Carga SIN85.755 MW▼ 1,43%PLD MédioR$ 104,44/MWh▼ 47,73%PLD SE/COR$ 107,19/MWh▼ 46,35%PLD SulR$ 96,2/MWh▼ 51,85%PLD NER$ 107,18/MWh▼ 46,35%PLD NorteR$ 107,19/MWh▼ 46,35%EAR SIN62,3%▼ 0,32%EAR SE/CO57,3%▼ 0,17%EAR Sul83,2%▼ 0,36%EAR NE70,2%▼ 0,43%EAR Norte74,8%▼ 0,27%ENA SIN177% MLT▼ 1,12%ENA SE/CO142% MLT▲ 0,71%ENA Sul264% MLT▲ 1,54%ENA NE69% MLT▲ 1,47%ENA Norte54% MLT• 0,00%Carga SIN85.755 MW▼ 1,43%PLD MédioR$ 104,44/MWh▼ 47,73%PLD SE/COR$ 107,19/MWh▼ 46,35%PLD SulR$ 96,2/MWh▼ 51,85%PLD NER$ 107,18/MWh▼ 46,35%PLD NorteR$ 107,19/MWh▼ 46,35%EAR SIN62,3%▼ 0,32%EAR SE/CO57,3%▼ 0,17%EAR Sul83,2%▼ 0,36%EAR NE70,2%▼ 0,43%EAR Norte74,8%▼ 0,27%ENA SIN177% MLT▼ 1,12%ENA SE/CO142% MLT▲ 0,71%ENA Sul264% MLT▲ 1,54%ENA NE69% MLT▲ 1,47%ENA Norte54% MLT• 0,00%
Hidráulica46.445 MW(54%)▲ 2,53%Térmica9.365 MW(11%)▼ 7,92%Eólica13.911 MW(16%)▼ 9,69%Solar14.684 MW(17%)▲ 0,07%Nuclear1.350 MW(2%)• 0,00%Hidráulica46.445 MW(54%)▲ 2,53%Térmica9.365 MW(11%)▼ 7,92%Eólica13.911 MW(16%)▼ 9,69%Solar14.684 MW(17%)▲ 0,07%Nuclear1.350 MW(2%)• 0,00%Hidráulica46.445 MW(54%)▲ 2,53%Térmica9.365 MW(11%)▼ 7,92%Eólica13.911 MW(16%)▼ 9,69%Solar14.684 MW(17%)▲ 0,07%Nuclear1.350 MW(2%)• 0,00%
PETR4R$ 49,26▲ 1,88%PETR3R$ 54,12▲ 1,73%PRIO3R$ 60,71▲ 0,41%RECV3R$ 10,76▼ 1,65%VBBR3R$ 39,15▼ 1,39%UGPA3R$ 38,80▼ 1,72%RAIZ4R$ 0,29▲ 3,57%CSAN3R$ 3,81▲ 1,87%EGIE3R$ 29,00▼ 5,38%CMIG4R$ 10,91▼ 3,96%CPFE3R$ 44,48▼ 2,86%EQTL3R$ 39,63▼ 2,24%ENGI11R$ 51,37▼ 3,13%NEOE3R$ 33,80• 0,00%AURE3R$ 12,42▼ 2,74%ENEV3R$ 27,20▼ 1,81%TAEE11R$ 40,94▼ 1,89%ALUP11R$ 32,05▼ 1,60%LIGT3R$ 3,45▼ 4,17%PETR4R$ 49,26▲ 1,88%PETR3R$ 54,12▲ 1,73%PRIO3R$ 60,71▲ 0,41%RECV3R$ 10,76▼ 1,65%VBBR3R$ 39,15▼ 1,39%UGPA3R$ 38,80▼ 1,72%RAIZ4R$ 0,29▲ 3,57%CSAN3R$ 3,81▲ 1,87%EGIE3R$ 29,00▼ 5,38%CMIG4R$ 10,91▼ 3,96%CPFE3R$ 44,48▼ 2,86%EQTL3R$ 39,63▼ 2,24%ENGI11R$ 51,37▼ 3,13%NEOE3R$ 33,80• 0,00%AURE3R$ 12,42▼ 2,74%ENEV3R$ 27,20▼ 1,81%TAEE11R$ 40,94▼ 1,89%ALUP11R$ 32,05▼ 1,60%LIGT3R$ 3,45▼ 4,17%
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EPE mapeia gargalos na transmissão do Nordeste para hidrogênio e propõe soluções para 4 GW

A Empresa de Pesquisa Energética (EPE) publicou um estudo inédito que avalia as margens do sistema de transmissão do Nordeste para a conexão de cargas de produção de hidrogênio, identificando gargalos e propondo soluções iniciais para até 4 GW. O levantamento é crucial diante do crescente interesse de empreendedores, com 11 projetos de hidrogênio totalizando 45,4 GW protocolados no Ministério de Minas e Energia (MME) até 2038.

