Carga SIN82.831 MW 1,91%PLD MédioR$ 154,26/MWh 18,28%PLD SE/COR$ 154,26/MWh 18,11%PLD SulR$ 154,26/MWh 18,12%PLD NER$ 154,26/MWh 18,62%PLD NorteR$ 154,27/MWh 18,29%EAR SIN69% 0,29%EAR SE/CO62,4% 0,32%EAR Sul85,3% 0,12%EAR NE82,8% 0,48%EAR Norte89,1% 0,22%ENA SIN121% MLT 2,42%ENA SE/CO106% MLT 1,85%ENA Sul195% MLT 4,88%ENA NE68% MLT 0,00%ENA Norte77% MLT 1,28%Carga SIN82.831 MW 1,91%PLD MédioR$ 154,26/MWh 18,28%PLD SE/COR$ 154,26/MWh 18,11%PLD SulR$ 154,26/MWh 18,12%PLD NER$ 154,26/MWh 18,62%PLD NorteR$ 154,27/MWh 18,29%EAR SIN69% 0,29%EAR SE/CO62,4% 0,32%EAR Sul85,3% 0,12%EAR NE82,8% 0,48%EAR Norte89,1% 0,22%ENA SIN121% MLT 2,42%ENA SE/CO106% MLT 1,85%ENA Sul195% MLT 4,88%ENA NE68% MLT 0,00%ENA Norte77% MLT 1,28%
Hidráulica43.646 MW(52%) 2,99%Térmica9.347 MW(11%) 0,23%Eólica14.669 MW(18%) 7,00%Solar13.752 MW(16%) 11,48%Nuclear2.007 MW(2%) 0,00%Hidráulica43.646 MW(52%) 2,99%Térmica9.347 MW(11%) 0,23%Eólica14.669 MW(18%) 7,00%Solar13.752 MW(16%) 11,48%Nuclear2.007 MW(2%) 0,00%Hidráulica43.646 MW(52%) 2,99%Térmica9.347 MW(11%) 0,23%Eólica14.669 MW(18%) 7,00%Solar13.752 MW(16%) 11,48%Nuclear2.007 MW(2%) 0,00%
PETR4R$ 42,18 0,75%PETR3R$ 47,36 1,64%PRIO3R$ 59,05 1,03%RECV3R$ 10,12 1,27%VBBR3R$ 34,95 1,38%UGPA3R$ 32,78 0,55%RAIZ4R$ 0,26 7,14%CSAN3R$ 3,84 5,19%EGIE3R$ 29,81 1,06%CMIG4R$ 11,17 0,98%CPFE3R$ 45,63 1,55%EQTL3R$ 38,34 2,22%ENGI11R$ 49,52 1,61%NEOE3R$ 33,80 0,00%AURE3R$ 10,98 2,66%ENEV3R$ 26,56 2,21%TAEE11R$ 39,74 0,38%ALUP11R$ 32,29 2,03%LIGT3R$ 3,05 3,17%PETR4R$ 42,18 0,75%PETR3R$ 47,36 1,64%PRIO3R$ 59,05 1,03%RECV3R$ 10,12 1,27%VBBR3R$ 34,95 1,38%UGPA3R$ 32,78 0,55%RAIZ4R$ 0,26 7,14%CSAN3R$ 3,84 5,19%EGIE3R$ 29,81 1,06%CMIG4R$ 11,17 0,98%CPFE3R$ 45,63 1,55%EQTL3R$ 38,34 2,22%ENGI11R$ 49,52 1,61%NEOE3R$ 33,80 0,00%AURE3R$ 10,98 2,66%ENEV3R$ 26,56 2,21%TAEE11R$ 39,74 0,38%ALUP11R$ 32,29 2,03%LIGT3R$ 3,05 3,17%
BrentUS$ 82,48 3,81%WTIUS$ 77,28 2,74%Gás NaturalUS$ 2,64 1,67%DólarR$ 5,10 0,81%BrentUS$ 82,48 3,81%WTIUS$ 77,28 2,74%Gás NaturalUS$ 2,64 1,67%DólarR$ 5,10 0,81%BrentUS$ 82,48 3,81%WTIUS$ 77,28 2,74%Gás NaturalUS$ 2,64 1,67%DólarR$ 5,10 0,81%
Copel detalha forte avanço financeiro no 2T26 em conference callAneel autoriza reforços de transmissão e cancela multas, enquanto prepara consultas para leilões e acesso à redeEPE revela salto em P&D de hidrogênio, superando meta do PNH2 em 2024Aneel disponibiliza Data Room para Lote 1 do leilão de transmissão nº 4/2026Aneel define quotas de R$ 470 milhões da RGR para geradoras e transmissoras em 2026/2027UTE Paulínia Verde a biometano inicia operação comercial e entrega energia ao SIN via LRCAPAuren tem prejuízo de R$ 379,1 milhões no 2T26; Portaria do MME pode compensar curtailmentPRIO reporta lucro líquido de US$ 413,3 milhões no 2T26, alta de 169%MME indefere requerimento de três PCHs que somam 61,9 MWMME formaliza contratos de cinco blocos do pré-sal do 3º Ciclo da Oferta PermanenteAxia Energia registra lucro líquido de R$ 1,6 bi e EBITDA de R$ 6,3 bi no 2T26Taesa energiza LTs Ponta Grossa/Assis e adiciona R$ 123,6 milhões à RAP de AnanaíCopel detalha forte avanço financeiro no 2T26 em conference callAneel autoriza reforços de transmissão e cancela multas, enquanto prepara consultas para leilões e acesso à redeEPE revela salto em P&D de hidrogênio, superando meta do PNH2 em 2024Aneel disponibiliza Data Room para Lote 1 do leilão de transmissão nº 4/2026Aneel define quotas de R$ 470 milhões da RGR para geradoras e transmissoras em 2026/2027UTE Paulínia Verde a biometano inicia operação comercial e entrega energia ao SIN via LRCAPAuren tem prejuízo de R$ 379,1 milhões no 2T26; Portaria do MME pode compensar curtailmentPRIO reporta lucro líquido de US$ 413,3 milhões no 2T26, alta de 169%MME indefere requerimento de três PCHs que somam 61,9 MWMME formaliza contratos de cinco blocos do pré-sal do 3º Ciclo da Oferta PermanenteAxia Energia registra lucro líquido de R$ 1,6 bi e EBITDA de R$ 6,3 bi no 2T26Taesa energiza LTs Ponta Grossa/Assis e adiciona R$ 123,6 milhões à RAP de Ananaí
Radar Energia
AnálisePetróleo & Gás

