Carga SIN81.463 MW 1,61%PLD MédioR$ 91,39/MWh 34,09%PLD SE/COR$ 91,39/MWh 34,09%PLD SulR$ 91,39/MWh 34,09%PLD NER$ 91,39/MWh 34,09%PLD NorteR$ 91,39/MWh 34,09%EAR SIN71,5% 0,56%EAR SE/CO65,5% 0,00%EAR Sul71,2% 9,37%EAR NE88,9% 0,11%EAR Norte93,8% 0,11%ENA SIN178% MLT 15,58%ENA SE/CO117% MLT 0,85%ENA Sul368% MLT 22,26%ENA NE67% MLT 4,69%ENA Norte84% MLT 1,18%Carga SIN81.463 MW 1,61%PLD MédioR$ 91,39/MWh 34,09%PLD SE/COR$ 91,39/MWh 34,09%PLD SulR$ 91,39/MWh 34,09%PLD NER$ 91,39/MWh 34,09%PLD NorteR$ 91,39/MWh 34,09%EAR SIN71,5% 0,56%EAR SE/CO65,5% 0,00%EAR Sul71,2% 9,37%EAR NE88,9% 0,11%EAR Norte93,8% 0,11%ENA SIN178% MLT 15,58%ENA SE/CO117% MLT 0,85%ENA Sul368% MLT 22,26%ENA NE67% MLT 4,69%ENA Norte84% MLT 1,18%
Hidráulica43.470 MW(51%) 3,17%Térmica11.820 MW(14%) 24,62%Eólica16.255 MW(19%) 2,13%Solar11.424 MW(13%) 1,53%Nuclear1.990 MW(2%) 0,00%Hidráulica43.470 MW(51%) 3,17%Térmica11.820 MW(14%) 24,62%Eólica16.255 MW(19%) 2,13%Solar11.424 MW(13%) 1,53%Nuclear1.990 MW(2%) 0,00%Hidráulica43.470 MW(51%) 3,17%Térmica11.820 MW(14%) 24,62%Eólica16.255 MW(19%) 2,13%Solar11.424 MW(13%) 1,53%Nuclear1.990 MW(2%) 0,00%
PETR4R$ 38,25 1,11%PETR3R$ 42,39 1,97%PRIO3R$ 52,96 1,07%RECV3R$ 9,64 2,13%VBBR3R$ 30,38 3,05%UGPA3R$ 27,53 5,72%RAIZ4R$ 0,39 2,50%CSAN3R$ 3,78 2,16%EGIE3R$ 32,14 1,68%CMIG4R$ 11,03 2,04%CPFE3R$ 45,69 3,23%EQTL3R$ 39,44 1,81%ENGI11R$ 48,57 2,45%NEOE3R$ 33,80 0,00%AURE3R$ 12,01 4,07%ENEV3R$ 26,63 1,45%TAEE11R$ 41,07 3,06%ALUP11R$ 33,04 2,58%LIGT3R$ 3,17 6,21%PETR4R$ 38,25 1,11%PETR3R$ 42,39 1,97%PRIO3R$ 52,96 1,07%RECV3R$ 9,64 2,13%VBBR3R$ 30,38 3,05%UGPA3R$ 27,53 5,72%RAIZ4R$ 0,39 2,50%CSAN3R$ 3,78 2,16%EGIE3R$ 32,14 1,68%CMIG4R$ 11,03 2,04%CPFE3R$ 45,69 3,23%EQTL3R$ 39,44 1,81%ENGI11R$ 48,57 2,45%NEOE3R$ 33,80 0,00%AURE3R$ 12,01 4,07%ENEV3R$ 26,63 1,45%TAEE11R$ 41,07 3,06%ALUP11R$ 33,04 2,58%LIGT3R$ 3,17 6,21%
BrentUS$ 72,13 0,78%WTIUS$ 68,78 0,29%Gás NaturalUS$ 3,25 0,78%DólarR$ 5,17 1,02%BrentUS$ 72,13 0,78%WTIUS$ 68,78 0,29%Gás NaturalUS$ 3,25 0,78%DólarR$ 5,17 1,02%BrentUS$ 72,13 0,78%WTIUS$ 68,78 0,29%Gás NaturalUS$ 3,25 0,78%DólarR$ 5,17 1,02%
ONS recebe 223 adesões para liberar 11,5 GW em capacidade de transmissãoPPSA e parceiros assinam contratos de partilha para blocos do 3º OPPLeilão de Transmissão da Aneel gera economia de R$ 4,3 bilhões com deságio de 53%Belo Horizonte vota projetos de Cidade Esponja e incentivo à energia solarEtanol de Cereais Atinge 10 Bilhões de Litros e Redefine Cenário da Bioenergia BrasileiraMME exige planos de risco de agentes do setor elétrico para El NiñoAneel avança com obrigatoriedade de medidores inteligentes e define cronogramaMinaspetro judicializa resolução da ANP sobre margens de combustíveisRegulação de armazenamento de energia no Brasil avança fragmentada, alerta Acende BrasilAneel formaliza regras para armazenamento de energia e reduz custo de rede para SAE autônomoBrasil consolida liderança global em transição energética, aponta IRENAAneel aperta regras para autoprodução e exige outorga para novos projetosONS recebe 223 adesões para liberar 11,5 GW em capacidade de transmissãoPPSA e parceiros assinam contratos de partilha para blocos do 3º OPPLeilão de Transmissão da Aneel gera economia de R$ 4,3 bilhões com deságio de 53%Belo Horizonte vota projetos de Cidade Esponja e incentivo à energia solarEtanol de Cereais Atinge 10 Bilhões de Litros e Redefine Cenário da Bioenergia BrasileiraMME exige planos de risco de agentes do setor elétrico para El NiñoAneel avança com obrigatoriedade de medidores inteligentes e define cronogramaMinaspetro judicializa resolução da ANP sobre margens de combustíveisRegulação de armazenamento de energia no Brasil avança fragmentada, alerta Acende BrasilAneel formaliza regras para armazenamento de energia e reduz custo de rede para SAE autônomoBrasil consolida liderança global em transição energética, aponta IRENAAneel aperta regras para autoprodução e exige outorga para novos projetos
Radar Energia
AnáliseRegulação & Política