24 de junho de 2026 às 12:32Fonte oficial: EPERedação Radar Energia
EPE mapeia gargalos na transmissão do Nordeste para hidrogênio e propõe soluções para 4 GW
Foto: EPE

A Empresa de Pesquisa Energética (EPE) divulgou um estudo prospectivo que detalha a capacidade do sistema de transmissão da região Nordeste para acomodar a crescente demanda de usinas de produção de hidrogênio. O documento, que representa a primeira etapa de uma análise mais ampla, aponta as margens disponíveis e sinaliza a necessidade de reforços para viabilizar a conexão de cargas de grande porte, com soluções propostas para até 4 GW.

A iniciativa da EPE surge em resposta ao grande volume de projetos de hidrogênio que buscam se instalar no Brasil, especialmente no Nordeste. Segundo dados do Ministério de Minas e Energia (MME), o país já registra o interesse de 11 empreendimentos que, juntos, somam 45,4 GW em potência instalada, com previsão de entrada em operação até 2038. Esse cenário impõe um desafio significativo à infraestrutura de transmissão existente.

O estudo focou na avaliação das margens em oito pontos estratégicos de conexão em 500 kV, abrangendo todos os estados da região geoelétrica do Nordeste. Entre os locais analisados estão Parnaíba III, Pecém III, João Câmara III, João Pessoa II, Suape II, Messias, Porto Sergipe e Camaçari II. A análise visa nortear o planejamento da transmissão e oferecer clareza aos empreendedores sobre a capacidade da rede.

Este trabalho da EPE é a fase inicial do “Estudo prospectivo para inserção de cargas de hidrogênio na região Nordeste”, que tem conclusão prevista para outubro de 2025. A etapa seguinte terá como objetivo principal avaliar e propor obras estruturais que aumentem as margens de conexão para as cargas de produção de hidrogênio, garantindo a integração desses projetos ao Sistema Interligado Nacional (SIN).

Diversos atores estão envolvidos neste processo. A EPE, como responsável pelo planejamento, elabora os estudos técnicos. O MME define as diretrizes e políticas energéticas, enquanto a Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) desempenha um papel fundamental na regulamentação e aprovação dos investimentos em transmissão. O Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) atuará na operação e no planejamento da rede, e os empreendedores privados são os demandantes diretos dessa infraestrutura.

O planejamento da expansão da transmissão no Brasil é ancorado no Plano Decenal de Expansão de Energia (PDE) e no Plano de Expansão da Transmissão (PTE), ambos elaborados pela EPE e aprovados pelo MME. A conexão de grandes cargas à Rede Básica é regida por regulamentos específicos da ANEEL, que estabelecem os critérios para os protocolos de acesso e visam assegurar a segurança e a estabilidade do sistema elétrico.

A viabilização da conexão dessas usinas de hidrogênio no Nordeste terá um impacto direto no fomento da transição energética, consolidando a região como um polo de produção de hidrogênio verde no cenário global. Contudo, a expansão da infraestrutura de transmissão demandará investimentos bilionários. Embora essenciais, esses aportes podem gerar pressões sobre as tarifas de uso do sistema de transmissão (TUST) no longo prazo, com reflexos indiretos para os consumidores finais.

Para a indústria e o desenvolvimento regional, a concretização desses projetos representa a criação de um novo vetor de crescimento e competitividade, atraindo investimentos e gerando empregos. A infraestrutura de transmissão, portanto, emerge como um gargalo crítico, e sua superação é determinante para que o Brasil capitalize seu potencial em hidrogênio verde, especialmente aproveitando os recursos eólicos e solares abundantes no Nordeste.

A EPE já havia sinalizado a necessidade de reforços na transmissão para cargas eletrointensivas na região, a exemplo do “Estudo Prospectivo para Inserção de Cargas Eletrointensivas na Região Nordeste”, que recomendou soluções para até 4 GW no Ceará e Piauí. O estudo atual segue essa linha, buscando identificar e propor soluções de forma proativa para o novo vetor de demanda que o hidrogênio representa.

Com a conclusão da segunda etapa do estudo em outubro de 2025, as soluções de transmissão identificadas e aprovadas pelo MME serão integradas aos planos de expansão. Posteriormente, a ANEEL será responsável por licitar essas obras em leilões de transmissão. Os prazos de construção dessas novas linhas e subestações podem levar vários anos, tornando a agilidade no planejamento e na execução fundamental para acompanhar o ritmo dos projetos de hidrogênio.

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