ANP debate propostas para caracterizar elevação abusiva de preços de combustíveis

A Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) realizou uma audiência pública para discutir propostas de resoluções que visam estabelecer critérios objetivos para identificar a elevação abusiva dos preços de combustíveis. A iniciativa busca conferir maior clareza regulatória e proteger o consumidor em um mercado de alta complexidade e com grande volume de transações diárias.

17 de junho de 2026 às 11:50Fonte oficial: ANPRedação Radar Energia

A Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) promoveu uma audiência pública para debater propostas de resoluções que visam caracterizar a elevação abusiva dos preços de combustíveis. O objetivo central é munir a agência de critérios mais claros e objetivos para sua atuação fiscalizatória, coibindo práticas especulativas e protegendo o consumidor, elo final da cadeia.

A discussão sobre o tema não é nova no setor, ganhando força em momentos de alta volatilidade do petróleo e do câmbio, como ficou evidente na greve dos caminhoneiros em 2018. Desde então, a ANP tem se dedicado a aprimorar seus mecanismos de monitoramento, buscando equilibrar a livre formação de preços, princípio fundamental do mercado, com a necessidade de coibir abusos econômicos.

As propostas em debate buscam detalhar os parâmetros que configurariam um aumento injustificado, oferecendo maior previsibilidade tanto para os agentes de mercado quanto para a própria fiscalização. Embora a agência já possua instrumentos para monitorar o setor, a carência de critérios objetivos para definir o que é "abuso" dificultava uma atuação mais célere e com maior segurança jurídica.

Os principais atores diretamente impactados pelas futuras resoluções são as distribuidoras de combustíveis e os revendedores, ou seja, os postos. Suas margens e práticas comerciais estarão sob escrutínio mais detalhado. Consumidores, entidades de defesa do consumidor e o Ministério Público também são partes interessadas, pressionando por preços justos e pela repressão a práticas anticompetitivas.

A base legal para a atuação da ANP neste campo reside na Lei do Petróleo (Lei nº 9.478/1997), que garante a livre concorrência e a formação de preços, mas também confere à agência o poder de regular e fiscalizar. Complementam esse arcabouço o Código de Defesa do Consumidor (Lei nº 8.078/1990) e a Lei de Defesa da Concorrência (Lei nº 12.529/2011), que criou o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (CADE), reforçando a capacidade de coibir abusos.

O mercado brasileiro de combustíveis é um dos maiores do mundo, com um consumo médio diário que supera 100 milhões de litros de diesel e 40 milhões de litros de gasolina. A complexidade da formação do preço na bomba, que inclui a parcela do produtor/importador, custos de distribuição e revenda, e uma carga tributária que pode ultrapassar 40% do valor final, torna o setor sensível a pequenas variações e suscetível a especulações.

A aprovação de resoluções mais claras sobre a elevação abusiva de preços pode resultar em maior previsibilidade e segurança jurídica para a ANP, permitindo uma fiscalização mais assertiva. Para o consumidor, a expectativa é de maior proteção contra aumentos sem justificativa, contribuindo para uma maior estabilidade nos preços. Já para o setor de revenda, a medida pode demandar maior transparência, mas também oferecer proteção contra a concorrência desleal.

Após a fase de audiência pública, a ANP agora se dedicará à análise das contribuições e sugestões recebidas da sociedade e dos agentes de mercado. Os textos finais das resoluções serão, então, submetidos à deliberação da diretoria colegiada da agência. Uma vez aprovadas, as normas serão publicadas no Diário Oficial da União, tornando-se vinculantes para todo o mercado de distribuição e revenda de combustíveis no país.

Compartilhar:XLinkedInWhatsAppTelegram

Tags

Comentários (0)

Seja o primeiro a comentar.

Receba o essencial do setor de energia

Os principais fatos que afetam preço, regulação, geração e combustíveis — todo dia ao meio-dia, no seu e-mail.

Como esta matéria foi produzida: apurada a partir da fonte oficial citada e de documentos primários, com verificação de números, datas e prazos antes da publicação, seguindo a nossa Política Editorial — que inclui o uso de tecnologia própria na apuração. Viu algo a corrigir? Fale com a redação.