Carga SIN71.861 MW 8,74%PLD MédioR$ 121,31/MWh 2,87%PLD SE/COR$ 122,85/MWh 1,49%PLD SulR$ 122,84/MWh 1,49%PLD NER$ 118,87/MWh 5,74%PLD NorteR$ 120,68/MWh 3,00%EAR SIN67,4% 0,15%EAR SE/CO61% 0,16%EAR Sul84,2% 0,36%EAR NE80,1% 0,25%EAR Norte86,6% 0,12%ENA SIN132% MLT 0,75%ENA SE/CO99% MLT 1,00%ENA Sul211% MLT 1,44%ENA NE66% MLT 0,00%ENA Norte69% MLT 0,00%Carga SIN71.861 MW 8,74%PLD MédioR$ 121,31/MWh 2,87%PLD SE/COR$ 122,85/MWh 1,49%PLD SulR$ 122,84/MWh 1,49%PLD NER$ 118,87/MWh 5,74%PLD NorteR$ 120,68/MWh 3,00%EAR SIN67,4% 0,15%EAR SE/CO61% 0,16%EAR Sul84,2% 0,36%EAR NE80,1% 0,25%EAR Norte86,6% 0,12%ENA SIN132% MLT 0,75%ENA SE/CO99% MLT 1,00%ENA Sul211% MLT 1,44%ENA NE66% MLT 0,00%ENA Norte69% MLT 0,00%
Hidráulica35.175 MW(48%) 11,39%Térmica9.190 MW(13%) 0,99%Eólica15.181 MW(21%) 5,04%Solar11.391 MW(16%) 7,75%Nuclear2.009 MW(3%) 0,05%Hidráulica35.175 MW(48%) 11,39%Térmica9.190 MW(13%) 0,99%Eólica15.181 MW(21%) 5,04%Solar11.391 MW(16%) 7,75%Nuclear2.009 MW(3%) 0,05%Hidráulica35.175 MW(48%) 11,39%Térmica9.190 MW(13%) 0,99%Eólica15.181 MW(21%) 5,04%Solar11.391 MW(16%) 7,75%Nuclear2.009 MW(3%) 0,05%
PETR4R$ 42,47 1,36%PETR3R$ 47,46 1,56%PRIO3R$ 61,58 4,25%RECV3R$ 10,73 0,75%VBBR3R$ 33,65 0,18%UGPA3R$ 33,82 5,56%RAIZ4R$ 0,23 8,00%CSAN3R$ 3,22 3,01%EGIE3R$ 28,05 0,85%CMIG4R$ 10,21 0,87%CPFE3R$ 40,99 5,18%EQTL3R$ 34,23 1,69%ENGI11R$ 43,69 0,59%NEOE3R$ 33,80 0,00%AURE3R$ 10,10 1,85%ENEV3R$ 24,53 0,78%TAEE11R$ 37,25 2,51%ALUP11R$ 31,30 1,36%LIGT3R$ 3,23 3,53%PETR4R$ 42,47 1,36%PETR3R$ 47,46 1,56%PRIO3R$ 61,58 4,25%RECV3R$ 10,73 0,75%VBBR3R$ 33,65 0,18%UGPA3R$ 33,82 5,56%RAIZ4R$ 0,23 8,00%CSAN3R$ 3,22 3,01%EGIE3R$ 28,05 0,85%CMIG4R$ 10,21 0,87%CPFE3R$ 40,99 5,18%EQTL3R$ 34,23 1,69%ENGI11R$ 43,69 0,59%NEOE3R$ 33,80 0,00%AURE3R$ 10,10 1,85%ENEV3R$ 24,53 0,78%TAEE11R$ 37,25 2,51%ALUP11R$ 31,30 1,36%LIGT3R$ 3,23 3,53%
BrentUS$ 91,03 0,18%WTIUS$ 84,15 0,41%Gás NaturalUS$ 2,72 1,23%DólarR$ 5,20 0,40%BrentUS$ 91,03 0,18%WTIUS$ 84,15 0,41%Gás NaturalUS$ 2,72 1,23%DólarR$ 5,20 0,40%BrentUS$ 91,03 0,18%WTIUS$ 84,15 0,41%Gás NaturalUS$ 2,72 1,23%DólarR$ 5,20 0,40%
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Radar Energia
AnálisePetróleo & Gás

Brent supera US$ 90 com escalada de hostilidades no Golfo Pérsico

O preço do petróleo Brent, referência global, ultrapassou os US$ 90 por barril nesta segunda-feira (17), superando US$ 91 nesta terça-feira (18), impulsionado pela intensificação das hostilidades no Golfo Pérsico e o prolongado impasse diplomático entre Estados Unidos e Irã.

18 de agosto de 2026 às 08:24Fonte oficial: ABEGÁSRedação Radar Energia

O petróleo Brent, principal referência global, superou a marca de US$ 90 por barril na última segunda-feira (17), fechando a US$ 90,87, e superou US$ 91 nesta terça-feira (18), segundo dados de mercado. A escalada é atribuída à ampliação das hostilidades no Golfo Pérsico e à ausência de avanços diplomáticos entre Estados Unidos e Irã, em um conflito que se estende por quase seis meses, conforme reportado pela ABEGÁS, citando o Valor Online.

O West Texas Intermediate (WTI), referência nos EUA, também registrou alta, cotado a US$ 84,50 na segunda e a US$ 84,84 hoje. A pressão sobre os preços é intensificada por novos ataques israelenses ao Líbano e pela postura do presidente dos EUA, Donald Trump, que ameaçou Omã caso o país interfira na guerra contra o Irã, especialmente no que tange ao Estreito de Ormuz, e descartou pressa na resolução do conflito.

Este cenário eleva o prêmio de risco geopolítico, beneficiando produtores de petróleo e gás, como a Petrobras, que veem suas receitas aumentarem, e governos, com maior arrecadação de royalties e impostos. Em contrapartida, refinarias, distribuidoras de combustíveis e indústrias petroquímicas enfrentam custos mais elevados de matéria-prima. No Brasil, geradores termelétricos a óleo e gás podem ter seus Custos Variáveis Unitários (CVU) pressionados, com potencial impacto no Preço de Liquidação das Diferenças (PLD) e, a médio prazo, nos custos de energia para o Ambiente de Contratação Livre (ACL) e Regulada (ACR).

A superação dos US$ 90 pelo Brent não é um evento isolado, mas a continuidade de uma tendência de alta observada desde julho de 2026, quando o preço já havia ultrapassado US$ 91 e chegou a US$ 100 após ataques a petroleiros sauditas, conforme o acervo do Radar Energia. A Agência Internacional de Energia (IEA) já alertava em julho que a escalada entre EUA e Irã comprometeria o superávit de petróleo projetado para 2027, e a crise já repercute no mercado europeu de gás natural, com altas consecutivas e temores de abastecimento para o inverno.

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