Carga SIN81.476 MW 1,28%PLD MédioR$ 81,78/MWh 42,23%PLD SE/COR$ 81,78/MWh 42,24%PLD SulR$ 81,78/MWh 42,23%PLD NER$ 81,78/MWh 42,23%PLD NorteR$ 81,79/MWh 42,23%EAR SIN69,6% 0,43%EAR SE/CO63% 0,32%EAR Sul83,9% 1,64%EAR NE83,9% 0,47%EAR Norte89,8% 0,33%ENA SIN133% MLT 2,92%ENA SE/CO91% MLT 0,00%ENA Sul261% MLT 1,95%ENA NE63% MLT 0,00%ENA Norte65% MLT 2,99%Carga SIN81.476 MW 1,28%PLD MédioR$ 81,78/MWh 42,23%PLD SE/COR$ 81,78/MWh 42,24%PLD SulR$ 81,78/MWh 42,23%PLD NER$ 81,78/MWh 42,23%PLD NorteR$ 81,79/MWh 42,23%EAR SIN69,6% 0,43%EAR SE/CO63% 0,32%EAR Sul83,9% 1,64%EAR NE83,9% 0,47%EAR Norte89,8% 0,33%ENA SIN133% MLT 2,92%ENA SE/CO91% MLT 0,00%ENA Sul261% MLT 1,95%ENA NE63% MLT 0,00%ENA Norte65% MLT 2,99%
Hidráulica40.705 MW(49%) 6,12%Térmica10.104 MW(12%) 13,63%Eólica17.239 MW(21%) 13,14%Solar12.809 MW(15%) 0,77%Nuclear1.990 MW(2%) 0,95%Hidráulica40.705 MW(49%) 6,12%Térmica10.104 MW(12%) 13,63%Eólica17.239 MW(21%) 13,14%Solar12.809 MW(15%) 0,77%Nuclear1.990 MW(2%) 0,95%Hidráulica40.705 MW(49%) 6,12%Térmica10.104 MW(12%) 13,63%Eólica17.239 MW(21%) 13,14%Solar12.809 MW(15%) 0,77%Nuclear1.990 MW(2%) 0,95%
PETR4R$ 43,42 3,38%PETR3R$ 49,04 3,22%PRIO3R$ 60,85 4,18%RECV3R$ 10,67 3,39%VBBR3R$ 36,05 4,19%UGPA3R$ 33,05 3,28%RAIZ4R$ 0,26 0,00%CSAN3R$ 4,07 4,63%EGIE3R$ 29,80 1,74%CMIG4R$ 11,34 3,09%CPFE3R$ 46,14 3,01%EQTL3R$ 38,66 2,22%ENGI11R$ 49,81 2,79%NEOE3R$ 33,80 0,00%AURE3R$ 10,98 1,17%ENEV3R$ 26,31 1,70%TAEE11R$ 39,66 1,56%ALUP11R$ 32,62 1,08%LIGT3R$ 3,26 1,87%PETR4R$ 43,42 3,38%PETR3R$ 49,04 3,22%PRIO3R$ 60,85 4,18%RECV3R$ 10,67 3,39%VBBR3R$ 36,05 4,19%UGPA3R$ 33,05 3,28%RAIZ4R$ 0,26 0,00%CSAN3R$ 4,07 4,63%EGIE3R$ 29,80 1,74%CMIG4R$ 11,34 3,09%CPFE3R$ 46,14 3,01%EQTL3R$ 38,66 2,22%ENGI11R$ 49,81 2,79%NEOE3R$ 33,80 0,00%AURE3R$ 10,98 1,17%ENEV3R$ 26,31 1,70%TAEE11R$ 39,66 1,56%ALUP11R$ 32,62 1,08%LIGT3R$ 3,26 1,87%
BrentUS$ 90,12 1,22%WTIUS$ 84,67 1,29%Gás NaturalUS$ 2,75 0,40%DólarR$ 5,07 1,02%BrentUS$ 90,12 1,22%WTIUS$ 84,67 1,29%Gás NaturalUS$ 2,75 0,40%DólarR$ 5,07 1,02%BrentUS$ 90,12 1,22%WTIUS$ 84,67 1,29%Gás NaturalUS$ 2,75 0,40%DólarR$ 5,07 1,02%
Aneel revoga outorgas de usinas solares e libera capacidade de transmissãoAneel autoriza reforços em instalações de transmissão da ISA Energia BrasilMME solicita à ANEEL intensificar fiscalização de distribuidoras após blecautes no Rio e SPAbegás defende gás mais competitivo e desvinculado de referências internacionaisAneel mantém bandeira tarifária amarela em agosto pelo quarto mês consecutivoPetrobras questiona 'gas release' enquanto ANP e CNPE avançam na abertura do gásANP cancela 54 autorizações de revenda de GLP e reforça fiscalizaçãoANP pauta Gás Release para 7 de agosto com AIR e consulta públicaAneel libera operação comercial de 32,5 MW da UFV Sol de Brotas 1Aneel disponibiliza cadernos para detalhar regulação de consumidor e CFURHONS e UFF pré-inauguram polo de tecnologia para impulsionar inovação no setor elétricoSulgás inicia obra de R$ 5 milhões em duto do Jacuí para reforçar segurançaAneel revoga outorgas de usinas solares e libera capacidade de transmissãoAneel autoriza reforços em instalações de transmissão da ISA Energia BrasilMME solicita à ANEEL intensificar fiscalização de distribuidoras após blecautes no Rio e SPAbegás defende gás mais competitivo e desvinculado de referências internacionaisAneel mantém bandeira tarifária amarela em agosto pelo quarto mês consecutivoPetrobras questiona 'gas release' enquanto ANP e CNPE avançam na abertura do gásANP cancela 54 autorizações de revenda de GLP e reforça fiscalizaçãoANP pauta Gás Release para 7 de agosto com AIR e consulta públicaAneel libera operação comercial de 32,5 MW da UFV Sol de Brotas 1Aneel disponibiliza cadernos para detalhar regulação de consumidor e CFURHONS e UFF pré-inauguram polo de tecnologia para impulsionar inovação no setor elétricoSulgás inicia obra de R$ 5 milhões em duto do Jacuí para reforçar segurança
Radar Energia
AnálisePetróleo & Gás

