,68%Térmica10.210 MW(13%) 5,76%Eólica13.168 MW(16%) 2,84%Solar12.507 MW(15%) 6,48%Nuclear1.990 MW(2%) 0,00%
PETR4R$ 39,58 4,79%PETR3R$ 44,08 5,33%PRIO3R$ 57,62 7,56%RECV3R$ 9,78 3,27%VBBR3R$ 31,18 3,52%UGPA3R$ 28,92 3,51%RAIZ4R$ 0,38 0,00%CSAN3R$ 3,80 1,04%EGIE3R$ 32,68 1,68%CMIG4R$ 10,91 0,28%CPFE3R$ 45,15 0,60%EQTL3R$ 38,82 0,61%ENGI11R$ 48,44 1,49%NEOE3R$ 33,80 0,00%AURE3R$ 12,01 1,88%ENEV3R$ 25,33 2,95%TAEE11R$ 40,14 0,32%ALUP11R$ 32,64 0,43%LIGT3R$ 2,95 0,34%PETR4R$ 39,58 4,79%PETR3R$ 44,08 5,33%PRIO3R$ 57,62 7,56%RECV3R$ 9,78 3,27%VBBR3R$ 31,18 3,52%UGPA3R$ 28,92 3,51%RAIZ4R$ 0,38 0,00%CSAN3R$ 3,80 1,04%EGIE3R$ 32,68 1,68%CMIG4R$ 10,91 0,28%CPFE3R$ 45,15 0,60%EQTL3R$ 38,82 0,61%ENGI11R$ 48,44 1,49%NEOE3R$ 33,80 0,00%AURE3R$ 12,01 1,88%ENEV3R$ 25,33 2,95%TAEE11R$ 40,14 0,32%ALUP11R$ 32,64 0,43%LIGT3R$ 2,95 0,34%
BrentUS$ 78,08 5,29%WTIUS$ 73,97 5,01%Gás NaturalUS$ 3,28 0,55%DólarR$ 5,14 0,02%BrentUS$ 78,08 5,29%WTIUS$ 73,97 5,01%Gás NaturalUS$ 3,28 0,55%DólarR$ 5,14 0,02%BrentUS$ 78,08 5,29%WTIUS$ 73,97 5,01%Gás NaturalUS$ 3,28 0,55%DólarR$ 5,14 0,02%
Senador Laércio Oliveira anuncia projeto "Progás" para modernizar Lei do GásPDE 2035 projeta R$ 3,5 trilhões em investimentos e dobra capacidade térmica a gásMMA abre consulta pública para definir regras de ITMOs do Artigo 6.2 do Acordo de ParisPiraquê da ISA Energia entra em operação 16 meses antes e reforça escoamento de renováveisOFAC revoga licença e proíbe comércio de petróleo iraniano a partir de 7 de julhoMME aprova PDE 2035 com projeção de 110 GW de capacidade elétrica e 78 GW de Geração DistribuídaEIA corta projeção do Brent para US$ 74 no 3T26 com reabertura de OrmuzEngie protocola pedido de oferta primária de ações na CVM para captar recursosAXIA Energia arremata três lotes em leilão de transmissão da Aneel com deságios de até 59%ONS atualiza projeções para 2º semestre; segurança garantida com custo adicional de R$ 9,1 biCT PMO/PLD abre consulta para aprimorar modelos Dessem e Newave do setor elétricoMetano Zero avança no Senado com foco em recuperação energética de resíduosSenador Laércio Oliveira anuncia projeto "Progás" para modernizar Lei do GásPDE 2035 projeta R$ 3,5 trilhões em investimentos e dobra capacidade térmica a gásMMA abre consulta pública para definir regras de ITMOs do Artigo 6.2 do Acordo de ParisPiraquê da ISA Energia entra em operação 16 meses antes e reforça escoamento de renováveisOFAC revoga licença e proíbe comércio de petróleo iraniano a partir de 7 de julhoMME aprova PDE 2035 com projeção de 110 GW de capacidade elétrica e 78 GW de Geração DistribuídaEIA corta projeção do Brent para US$ 74 no 3T26 com reabertura de OrmuzEngie protocola pedido de oferta primária de ações na CVM para captar recursosAXIA Energia arremata três lotes em leilão de transmissão da Aneel com deságios de até 59%ONS atualiza projeções para 2º semestre; segurança garantida com custo adicional de R$ 9,1 biCT PMO/PLD abre consulta para aprimorar modelos Dessem e Newave do setor elétricoMetano Zero avança no Senado com foco em recuperação energética de resíduos
Radar Energia
AnáliseRenováveis

Metano Zero avança no Senado com foco em recuperação energética de resíduos

O Programa Nacional do Metano Zero (MetanoZero) foi aprovado pela Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado, avançando na criação de um marco regulatório para a recuperação energética de resíduos. A proposta, que segue agora para a Comissão de Meio Ambiente (CMA), institui o Certificado Metano Zero e incentiva tecnologias como biodigestão e URE, visando impulsionar investimentos e reduzir emissões.