Belo Horizonte vota projetos de Cidade Esponja e incentivo à energia solar

A Câmara Municipal de Belo Horizonte realiza a votação final de projetos que podem redefinir padrões urbanísticos e energéticos na capital mineira. As propostas abordam os conceitos de 'Cidade Esponja' e o incentivo à geração solar distribuída, sinalizando um avanço na agenda de sustentabilidade local.

3 de julho de 2026 às 18:07Fonte oficial: MMERedação Radar Energia

A Câmara Municipal de Belo Horizonte realiza a votação final de projetos de lei que visam impulsionar o conceito de 'Cidade Esponja' e a adoção de energia solar na capital mineira. As iniciativas, com votação prevista para os próximos dias, representam um movimento do legislativo local para integrar soluções de sustentabilidade e resiliência urbana, embora os detalhes específicos das regras e limites propostos ainda não tenham sido divulgados.

O conceito de 'Cidade Esponja' busca aumentar a capacidade de absorção e retenção de água em áreas urbanas, mitigando os efeitos de enchentes e contribuindo para a gestão hídrica em um cenário de eventos climáticos extremos. Paralelamente, os projetos de energia solar visam incentivar a micro e minigeração distribuída, em linha com a Lei nº 14.300/2022, que estabelece o marco legal do setor no país, e com a crescente participação da fonte na matriz elétrica nacional, que hoje responde por mais de 23% da geração total do país, segundo o Atlas Solar Brasil 2026.

Essas legislações municipais geralmente se inserem no Plano Diretor e no Código de Edificações, podendo estabelecer exigências construtivas, como a permeabilidade do solo e sistemas de reuso de água, ou programas de incentivo fiscal, a exemplo do 'IPTU Verde', que oferece descontos para imóveis com soluções sustentáveis. A implementação de tais medidas, contudo, pode gerar tensões com o setor da construção civil, que frequentemente levanta preocupações sobre os custos adicionais e a necessidade de adaptação a novas regras.

A aprovação dessas propostas tem o potencial de impactar diretamente o planejamento urbano e o mercado de energia local. Para o setor da construção, novas exigências podem redefinir padrões e exigir investimentos em infraestrutura verde. Para consumidores e agentes do mercado de energia, a legislação pode criar um ambiente mais favorável para a expansão da geração distribuída, com reflexos na demanda da rede e, consequentemente, nos custos de energia, ainda que os impactos específicos em tarifas ou encargos não tenham sido confirmados para este caso.

Compartilhar:XLinkedInWhatsAppTelegram

Tags

Receba o essencial do setor de energia

Os principais fatos que afetam preço, regulação, geração e combustíveis — todo dia ao meio-dia, no seu e-mail.

Como esta matéria foi produzida: apurada a partir da fonte oficial citada e de documentos primários, com verificação de números, datas e prazos antes da publicação, seguindo a nossa Política Editorial — que inclui o uso de tecnologia própria na apuração. Viu algo a corrigir? Fale com a redação.