Carga SIN72.018 MW 0,05%PLD MédioR$ 97,78/MWh 13,98%PLD SE/COR$ 97,79/MWh 13,98%PLD SulR$ 97,78/MWh 13,99%PLD NER$ 97,78/MWh 13,99%PLD NorteR$ 97,79/MWh 13,99%EAR SIN63% 0,16%EAR SE/CO57,1% 0,00%EAR Sul82% 0,00%EAR NE74,1% 0,27%EAR Norte79,3% 0,25%ENA SIN128% MLT 3,03%ENA SE/CO99% MLT 1,02%ENA Sul248% MLT 5,34%ENA NE63% MLT 1,56%ENA Norte55% MLT 0,00%Carga SIN72.018 MW 0,05%PLD MédioR$ 97,78/MWh 13,98%PLD SE/COR$ 97,79/MWh 13,98%PLD SulR$ 97,78/MWh 13,99%PLD NER$ 97,78/MWh 13,99%PLD NorteR$ 97,79/MWh 13,99%EAR SIN63% 0,16%EAR SE/CO57,1% 0,00%EAR Sul82% 0,00%EAR NE74,1% 0,27%EAR Norte79,3% 0,25%ENA SIN128% MLT 3,03%ENA SE/CO99% MLT 1,02%ENA Sul248% MLT 5,34%ENA NE63% MLT 1,56%ENA Norte55% MLT 0,00%
Hidráulica35.757 MW(48%) 7,02%Térmica10.402 MW(14%) 18,62%Eólica14.476 MW(19%) 12,82%Solar11.814 MW(16%) 0,26%Nuclear1.918 MW(3%) 3,62%Hidráulica35.757 MW(48%) 7,02%Térmica10.402 MW(14%) 18,62%Eólica14.476 MW(19%) 12,82%Solar11.814 MW(16%) 0,26%Nuclear1.918 MW(3%) 3,62%Hidráulica35.757 MW(48%) 7,02%Térmica10.402 MW(14%) 18,62%Eólica14.476 MW(19%) 12,82%Solar11.814 MW(16%) 0,26%Nuclear1.918 MW(3%) 3,62%
PETR4R$ 47,90 0,71%PETR3R$ 52,80 0,42%PRIO3R$ 62,13 1,02%RECV3R$ 11,38 0,52%VBBR3R$ 37,30 1,17%UGPA3R$ 37,88 3,92%RAIZ4R$ 0,28 3,70%CSAN3R$ 3,88 1,57%EGIE3R$ 30,91 1,81%CMIG4R$ 11,69 4,56%CPFE3R$ 47,06 0,71%EQTL3R$ 39,60 1,75%ENGI11R$ 51,88 0,99%NEOE3R$ 33,80 0,00%AURE3R$ 12,21 4,99%ENEV3R$ 27,98 1,23%TAEE11R$ 42,13 1,40%ALUP11R$ 34,03 1,67%LIGT3R$ 3,56 2,20%PETR4R$ 47,90 0,71%PETR3R$ 52,80 0,42%PRIO3R$ 62,13 1,02%RECV3R$ 11,38 0,52%VBBR3R$ 37,30 1,17%UGPA3R$ 37,88 3,92%RAIZ4R$ 0,28 3,70%CSAN3R$ 3,88 1,57%EGIE3R$ 30,91 1,81%CMIG4R$ 11,69 4,56%CPFE3R$ 47,06 0,71%EQTL3R$ 39,60 1,75%ENGI11R$ 51,88 0,99%NEOE3R$ 33,80 0,00%AURE3R$ 12,21 4,99%ENEV3R$ 27,98 1,23%TAEE11R$ 42,13 1,40%ALUP11R$ 34,03 1,67%LIGT3R$ 3,56 2,20%
BrentUS$ 97,25 1,01%WTIUS$ 92,34 0,94%Gás NaturalUS$ 2,90 2,69%DólarR$ 5,09 0,76%BrentUS$ 97,25 1,01%WTIUS$ 92,34 0,94%Gás NaturalUS$ 2,90 2,69%DólarR$ 5,09 0,76%BrentUS$ 97,25 1,01%WTIUS$ 92,34 0,94%Gás NaturalUS$ 2,90 2,69%DólarR$ 5,09 0,76%
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Radar Energia
AnálisePetróleo & Gás

Petróleo Brent fecha abaixo de US$ 100 após correção em meio a tensões no Oriente Médio

Os contratos futuros do petróleo Brent caíram 3,88% em 24 de julho, fechando a US$ 96,78 por barril, em um movimento de correção após dias de forte alta impulsionada por tensões geopolíticas no Oriente Médio. A queda, contudo, não alivia a pressão sobre a política de preços doméstica e a manutenção do Imposto de Exportação.

27 de julho de 2026 às 09:24Fonte oficial: ABEGÁSRedação Radar Energia

Os contratos futuros do petróleo fecharam em queda na última sexta-feira (24), com o tipo Brent, referência mundial, recuando 3,88% para US$ 96,78 por barril na Intercontinental Exchange (ICE). O WTI, referência americana, também cedeu 3,12%, cotado a US$ 89,31 por barril na New York Mercantile Exchange (Nymex), segundo informações divulgadas pela Abegás, citando o Valor Online.

A desvalorização representa um movimento de correção após a forte escalada de preços observada nos dias anteriores, quando o Brent chegou a superar a marca de US$ 100 por barril. A alta foi impulsionada por uma intensificação das tensões geopolíticas no Oriente Médio, incluindo ataques a navios sauditas no Mar Vermelho e a escalada de confrontos entre Estados Unidos e Irã, que geraram preocupações com a oferta global de petróleo.

Apesar da correção pontual no mercado internacional, o cenário doméstico de combustíveis permanece sob pressão. A Camex (Gecex) manteve a cobrança de 12% do Imposto de Exportação sobre o petróleo, medida criticada pelo Instituto Brasileiro de Petróleo e Gás (IBP) por prejudicar a competitividade do país. Paralelamente, as isenções de PIS e Cofins sobre GLP e Querosene de Aviação (QAV) foram prorrogadas até 31 de julho de 2026, com o governo avaliando sua continuidade ou remoção iminente.

A valorização do petróleo, mesmo em cenário de volatilidade, beneficiou o governo, que distribuiu R$ 36,5 bilhões em royalties de petróleo e gás natural no primeiro semestre de 2026, superando em 35% a projeção inicial. Produtoras como Petrobras e PRIO também tendem a se beneficiar da valorização do barril. No entanto, importadores de combustíveis, representados pela Abicom, perdem competitividade devido à defasagem dos preços da Petrobras em relação ao mercado internacional, que em 22 de julho era de 52% para a gasolina e 67% para o diesel. Consumidores de energia elétrica enfrentam o risco de aumento nas tarifas em 2026, com projeções de alta entre 5,4% e 8%, impulsionadas por encargos setoriais e o uso de termelétricas.

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