Carga SIN80.686 MW 1,10%PLD MédioR$ 182,65/MWh 9,25%PLD SE/COR$ 179,9/MWh 10,44%PLD SulR$ 201,81/MWh 0,35%PLD NER$ 172,46/MWh 14,13%PLD NorteR$ 176,43/MWh 12,16%EAR SIN71,2% 0,14%EAR SE/CO65,8% 0,00%EAR Sul56,4% 0,70%EAR NE91% 0,22%EAR Norte95,9% 0,62%ENA SE/CO85% MLTENA Sul59% MLTENA NE61% MLTENA Norte69% MLTCarga SIN80.686 MW 1,10%PLD MédioR$ 182,65/MWh 9,25%PLD SE/COR$ 179,9/MWh 10,44%PLD SulR$ 201,81/MWh 0,35%PLD NER$ 172,46/MWh 14,13%PLD NorteR$ 176,43/MWh 12,16%EAR SIN71,2% 0,14%EAR SE/CO65,8% 0,00%EAR Sul56,4% 0,70%EAR NE91% 0,22%EAR Norte95,9% 0,62%ENA SE/CO85% MLTENA Sul59% MLTENA NE61% MLTENA Norte69% MLT
Hidráulica47.094 MW(56%) 2,31%Térmica10.791 MW(13%) 1,63%Eólica12.708 MW(15%) 7,63%Solar10.875 MW(13%) 8,94%Nuclear1.990 MW(2%) 0,00%Hidráulica47.094 MW(56%) 2,31%Térmica10.791 MW(13%) 1,63%Eólica12.708 MW(15%) 7,63%Solar10.875 MW(13%) 8,94%Nuclear1.990 MW(2%) 0,00%Hidráulica47.094 MW(56%) 2,31%Térmica10.791 MW(13%) 1,63%Eólica12.708 MW(15%) 7,63%Solar10.875 MW(13%) 8,94%Nuclear1.990 MW(2%) 0,00%
PETR4R$ 38,85 0,80%PETR3R$ 43,13 0,44%PRIO3R$ 56,97 0,21%RECV3R$ 10,00 0,00%VBBR3R$ 28,59 2,40%UGPA3R$ 24,83 3,98%RAIZ4R$ 0,40 6,98%CSAN3R$ 3,40 3,98%EGIE3R$ 33,88 1,31%CMIG4R$ 10,72 0,00%CPFE3R$ 44,01 0,55%EQTL3R$ 36,86 1,97%ENGI11R$ 45,49 1,45%NEOE3R$ 33,80 0,00%AURE3R$ 11,21 2,18%ENEV3R$ 24,10 1,39%TAEE11R$ 39,45 0,13%ALUP11R$ 31,49 1,44%LIGT3R$ 2,73 9,20%PETR4R$ 38,85 0,80%PETR3R$ 43,13 0,44%PRIO3R$ 56,97 0,21%RECV3R$ 10,00 0,00%VBBR3R$ 28,59 2,40%UGPA3R$ 24,83 3,98%RAIZ4R$ 0,40 6,98%CSAN3R$ 3,40 3,98%EGIE3R$ 33,88 1,31%CMIG4R$ 10,72 0,00%CPFE3R$ 44,01 0,55%EQTL3R$ 36,86 1,97%ENGI11R$ 45,49 1,45%NEOE3R$ 33,80 0,00%AURE3R$ 11,21 2,18%ENEV3R$ 24,10 1,39%TAEE11R$ 39,45 0,13%ALUP11R$ 31,49 1,44%LIGT3R$ 2,73 9,20%
BrentUS$ 80,11 0,70%WTIUS$ 76,30 0,64%Gás NaturalUS$ 3,19 1,46%DólarR$ 5,16 0,67%BrentUS$ 80,11 0,70%WTIUS$ 76,30 0,64%Gás NaturalUS$ 3,19 1,46%DólarR$ 5,16 0,67%BrentUS$ 80,11 0,70%WTIUS$ 76,30 0,64%Gás NaturalUS$ 3,19 1,46%DólarR$ 5,16 0,67%
Decreto do SAF para aviação está em fase final de publicação, diz MMEAneel traduzirá relatórios de AIR para três idiomas para atrair investimento estrangeiroCopel inicia obras de R$ 5 bilhões para ampliar hidrelétricas de Segredo e Foz do AreiaMeta fecha acordo para adquirir até 8 reatores nucleares da TerraPower para data centers de IAGreenvolt comissiona megaprojeto de armazenamento em baterias de quase 100 MW na HungriaParlamento da Finlândia derruba veto a armas nucleares e alinha-se à OtanBaterias de armazenamento superam termelétricas a gás em custo-benefício para flexibilidade da redeMME nega REIDI para minigeração distribuída e mantém indeferimentoMME publica portaria que redesenha fluxo de informações no mercado livre de energiaUSP avança em pesquisas para produção eficiente de hidrogênio limpoCientistas chineses desenvolvem bateria que armazena hidrogênio e eletricidade simultaneamenteInvestimento global em transição energética bate recorde, mas perde fôlego, aponta Fórum Econômico MundialDecreto do SAF para aviação está em fase final de publicação, diz MMEAneel traduzirá relatórios de AIR para três idiomas para atrair investimento estrangeiroCopel inicia obras de R$ 5 bilhões para ampliar hidrelétricas de Segredo e Foz do AreiaMeta fecha acordo para adquirir até 8 reatores nucleares da TerraPower para data centers de IAGreenvolt comissiona megaprojeto de armazenamento em baterias de quase 100 MW na HungriaParlamento da Finlândia derruba veto a armas nucleares e alinha-se à OtanBaterias de armazenamento superam termelétricas a gás em custo-benefício para flexibilidade da redeMME nega REIDI para minigeração distribuída e mantém indeferimentoMME publica portaria que redesenha fluxo de informações no mercado livre de energiaUSP avança em pesquisas para produção eficiente de hidrogênio limpoCientistas chineses desenvolvem bateria que armazena hidrogênio e eletricidade simultaneamenteInvestimento global em transição energética bate recorde, mas perde fôlego, aponta Fórum Econômico Mundial
Radar Energia
AnáliseTecnologia & Eficiência