8 de julho de 2026 às 07:10Fonte oficial: Senado FederalRedação Radar Energia
Metano Zero avança no Senado com foco em recuperação energética de resíduos
Foto: Senado Federal

O Programa Nacional do Metano Zero (MetanoZero) avançou no Senado Federal com a aprovação do Projeto de Lei (PL) 3.311/2025 pela Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) nesta terça-feira, 7 de julho. A proposta, que visa estimular a recuperação energética de resíduos urbanos, industriais e agropecuários para a produção de energia, segue agora para análise da Comissão de Meio Ambiente (CMA).

O PL 3.311/2025, de autoria do senador Fernando Dueire (PSD-PE), institui o Certificado Metano Zero, um instrumento voluntário com validade de cinco anos que confere prioridade na obtenção de incentivos fiscais e redução tributária. Para ter acesso aos benefícios, os produtores de energia a partir de resíduos sólidos deverão comprovar a redução de emissões de metano e dióxido de carbono (CO₂), submetendo-se a auditorias governamentais.

A proposta incentiva tecnologias de recuperação energética cruciais para a redução das emissões de metano, um potente gás de efeito estufa. Entre as instalações estimuladas estão as usinas de biodigestão anaeróbia, que convertem matéria orgânica em biogás para geração de energia, calor ou combustível, além de produzir fertilizante agrícola. Também são contempladas as usinas de coprocessamento de Combustível Derivado de Resíduo (CDR), cujo combustível pode ser usado em termelétricas e na fabricação de cimento, e as Usinas de Recuperação Energética de Resíduos Sólidos Urbanos (URE), que geram energia por meio de tecnologias térmicas ou biológicas. A URE de Barueri, por exemplo, projeta abastecer 320 mil pessoas a partir de 2027, usando 300 mil toneladas de lixo por ano.

O relator na CAE, senador Eduardo Braga (MDB-AM), destacou que o projeto busca superar as limitações de programas governamentais anteriores, como a Portaria nº 71/2022 do Ministério do Meio Ambiente e o Decreto nº 11.003/2022. Segundo Braga, esses programas se baseiam em normas do Poder Executivo e carecem de segurança jurídica para investimentos de longo prazo. O PL 3.311/2025, ao criar um marco regulatório robusto, visa oferecer previsibilidade ao setor e atrair novos investimentos.

Além de criar o certificado, o projeto altera a Lei nº 12.305/2010 (Política Nacional de Resíduos Sólidos), priorizando soluções de recuperação energética em regiões sem coleta seletiva, mas mantendo a reciclagem onde houver viabilidade econômica. Estabelece também que municípios com mais de 500 mil habitantes serão obrigados a estudar a viabilidade de implementar essas tecnologias. Para empreendimentos de pequeno porte, como projetos de municípios com menos de 100 mil habitantes, as regras para obtenção do certificado serão simplificadas, com dispensa de auditoria e suporte técnico do Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima.

No processo de aprovação na CAE, o senador Eduardo Braga promoveu alterações significativas para compatibilizar o programa com políticas já existentes e evitar novas despesas obrigatórias que pudessem impactar o custo da energia.

As mudanças do relator visam proteger o consumidor cativo de potenciais aumentos tarifários, enquanto o programa busca estruturar um mercado nacional de atributos ambientais. O MetanoZero tem o potencial de impulsionar investimentos privados em biogás, biometano e recuperação energética, alinhando-se às discussões sobre o mercado regulado de carbono e permitindo que projetos de redução de metano gerem créditos que podem ser cruciais para sua viabilidade econômica e para a geração de receitas adicionais.

O texto autoriza ainda o Poder Executivo a instituir um comitê interministerial do programa, com 14 membros do governo, academia e setor privado, responsável por estabelecer diretrizes e articular o programa, criar metas anuais e promover a participação das cooperativas de catadores de recicláveis, que serão fortalecidas pela iniciativa.

Compartilhar:XLinkedInWhatsAppTelegram

Tags

Receba o essencial do setor de energia

Os principais fatos que afetam preço, regulação, geração e combustíveis — todo dia ao meio-dia, no seu e-mail.

Como esta matéria foi produzida: apurada a partir da fonte oficial citada e de documentos primários, com verificação de números, datas e prazos antes da publicação, seguindo a nossa Política Editorial — que inclui o uso de tecnologia própria na apuração. Viu algo a corrigir? Fale com a redação.