Carga SIN86.004 MW 16,41%PLD MédioR$ 199,79/MWh 6,92%PLD SE/COR$ 199,79/MWh 6,91%PLD SulR$ 199,79/MWh 6,92%PLD NER$ 199,79/MWh 6,92%PLD NorteR$ 199,8/MWh 6,92%EAR SIN62,7% 0,16%EAR SE/CO57,4% 0,17%EAR Sul82,7% 1,10%EAR NE70,9% 0,42%EAR Norte75,5% 0,40%ENA SIN168% MLT 5,66%ENA SE/CO141% MLT 0,71%ENA Sul254% MLT 0,79%ENA NE68% MLT 0,00%ENA Norte55% MLT 0,00%Carga SIN86.004 MW 16,41%PLD MédioR$ 199,79/MWh 6,92%PLD SE/COR$ 199,79/MWh 6,91%PLD SulR$ 199,79/MWh 6,92%PLD NER$ 199,79/MWh 6,92%PLD NorteR$ 199,8/MWh 6,92%EAR SIN62,7% 0,16%EAR SE/CO57,4% 0,17%EAR Sul82,7% 1,10%EAR NE70,9% 0,42%EAR Norte75,5% 0,40%ENA SIN168% MLT 5,66%ENA SE/CO141% MLT 0,71%ENA Sul254% MLT 0,79%ENA NE68% MLT 0,00%ENA Norte55% MLT 0,00%
Hidráulica43.971 MW(51%) 19,88%Térmica9.542 MW(11%) 11,62%Eólica16.133 MW(19%) 9,23%Solar15.008 MW(17%) 19,75%Nuclear1.350 MW(2%) 0,00%Hidráulica43.971 MW(51%) 19,88%Térmica9.542 MW(11%) 11,62%Eólica16.133 MW(19%) 9,23%Solar15.008 MW(17%) 19,75%Nuclear1.350 MW(2%) 0,00%Hidráulica43.971 MW(51%) 19,88%Térmica9.542 MW(11%) 11,62%Eólica16.133 MW(19%) 9,23%Solar15.008 MW(17%) 19,75%Nuclear1.350 MW(2%) 0,00%
PETR4R$ 48,35 0,31%PETR3R$ 53,20 0,39%PRIO3R$ 60,46 4,40%RECV3R$ 10,94 0,73%VBBR3R$ 39,70 0,15%UGPA3R$ 39,48 0,89%RAIZ4R$ 0,28 7,69%CSAN3R$ 3,74 2,47%EGIE3R$ 30,65 0,86%CMIG4R$ 11,36 1,34%CPFE3R$ 45,79 0,75%EQTL3R$ 40,54 2,45%ENGI11R$ 53,03 1,82%NEOE3R$ 33,80 0,00%AURE3R$ 12,77 3,40%ENEV3R$ 27,70 2,10%TAEE11R$ 41,73 0,43%ALUP11R$ 32,57 0,40%LIGT3R$ 3,60 0,55%PETR4R$ 48,35 0,31%PETR3R$ 53,20 0,39%PRIO3R$ 60,46 4,40%RECV3R$ 10,94 0,73%VBBR3R$ 39,70 0,15%UGPA3R$ 39,48 0,89%RAIZ4R$ 0,28 7,69%CSAN3R$ 3,74 2,47%EGIE3R$ 30,65 0,86%CMIG4R$ 11,36 1,34%CPFE3R$ 45,79 0,75%EQTL3R$ 40,54 2,45%ENGI11R$ 53,03 1,82%NEOE3R$ 33,80 0,00%AURE3R$ 12,77 3,40%ENEV3R$ 27,70 2,10%TAEE11R$ 41,73 0,43%ALUP11R$ 32,57 0,40%LIGT3R$ 3,60 0,55%
BrentUS$ 98,50 0,76%WTIUS$ 89,37 5,52%Gás NaturalUS$ 3,17 6,75%DólarR$ 5,10 0,14%BrentUS$ 98,50 0,76%WTIUS$ 89,37 5,52%Gás NaturalUS$ 3,17 6,75%DólarR$ 5,10 0,14%BrentUS$ 98,50 0,76%WTIUS$ 89,37 5,52%Gás NaturalUS$ 3,17 6,75%DólarR$ 5,10 0,14%
Shell avalia expansão em Pelotas e Santos para fortalecer posição como segunda maior produtora no BrasilEstudo da Volt Robotics aponta hidrelétricas como maiores beneficiadas por bateriasDiretoria da ANEEL rejeita acordo para térmicas da Eneva no TCUANP pauta para 2 de outubro definição da metodologia da base de ativos de gásAneel adia aprovação da representação do programa de Resposta da Demanda em modelosConsumo de eletricidade cresce 2,6% no 2T2026, aponta EPEEPE e MME avançam com capacitação em planejamento energéticoCNEN participa da 70ª Conferência Geral da AIEABrava Energia interliga primeiro novo poço em Papa-Terra; produção deve iniciar no 2º semestreAneel formaliza regras para CVU e PCF de termelétricas e corrige distorçãoEPE aborda inteligência artificial e energia no TechGrid 2026ABRACE propõe agenda para cortar mais de R$ 100 bilhões anuais em custos da energiaShell avalia expansão em Pelotas e Santos para fortalecer posição como segunda maior produtora no BrasilEstudo da Volt Robotics aponta hidrelétricas como maiores beneficiadas por bateriasDiretoria da ANEEL rejeita acordo para térmicas da Eneva no TCUANP pauta para 2 de outubro definição da metodologia da base de ativos de gásAneel adia aprovação da representação do programa de Resposta da Demanda em modelosConsumo de eletricidade cresce 2,6% no 2T2026, aponta EPEEPE e MME avançam com capacitação em planejamento energéticoCNEN participa da 70ª Conferência Geral da AIEABrava Energia interliga primeiro novo poço em Papa-Terra; produção deve iniciar no 2º semestreAneel formaliza regras para CVU e PCF de termelétricas e corrige distorçãoEPE aborda inteligência artificial e energia no TechGrid 2026ABRACE propõe agenda para cortar mais de R$ 100 bilhões anuais em custos da energia
Radar Energia
AnáliseTecnologia & Inovação