Baterias de armazenamento superam termelétricas a gás em custo-benefício para flexibilidade da rede

Pela primeira vez, o custo de armazenamento de energia em baterias se mostra mais competitivo que o de termelétricas a gás para prover flexibilidade ao sistema elétrico, um marco que pode acelerar a transição energética no Brasil. Paralelamente, a ANEEL adiou a deliberação sobre novas regras de autoprodução, gerando incerteza regulatória e afetando 295 projetos de minigeração distribuída.

19 de junho de 2026 às 08:19Fonte oficial: XpiRedação Radar Energia

O custo de armazenamento de energia em baterias atingiu um ponto de inflexão, tornando-se mais competitivo do que o de termelétricas a gás para prover flexibilidade ao sistema elétrico. Essa mudança, identificada por análises de mercado, sinaliza uma reconfiguração na matriz de oferta de potência e serviços ancilares. Paralelamente, a Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) adiou a deliberação sobre novas regras de autoprodução de energia, afetando diretamente 295 projetos de minigeração distribuída que aguardam definição regulatória.

A paridade de custos entre baterias e termelétricas a gás representa um marco significativo, impulsionado pela queda acentuada nos preços das baterias de íon-lítio — uma redução superior a 80% na última década. Esse avanço torna a combinação de fontes renováveis intermitentes, como solar e eólica, com sistemas de armazenamento mais atraente, diminuindo a dependência de usinas térmicas a gás para garantir a segurança e a estabilidade da rede.

Historicamente, as termelétricas a gás, com cerca de 17 GW de capacidade instalada no Brasil, têm sido a principal fonte de flexibilidade para o sistema, despachando rapidamente para compensar flutuações na geração. As baterias, contudo, oferecem uma alternativa com tempo de resposta ainda mais ágil e sem emissões diretas. Com custos de instalação e operação em trajetória descendente, elas redefinem o papel das usinas de pico (peaker plants) e a alocação de investimentos no setor.

