Carga SIN83.486 MW 16,61%PLD MédioR$ 112,33/MWh 16,44%PLD SE/COR$ 112,34/MWh 16,44%PLD SulR$ 112,33/MWh 16,45%PLD NER$ 112,33/MWh 16,45%PLD NorteR$ 112,34/MWh 16,44%EAR SIN68,3% 0,29%EAR SE/CO61,8% 0,16%EAR Sul84,3% 0,35%EAR NE81,8% 0,24%EAR Norte88% 0,23%ENA SIN121% MLT 1,63%ENA SE/CO102% MLT 0,97%ENA Sul190% MLT 0,00%ENA NE67% MLT 1,47%ENA Norte72% MLT 1,37%Carga SIN83.486 MW 16,61%PLD MédioR$ 112,33/MWh 16,44%PLD SE/COR$ 112,34/MWh 16,44%PLD SulR$ 112,33/MWh 16,45%PLD NER$ 112,33/MWh 16,45%PLD NorteR$ 112,34/MWh 16,44%EAR SIN68,3% 0,29%EAR SE/CO61,8% 0,16%EAR Sul84,3% 0,35%EAR NE81,8% 0,24%EAR Norte88% 0,23%ENA SIN121% MLT 1,63%ENA SE/CO102% MLT 0,97%ENA Sul190% MLT 0,00%ENA NE67% MLT 1,47%ENA Norte72% MLT 1,37%
Hidráulica43.176 MW(51%) 12,80%Térmica9.754 MW(12%) 23,88%Eólica16.465 MW(20%) 26,10%Solar12.735 MW(15%) 19,25%Nuclear1.990 MW(2%) 0,00%Hidráulica43.176 MW(51%) 12,80%Térmica9.754 MW(12%) 23,88%Eólica16.465 MW(20%) 26,10%Solar12.735 MW(15%) 19,25%Nuclear1.990 MW(2%) 0,00%Hidráulica43.176 MW(51%) 12,80%Térmica9.754 MW(12%) 23,88%Eólica16.465 MW(20%) 26,10%Solar12.735 MW(15%) 19,25%Nuclear1.990 MW(2%) 0,00%
PETR4R$ 41,63 1,86%PETR3R$ 46,52 1,82%PRIO3R$ 59,39 3,38%RECV3R$ 10,40 1,66%VBBR3R$ 33,13 3,21%UGPA3R$ 30,87 1,31%RAIZ4R$ 0,25 3,85%CSAN3R$ 3,31 9,81%EGIE3R$ 29,04 2,32%CMIG4R$ 10,43 4,49%CPFE3R$ 43,65 2,57%EQTL3R$ 35,73 4,16%ENGI11R$ 45,70 2,52%NEOE3R$ 33,80 0,00%AURE3R$ 10,50 2,87%ENEV3R$ 24,56 6,19%TAEE11R$ 38,24 2,57%ALUP11R$ 31,04 3,18%LIGT3R$ 3,13 0,97%PETR4R$ 41,63 1,86%PETR3R$ 46,52 1,82%PRIO3R$ 59,39 3,38%RECV3R$ 10,40 1,66%VBBR3R$ 33,13 3,21%UGPA3R$ 30,87 1,31%RAIZ4R$ 0,25 3,85%CSAN3R$ 3,31 9,81%EGIE3R$ 29,04 2,32%CMIG4R$ 10,43 4,49%CPFE3R$ 43,65 2,57%EQTL3R$ 35,73 4,16%ENGI11R$ 45,70 2,52%NEOE3R$ 33,80 0,00%AURE3R$ 10,50 2,87%ENEV3R$ 24,56 6,19%TAEE11R$ 38,24 2,57%ALUP11R$ 31,04 3,18%LIGT3R$ 3,13 0,97%
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AnáliseRegulação & Política

Abradee defende PL 3220/2019 para postes e projeta redução tarifária de R$ 6 bi

A Abradee manifestou apoio ao Projeto de Lei (PL) 3220/2019, que tramita na Câmara dos Deputados, como solução para a desordem no compartilhamento de postes de energia. A entidade projeta uma potencial redução de até R$ 6 bilhões nas tarifas dos consumidores e se opõe à criação de um 'posteiro' obrigatório, alertando para o risco de onerar o setor.

11 de agosto de 2026 às 15:19Fonte oficial: ABRADEERedação Radar Energia
Abradee defende PL 3220/2019 para postes e projeta redução tarifária de R$ 6 bi
Foto: ABRADEE

A Associação Brasileira de Distribuidores de Energia Elétrica (Abradee) defendeu a aprovação do Projeto de Lei (PL) 3220/2019, que tramita na Câmara dos Deputados, como medida essencial para organizar o compartilhamento de postes de energia e gerar uma potencial redução de até R$ 6 bilhões nas tarifas dos consumidores. A associação, que representa as distribuidoras, manifestou sua posição em comunicado divulgado em 10 de agosto, reforçando a oposição à criação de um 'posteiro' obrigatório, uma terceira empresa para gerir comercialmente os postes.

O PL 3220/2019, já aprovado pelo Senado em abril deste ano e com requerimento de urgência aprovado na Câmara em maio, busca conceder às distribuidoras instrumentos legais para gerir diretamente a infraestrutura, regularizar o uso e remover cabos irregulares. A proposta altera o parágrafo único do art. 73 da Lei nº 9.472/1997, visando modernizar o arcabouço regulatório que se tornou obsoleto diante do crescimento exponencial de provedores de internet, de cerca de 70 para mais de 22 mil, muitos com ocupações irregulares que chegam a 60% ou 70% do total.

Segundo a Abradee, a regularização do uso dos mais de 53 milhões de postes gerenciados pelas distribuidoras pode expandir o mercado de compartilhamento dos atuais R$ 3,4 bilhões para até R$ 10 bilhões anuais. Deste montante, a entidade estima que R$ 6 bilhões adicionais poderiam ser revertidos para a modicidade tarifária, somando-se aos R$ 2 bilhões já destinados anualmente. A criação de um 'posteiro' obrigatório, por outro lado, poderia adicionar até R$ 2,4 bilhões anuais à conta de luz, drenando recursos que hoje contribuem para a redução dos custos do serviço de distribuição.

O debate sobre a gestão dos postes também envolve uma nova versão do regulamento conjunto para compartilhamento, aprovada pela ANEEL em dezembro de 2025, que visa revogar a Resolução Conjunta nº 4/2014 e não torna a cessão a um 'posteiro' obrigatória, exceto em casos específicos. A vigência desta regulamentação, contudo, depende da aprovação final da ANATEL.

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