Carga SIN81.463 MW 1,61%PLD MédioR$ 138,66/MWh 15,35%PLD SE/COR$ 138,66/MWh 15,35%PLD SulR$ 138,66/MWh 15,35%PLD NER$ 138,66/MWh 15,36%PLD NorteR$ 138,66/MWh 15,35%EAR SIN71,5% 0,56%EAR SE/CO65,5% 0,00%EAR Sul71,2% 9,37%EAR NE88,9% 0,11%EAR Norte93,8% 0,11%ENA SIN178% MLT 15,58%ENA SE/CO117% MLT 0,85%ENA Sul368% MLT 22,26%ENA NE67% MLT 4,69%ENA Norte84% MLT 1,18%Carga SIN81.463 MW 1,61%PLD MédioR$ 138,66/MWh 15,35%PLD SE/COR$ 138,66/MWh 15,35%PLD SulR$ 138,66/MWh 15,35%PLD NER$ 138,66/MWh 15,36%PLD NorteR$ 138,66/MWh 15,35%EAR SIN71,5% 0,56%EAR SE/CO65,5% 0,00%EAR Sul71,2% 9,37%EAR NE88,9% 0,11%EAR Norte93,8% 0,11%ENA SIN178% MLT 15,58%ENA SE/CO117% MLT 0,85%ENA Sul368% MLT 22,26%ENA NE67% MLT 4,69%ENA Norte84% MLT 1,18%
Hidráulica43.470 MW(51%) 3,17%Térmica11.820 MW(14%) 24,62%Eólica16.255 MW(19%) 2,13%Solar11.424 MW(13%) 1,53%Nuclear1.990 MW(2%) 0,00%Hidráulica43.470 MW(51%) 3,17%Térmica11.820 MW(14%) 24,62%Eólica16.255 MW(19%) 2,13%Solar11.424 MW(13%) 1,53%Nuclear1.990 MW(2%) 0,00%Hidráulica43.470 MW(51%) 3,17%Térmica11.820 MW(14%) 24,62%Eólica16.255 MW(19%) 2,13%Solar11.424 MW(13%) 1,53%Nuclear1.990 MW(2%) 0,00%
PETR4R$ 38,16 0,87%PETR3R$ 42,28 1,71%PRIO3R$ 52,63 0,44%RECV3R$ 9,62 2,34%VBBR3R$ 30,32 2,85%UGPA3R$ 27,84 6,91%RAIZ4R$ 0,39 2,50%CSAN3R$ 3,79 2,43%EGIE3R$ 32,47 0,67%CMIG4R$ 11,03 2,04%CPFE3R$ 45,63 3,10%EQTL3R$ 39,61 2,25%ENGI11R$ 48,65 2,62%NEOE3R$ 33,80 0,00%AURE3R$ 12,00 3,99%ENEV3R$ 26,70 1,71%TAEE11R$ 41,47 4,07%ALUP11R$ 32,99 2,42%LIGT3R$ 3,15 6,80%PETR4R$ 38,16 0,87%PETR3R$ 42,28 1,71%PRIO3R$ 52,63 0,44%RECV3R$ 9,62 2,34%VBBR3R$ 30,32 2,85%UGPA3R$ 27,84 6,91%RAIZ4R$ 0,39 2,50%CSAN3R$ 3,79 2,43%EGIE3R$ 32,47 0,67%CMIG4R$ 11,03 2,04%CPFE3R$ 45,63 3,10%EQTL3R$ 39,61 2,25%ENGI11R$ 48,65 2,62%NEOE3R$ 33,80 0,00%AURE3R$ 12,00 3,99%ENEV3R$ 26,70 1,71%TAEE11R$ 41,47 4,07%ALUP11R$ 32,99 2,42%LIGT3R$ 3,15 6,80%
BrentUS$ 72,03 0,64%WTIUS$ 68,69 0,16%Gás NaturalUS$ 3,25 0,99%DólarR$ 5,17 1,04%BrentUS$ 72,03 0,64%WTIUS$ 68,69 0,16%Gás NaturalUS$ 3,25 0,99%DólarR$ 5,17 1,04%BrentUS$ 72,03 0,64%WTIUS$ 68,69 0,16%Gás NaturalUS$ 3,25 0,99%DólarR$ 5,17 1,04%
CCEE atualiza Regras de Comercialização para constrained-off de usinas solares fotovoltaicasONS projeta carga de 98,8 GW médios até 2030 e alerta para déficit de potênciaEPE detalha rodadas de licitação de petróleo e gás no mundo em 2026, com foco no pré-salRestrições eleitorais entram em vigor e impactam órgãos do setor de energiaUfac obtém 3º lugar nacional em chamada do Procel para 'Edifício Energia Zero'Receita Federal automatiza fiscalização de benefícios fiscais a partir de setembroUC San Diego desenvolve upcycling que transforma baterias LFP usadas em material de maior desempenhoMoment Energy inaugura maior fábrica mundial de baterias de segunda vida para armazenamentoAntaq pede ao governo diretrizes para leilão do Tecon Santos 10 e alerta para atrasoANP define margem de 70% para caracterizar preço abusivo de combustíveisCNPM aprova GT para mapear recursos minerais e impulsionar transição energéticaBrasil evita US$ 32,4 bilhões em gastos com fósseis em 2025, aponta IRENACCEE atualiza Regras de Comercialização para constrained-off de usinas solares fotovoltaicasONS projeta carga de 98,8 GW médios até 2030 e alerta para déficit de potênciaEPE detalha rodadas de licitação de petróleo e gás no mundo em 2026, com foco no pré-salRestrições eleitorais entram em vigor e impactam órgãos do setor de energiaUfac obtém 3º lugar nacional em chamada do Procel para 'Edifício Energia Zero'Receita Federal automatiza fiscalização de benefícios fiscais a partir de setembroUC San Diego desenvolve upcycling que transforma baterias LFP usadas em material de maior desempenhoMoment Energy inaugura maior fábrica mundial de baterias de segunda vida para armazenamentoAntaq pede ao governo diretrizes para leilão do Tecon Santos 10 e alerta para atrasoANP define margem de 70% para caracterizar preço abusivo de combustíveisCNPM aprova GT para mapear recursos minerais e impulsionar transição energéticaBrasil evita US$ 32,4 bilhões em gastos com fósseis em 2025, aponta IRENA
Radar Energia
AnáliseRegulação & Política