Projeto de baterias da EDP no Chile impulsiona debate sobre armazenamento de energia no Brasil

A operação de um sistema de baterias da EDP no Chile, com investimento de US$ 44 milhões, intensifica o debate no Brasil sobre o armazenamento de energia. A iniciativa é um precedente regional para mitigar perdas e otimizar a crescente geração de fontes renováveis intermitentes no país, que enfrenta desafios regulatórios e de infraestrutura.

18 de junho de 2026 às 16:49Fonte oficial: ClickpetroleogasRedação Radar Energia

A operação de um sistema de baterias da EDP no Chile, que recebeu um investimento de US$ 44 milhões, impulsiona o debate sobre a necessidade de armazenamento de energia no Brasil. O projeto, focado em mitigar a intermitência da geração solar, demonstra a viabilidade técnica e econômica da tecnologia e sublinha a urgência de soluções para as crescentes perdas de energia renovável no sistema elétrico brasileiro.

A experiência chilena é particularmente relevante para o Brasil, cuja matriz elétrica se torna cada vez mais dependente de fontes eólica e solar. Embora limpas, essas fontes geram desafios de estabilidade e escoamento. O Brasil ainda não possui um arcabouço regulatório consolidado para soluções de armazenamento, e a iniciativa da EDP no país vizinho oferece um modelo concreto para fomentar o debate e o desenvolvimento de políticas públicas.

O debate sobre o armazenamento de energia no Brasil, embora não seja recente, ganhou força considerável com a rápida expansão das fontes renováveis intermitentes. A matriz elétrica brasileira já soma mais de 29 GW de capacidade eólica e 38 GW de solar fotovoltaica, incluindo geração centralizada e distribuída, conforme dados do início de 2024. Essa concentração, notadamente no Nordeste, provoca desafios de escoamento e perdas por *curtailment*, que ocorre quando a produção excede a capacidade de transmissão em certos períodos.

O investimento de US$ 44 milhões da EDP no Chile, destinado à instalação de baterias em seu parque solar, ilustra a escala e o custo de projetos que visam gerenciar a volatilidade inerente à geração renovável. Esses sistemas permitem armazenar o excedente de energia produzido em momentos de alta irradiação ou vento e injetá-lo na rede quando a demanda é maior ou a geração está baixa. Isso otimiza o uso da infraestrutura existente e pode postergar investimentos em novas linhas de transmissão.

No Brasil, a Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) é a principal responsável por regulamentar a inserção de sistemas de armazenamento, enquanto o Ministério de Minas e Energia (MME) define as políticas energéticas. O Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) avalia a necessidade operacional para a segurança do sistema. Grandes empresas do setor, como Eletrobras, Engie, Enel e a própria EDP, são potenciais investidoras, buscando otimizar seus portfólios renováveis e mitigar riscos.

Apesar da evidente necessidade, o Brasil ainda não possui um marco regulatório específico e consolidado para sistemas de armazenamento de energia, o que gera incerteza e desestimula investimentos. A ANEEL tem progredido na discussão, notadamente por meio da Consulta Pública nº 026/2020, e incluiu o tema na Agenda Regulatória 2023-2024, com o objetivo de definir modelos de negócio, remuneração e aspectos técnicos. Projetos de Lei, como o PL 414/2021, também tramitam no Congresso, propondo diretrizes para a modernização do setor.

A implementação de sistemas de armazenamento em larga escala no Brasil pode gerar impactos importantes. Entre eles, destacam-se a redução do *curtailment* de energia renovável, a otimização do uso da infraestrutura de transmissão existente e a postergação de investimentos em novas linhas, que demandam tempo e recursos. Para o consumidor final, a expectativa é de maior estabilidade nos preços da energia a longo prazo, pois a tecnologia permite um melhor aproveitamento da geração de baixo custo e intermitente, além de aprimorar a qualidade e a segurança do suprimento elétrico.

Os próximos passos para o armazenamento de energia no Brasil dependem, fundamentalmente, da evolução regulatória. Espera-se que a ANEEL prossiga com novas consultas públicas e a publicação de resoluções específicas nos próximos anos, possivelmente já em 2024 ou 2025. O MME, por sua vez, pode sinalizar o papel do armazenamento em futuros leilões de transmissão ou capacidade, criando um ambiente de negócios mais claro e incentivando os investimentos privados, cruciais para viabilizar o potencial dessa tecnologia no país.

Compartilhar:XLinkedInWhatsAppTelegram

Tags

Comentários (0)

Seja o primeiro a comentar.

Receba o essencial do setor de energia

Os principais fatos que afetam preço, regulação, geração e combustíveis — todo dia ao meio-dia, no seu e-mail.

Como esta matéria foi produzida: apurada a partir da fonte oficial citada e de documentos primários, com verificação de números, datas e prazos antes da publicação, seguindo a nossa Política Editorial — que inclui o uso de tecnologia própria na apuração. Viu algo a corrigir? Fale com a redação.