ANP apreende 248 mil litros de combustíveis em São Paulo em força-tarefa nacional

A Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) apreendeu mais de 248 mil litros de combustíveis irregulares em São Paulo. A ação, parte de uma série de fiscalizações realizadas entre 1º e 12 de junho em 16 estados, demonstra o esforço contínuo da agência para coibir adulterações e assegurar a qualidade dos produtos no mercado nacional de petróleo e gás.

15 de junho de 2026 às 20:40Fonte oficial: ANPRedação Radar Energia

A Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) divulgou os resultados de suas ações de fiscalização realizadas entre 1º e 12 de junho, com destaque para a apreensão de mais de 248 mil litros de combustíveis em São Paulo. As operações abrangeram 16 unidades da federação, demonstrando o empenho da agência no combate a irregularidades no setor de combustíveis em todo o país.

A ANP intensifica suas fiscalizações em meio à preocupação constante com a qualidade e a conformidade do mercado de combustíveis, especialmente após períodos de alta volatilidade nos preços e denúncias de adulteração. Embora rotineiras, essas operações ganham relevância ao resultar em volumes significativos de apreensão, reafirmando o papel da agência, desde sua criação em 1997, em coibir práticas ilegais que prejudicam a concorrência e o consumidor.

O volume de 248 mil litros apreendidos em São Paulo é expressivo, evidenciando a dimensão das irregularidades detectadas no estado, que é o maior consumidor de combustíveis do país. O Brasil, com mais de 40 mil postos e um mercado que movimenta bilhões de litros anualmente, exige uma vigilância constante do órgão regulador.

Em 2023, a ANP realizou mais de 16 mil ações de fiscalização em todo o território nacional, resultando em mais de 2,5 mil autuações e na interdição de centenas de estabelecimentos. Esses dados revelam a ampla atuação da agência e a persistência das irregularidades no setor, que demandam investimentos contínuos em fiscalização e inteligência.

A ANP atua como o principal órgão fiscalizador do setor de petróleo, gás natural e biocombustíveis, coordenando esforços com Procons estaduais, Secretarias de Fazenda e Ministérios Públicos. Revendedores (postos), distribuidores e transportadores de combustíveis são os principais alvos e devem seguir as normas estabelecidas. Os consumidores, por sua vez, são os maiores beneficiários, tendo a garantia da qualidade e do volume correto dos produtos adquiridos.

A base legal para a fiscalização da ANP é a Lei nº 9.478/1997, conhecida como Lei do Petróleo, que define as competências da agência para regular, contratar e fiscalizar as atividades da indústria. Resoluções específicas, como a ANP nº 807/2020 para gasolina e a ANP nº 808/2020 para diesel, complementam essa legislação, estabelecendo os requisitos de qualidade e as obrigações dos agentes econômicos, servindo de parâmetro para as autuações.

As ações de fiscalização são cruciais para proteger o consumidor de combustíveis adulterados, que podem causar danos severos aos veículos e gerar prejuízos financeiros. Elas também promovem um ambiente de concorrência leal, desestimulando a atuação de agentes ilegais que vendem produtos fora das especificações a preços mais baixos. Essa prática distorce o mercado para os revendedores que operam dentro da legalidade e investem na qualidade.

No histórico brasileiro, casos de 'máfias do combustível' e adulterações com solventes e metanol, especialmente em São Paulo, sublinham a importância da atuação contínua e rigorosa da ANP para garantir a segurança e a qualidade do abastecimento nacional. A fiscalização de combustíveis é uma prática comum em países desenvolvidos, como nos Estados Unidos, onde agências como a Environmental Protection Agency (EPA) monitoram a conformidade.

As empresas autuadas pela ANP enfrentarão processos administrativos que podem resultar em multas significativas, variando de R$ 20 mil a R$ 5 milhões, a depender da gravidade e da reincidência da infração. Além das multas, as sanções podem incluir interdições de estabelecimentos e, em situações mais graves, a revogação da autorização para operar no mercado, impactando diretamente a continuidade dos negócios irregulares.

A ANP mantém um cronograma contínuo de fiscalizações em todo o território nacional, com foco estratégico em regiões e produtos de maior risco ou com histórico de irregularidades. A expectativa é que novas operações sejam realizadas nos próximos meses, reforçando o compromisso da agência com a conformidade e a segurança energética do país.

Compartilhar:XLinkedInWhatsAppTelegram

Tags

Comentários (0)

Seja o primeiro a comentar.

Receba o essencial do setor de energia

Os principais fatos que afetam preço, regulação, geração e combustíveis — todo dia ao meio-dia, no seu e-mail.

Como esta matéria foi produzida: apurada a partir da fonte oficial citada e de documentos primários, com verificação de números, datas e prazos antes da publicação, seguindo a nossa Política Editorial — que inclui o uso de tecnologia própria na apuração. Viu algo a corrigir? Fale com a redação.