Carga SIN79.842 MW 0,88%PLD MédioR$ 124,82/MWh 8,59%PLD SE/COR$ 124,83/MWh 8,59%PLD SulR$ 124,82/MWh 8,60%PLD NER$ 124,82/MWh 8,60%PLD NorteR$ 124,83/MWh 8,59%EAR SIN71,7% 0,00%EAR SE/CO65% 0,15%EAR Sul80,7% 0,62%EAR NE88,3% 0,23%EAR Norte92,9% 0,21%ENA SIN132% MLT 4,35%ENA SE/CO107% MLT 0,93%ENA Sul300% MLT 5,96%ENA NE66% MLT 0,00%ENA Norte80% MLT 1,23%Carga SIN79.842 MW 0,88%PLD MédioR$ 124,82/MWh 8,59%PLD SE/COR$ 124,83/MWh 8,59%PLD SulR$ 124,82/MWh 8,60%PLD NER$ 124,82/MWh 8,60%PLD NorteR$ 124,83/MWh 8,59%EAR SIN71,7% 0,00%EAR SE/CO65% 0,15%EAR Sul80,7% 0,62%EAR NE88,3% 0,23%EAR Norte92,9% 0,21%ENA SIN132% MLT 4,35%ENA SE/CO107% MLT 0,93%ENA Sul300% MLT 5,96%ENA NE66% MLT 0,00%ENA Norte80% MLT 1,23%
Hidráulica44.396 MW(55%) 3,59%Térmica10.846 MW(13%) 6,23%Eólica11.659 MW(14%) 11,46%Solar12.498 MW(15%) 0,07%Nuclear1.990 MW(2%) 0,00%Hidráulica44.396 MW(55%) 3,59%Térmica10.846 MW(13%) 6,23%Eólica11.659 MW(14%) 11,46%Solar12.498 MW(15%) 0,07%Nuclear1.990 MW(2%) 0,00%Hidráulica44.396 MW(55%) 3,59%Térmica10.846 MW(13%) 6,23%Eólica11.659 MW(14%) 11,46%Solar12.498 MW(15%) 0,07%Nuclear1.990 MW(2%) 0,00%
PETR4R$ 39,56 2,91%PETR3R$ 44,01 2,44%PRIO3R$ 55,88 0,62%RECV3R$ 10,09 5,10%VBBR3R$ 31,83 3,14%UGPA3R$ 29,65 5,14%RAIZ4R$ 0,39 0,00%CSAN3R$ 3,79 1,30%EGIE3R$ 32,40 1,07%CMIG4R$ 10,97 0,37%CPFE3R$ 45,91 1,03%EQTL3R$ 38,97 0,43%ENGI11R$ 49,48 1,89%NEOE3R$ 33,80 0,00%AURE3R$ 11,94 1,08%ENEV3R$ 25,74 0,27%TAEE11R$ 40,02 0,94%ALUP11R$ 32,86 0,49%LIGT3R$ 2,98 3,83%PETR4R$ 39,56 2,91%PETR3R$ 44,01 2,44%PRIO3R$ 55,88 0,62%RECV3R$ 10,09 5,10%VBBR3R$ 31,83 3,14%UGPA3R$ 29,65 5,14%RAIZ4R$ 0,39 0,00%CSAN3R$ 3,79 1,30%EGIE3R$ 32,40 1,07%CMIG4R$ 10,97 0,37%CPFE3R$ 45,91 1,03%EQTL3R$ 38,97 0,43%ENGI11R$ 49,48 1,89%NEOE3R$ 33,80 0,00%AURE3R$ 11,94 1,08%ENEV3R$ 25,74 0,27%TAEE11R$ 40,02 0,94%ALUP11R$ 32,86 0,49%LIGT3R$ 2,98 3,83%
BrentUS$ 77,63 0,50%WTIUS$ 73,01 0,69%Gás NaturalUS$ 3,06 4,61%DólarR$ 5,12 0,96%BrentUS$ 77,63 0,50%WTIUS$ 73,01 0,69%Gás NaturalUS$ 3,06 4,61%DólarR$ 5,12 0,96%BrentUS$ 77,63 0,50%WTIUS$ 73,01 0,69%Gás NaturalUS$ 3,06 4,61%DólarR$ 5,12 0,96%
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EIA eleva projeção de produção global de petróleo e prevê queda de preços após acordo em Ormuz