O adiamento da ANEEL sobre as regras de autoprodução prolonga a incerteza para os 295 projetos de minigeração distribuída mencionados. A decisão da agência reguladora, que busca maior análise e consenso, está diretamente ligada à implementação da Lei nº 14.300/2022, o marco legal da geração distribuída que alterou o sistema de compensação de energia e introduziu a cobrança gradual do "fio B" para novos projetos.

A ANEEL, como reguladora central, busca equilibrar os interesses dos diversos atores do setor. De um lado, associações como a ABSOLAR e a ABGD representam os geradores e consumidores que investem em geração distribuída (GD), defendendo um ambiente regulatório estável. Do outro, a ABRADEE, que representa as distribuidoras de energia, argumenta sobre os impactos tarifários da expansão da GD no subsídio cruzado e na remuneração dos custos da rede. Os 295 projetos afetados pelo adiamento são a ponta mais visível dessa disputa.

A Lei 14.300/2022 estabeleceu um período de transição para a nova regra de compensação da GD, gerando uma corrida por projetos que pudessem se enquadrar nas condições mais favoráveis anteriores. O adiamento da ANEEL reflete a complexidade de regulamentar essa transição e a necessidade de mitigar os impactos sobre os investimentos já realizados ou em fase avançada de planejamento, especialmente para os projetos de minigeração, que demandam maior porte e capital.

A competitividade das baterias impacta de forma transformadora a transição energética brasileira. Ela permite uma maior penetração de fontes renováveis intermitentes, ao prover flexibilidade e estabilidade à rede, e pode direcionar investimentos que antes seriam destinados a novas usinas a gás. A longo prazo, isso pode significar menor dependência de termelétricas mais caras e poluentes, potencialmente estabilizando ou reduzindo a pressão sobre as tarifas e impulsionando a resiliência do sistema elétrico.

Com mais de 30 GW de capacidade instalada em micro e minigeração distribuída, o Brasil se consolida como um dos líderes globais no segmento. O debate regulatório em torno da Lei 14.300/2022 e do "fio B" é crucial para definir o ritmo de crescimento futuro e a sustentabilidade do modelo, enquanto a ascensão das baterias oferece um novo vetor de descarbonização e otimização da matriz energética, complementando a GD e a geração centralizada.

Em mercados elétricos mais maduros, como os dos Estados Unidos (especialmente na Califórnia) e Austrália, o armazenamento em baterias já compete diretamente com termelétricas de pico e até mesmo com a construção de novas linhas de transmissão para flexibilidade da rede. A Califórnia, por exemplo, tem visto um boom de projetos de armazenamento em escala de utilidade, substituindo usinas a gás mais antigas e demonstrando o potencial de descarbonização e otimização de custos que o Brasil pode replicar.

O adiamento da decisão da ANEEL sobre as regras de autoprodução indica que a agência ainda busca um consenso ou maior aprofundamento técnico para a implementação da Lei 14.300/2022. Espera-se que a ANEEL divulgue um novo cronograma para a análise e deliberação, possivelmente incluindo novas consultas públicas ou reuniões com stakeholders para mitigar os impactos e garantir uma transição justa para os 295 projetos e futuros investimentos em geração distribuída.

Compartilhar:XLinkedInWhatsAppTelegram

Fonte

Matéria produzida pela redação do Radar Energia com base em informações de Xpi. Consulte o material original para validação técnica e jurídica.

Acessar fonte oficial

Tags

Receba o essencial do setor de energia

Os principais fatos que afetam preço, regulação, geração e combustíveis — todo dia ao meio-dia, no seu e-mail.

Como esta matéria foi produzida: conteúdo produzido com apoio de inteligência artificial a partir de fontes oficiais e/ou públicas, com curadoria editorial do Radar Energia. Sempre que possível, priorizamos documentos, comunicados e dados primários. Viu algo a corrigir? Fale com a redação.