Restrições eleitorais entram em vigor e impactam órgãos do setor de energia

Agentes públicos de órgãos como MME, ANEEL e ONS passam a operar sob vedações eleitorais a partir de 4 de julho, 90 dias antes do primeiro turno das eleições de 2026. As medidas, baseadas na Lei Federal 9.504/1997 e na Resolução 23.760/2026 do TSE, impõem limites a nomeações, publicidade institucional e uso de recursos, gerando potencial atraso em processos regulatórios e administrativos do setor.

3 de julho de 2026 às 13:07Fonte oficial: Es1Redação Radar Energia
Restrições eleitorais entram em vigor e impactam órgãos do setor de energia
Foto: Es1

O setor de energia começa a sentir os efeitos do calendário eleitoral a partir deste sábado, 4 de julho, com a entrada em vigor de uma série de restrições para agentes públicos das esferas federal e estadual. Órgãos como o Ministério de Minas e Energia (MME), a Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL), a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) e o Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) terão suas operações e comunicações impactadas pelas vedações previstas na Lei Federal 9.504/1997 e na Resolução 23.760/2026 do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Entre as proibições destacam-se a nomeação, contratação, admissão ou demissão de servidores sem justa causa, que se estende até a posse dos eleitos em janeiro de 2027. Há exceções para cargos em comissão e funções de confiança, além de contratações emergenciais para serviços essenciais. A publicidade institucional de atos, programas, obras e serviços também fica vedada, exceto em casos de grave e urgente necessidade pública reconhecida pela Justiça Eleitoral, o que demanda cautela redobrada na comunicação de decisões e projetos.

As normas também vedam o uso de bens, veículos, servidores e recursos públicos em benefício de candidatos ou partidos, e a realização de transferências voluntárias de recursos entre entes federativos, exceto para obrigações já assumidas. Para o setor de energia, isso pode significar uma desaceleração em processos administrativos, licenciamentos de projetos e aprovações que dependam de atos discricionários ou de ampla divulgação, como revisões tarifárias ou ajustes metodológicos, gerando incerteza no mercado e impactando a previsibilidade de custos e receitas.

A tensão entre a necessidade de garantir a isonomia do pleito e a continuidade da gestão de órgãos essenciais é um desafio recorrente. A cautela exigida pode levar à redução da capacidade de resposta e comunicação de agências reguladoras, potencialmente atrasando decisões importantes e criando um custo de oportunidade para o desenvolvimento de políticas energéticas. Mesmo empresas estatais e de economia mista, como Eletrobras e Petrobras, devem monitorar de perto as diretrizes, especialmente no que tange à comunicação e ao uso de suas estruturas.

Compartilhar:XLinkedInWhatsAppTelegram

Tags

Receba o essencial do setor de energia

Os principais fatos que afetam preço, regulação, geração e combustíveis — todo dia ao meio-dia, no seu e-mail.

Como esta matéria foi produzida: apurada a partir da fonte oficial citada e de documentos primários, com verificação de números, datas e prazos antes da publicação, seguindo a nossa Política Editorial — que inclui o uso de tecnologia própria na apuração. Viu algo a corrigir? Fale com a redação.