A Agência de Informação de Energia dos EUA (EIA) revisou para cima sua projeção de produção global de petróleo, prevendo uma recuperação significativa da oferta e uma queda nos preços do Brent para US$ 74/b no 3T26. A mudança, detalhada no relatório Short-Term Energy Outlook (STEO) de julho, reflete o memorando de entendimento assinado entre Estados Unidos e Irã para restabelecer o tráfego no estratégico Estreito de Ormuz.

9 de julho de 2026 às 09:20Fonte oficial: EIARedação Radar Energia

A Agência de Informação de Energia dos EUA (EIA) elevou sua previsão para a produção global de petróleo, conforme o relatório Short-Term Energy Outlook (STEO) divulgado em 7 de julho de 2026. A agência projeta que a oferta mundial e os fluxos comerciais de óleo bruto se restabelecerão a patamares próximos aos pré-conflito até o final do ano, com a maior parte da produção que estava paralisada retornando ao mercado no primeiro trimestre de 2027.

A base para essa revisão é o memorando de entendimento (MOU) firmado entre os Estados Unidos e o Irã em 18 de junho de 2026, visando à reabertura do Estreito de Ormuz. A expectativa é que a normalização do tráfego na via marítima, crucial para o transporte global de petróleo, alivie as pressões de oferta que marcaram os últimos meses de conflito na região.

Consequentemente, a EIA recalibrou suas projeções de preços. A agência prevê que o preço spot do petróleo Brent caia para uma média de US$ 74/b no terceiro trimestre de 2026, uma redução de US$ 27/b em relação à estimativa anterior. Para 2027, a previsão é de um preço médio ainda menor, de US$ 65/b.

Essa moderação nos preços deve se estender aos derivados e ao gás natural. Os preços médios de varejo da gasolina nos EUA, por exemplo, devem recuar para cerca de US$ 3,60/gal no segundo semestre de 2026. No mercado de gás natural, os preços do Henry Hub são esperados para US$ 3,70/MMBtu em 2026 e abaixo de US$ 3,50/MMBtu em 2027, sinalizando um ambiente de custos energéticos mais baixos.

Apesar das projeções da EIA, o mercado reagiu com cautela nos últimos dias. Veículos de imprensa reportaram, em 7 e 8 de julho, novos ataques a embarcações na região de Ormuz e ameaças de bloqueio por parte do Irã, impulsionando o preço do Brent, que hoje opera em US$ 78,53/b, acima da projeção da agência para o terceiro trimestre.

Além da recuperação global, a EIA reforçou a posição dos Estados Unidos como um player dominante. A produção de petróleo bruto do país deve crescer de 13,6 MMbpd em 2025 para uma média de 13,8 MMbpd em 2026 e atingir 14,0 MMbpd em 2027. As exportações de Gás Natural Liquefeito (GNL) dos EUA também devem aumentar significativamente, de 15 Bcfd em 2025 para 19 Bcfd até 2027, reforçando a oferta global de gás.

No cenário mais amplo, a agência também prevê que os estoques globais de petróleo cairão 2,2 milhões de b/d no 3T26, uma redução significativamente menor que a previsão anterior de mais de 7 milhões de b/d, indicando um reequilíbrio mais rápido entre oferta e demanda. A OPEP+ tem contribuído para o aumento da produção global, e a Arábia Saudita já reduziu seus preços oficiais de venda para clientes asiáticos, em uma clara mudança de estratégia para proteger sua participação de mercado.

A revisão da EIA ocorre após um período de meses de intensa tensão e conflito que culminou no bloqueio parcial do Estreito de Ormuz, impactando severamente os preços e a logística do petróleo. O MOU de 18 de junho foi, portanto, um ponto de inflexão, trazendo a expectativa de um retorno à estabilidade e à previsibilidade para os mercados globais de energia.

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