Reino Unido seleciona 27 projetos de hidrogênio para programa de descarbonização
O governo britânico avançou com 27 projetos de hidrogênio em seu programa de descarbonização, visando impulsionar a economia e reduzir as emissões, segundo a Focolum.
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O governo britânico avançou com 27 projetos de hidrogênio em seu programa de descarbonização, visando impulsionar a economia e reduzir as emissões, segundo a Focolum.
A Namíbia ativou em agosto de 2026 o primeiro hub integrado de hidrogênio verde off-grid da África, em Walvis Bay, combinando 5 MWp de energia solar, um eletrolisador de 5 MW e 5,9 MWh de armazenamento em baterias. O projeto, da CMB.TECH Namibia, posiciona o país como pioneiro no continente e contrasta com o atraso regulatório no Brasil, que ainda aguarda decretos para destravar bilhões de reais em investimentos no setor.
A CCEE assumiu formalmente o Registro Central de Certificados de Hidrogênio de Baixa Emissão de Carbono no Brasil. O anúncio, feito em 17 de agosto de 2026, segue a publicação de um decreto presidencial que regulamenta a Política Nacional do Hidrogênio de Baixa Emissão de Carbono, estabelecendo um pilar para a governança e credibilidade do mercado.

A Empresa de Pesquisa Energética (EPE) participou da Rio Innovation Week 2026, onde seus diretores debateram o marco regulatório do hidrogênio de baixo carbono e a segurança energética, em um contexto de avanço regulatório com a publicação do Decreto nº 13.096/2026, que cria incentivos fiscais para o setor.
O governo federal publicou ontem, quarta-feira (12), o Decreto nº 13.096, que regulamenta a Política Nacional do Hidrogênio de Baixa Emissão de Carbono. O texto estabelece um marco legal para a produção do insumo, criando instrumentos de governança, certificação e um regime de incentivos fiscais para o setor, visando destravar investimentos e desenvolver a cadeia produtiva nacional.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva assinou quatro decretos que expandem o mercado livre de energia para consumidores de baixa tensão e estabelecem os arcabouços regulatórios para combustíveis sustentáveis de aviação (SAF), captura e armazenamento de carbono (CCS) e hidrogênio de baixa emissão. As medidas visam reduzir custos para consumidores e acelerar a transição energética brasileira.
Brasil e Filipinas firmaram um Memorando de Entendimento (MoU) para colaboração em bioenergia, hidrogênio, redes elétricas e óleo e gás, estabelecendo um arcabouço para futuras iniciativas e reforçando a diplomacia energética brasileira no Sudeste Asiático.
O Plenário do Senado Federal debaterá a produção de energias renováveis no Brasil, focando em experiências internacionais e instrumentos regulatórios para uma transição energética sustentável. A sessão visa subsidiar futuras propostas legislativas para a expansão da transmissão, regulamentação de armazenamento e hidrogênio verde, e a busca por medidas para reduzir o custo da eletricidade.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva assina nesta quarta-feira (12) decretos que detalham a abertura do mercado livre de energia para todos os consumidores de baixa tensão e estabelecem o marco regulatório para a transição energética, incluindo hidrogênio verde, Combustível Sustentável de Aviação (SAF) e Captura e Estocagem de Carbono (CCUS).
A Empresa de Pesquisa Energética (EPE) publicou um Fact Sheet que detalha o crescimento dos investimentos em Pesquisa, Desenvolvimento e Demonstração (PD&D) em hidrogênio e células a combustível no Brasil. Os aportes atingiram R$ 320 milhões em 2024, superando em 60% a meta de R$ 200 milhões estabelecida pelo Programa Nacional do Hidrogênio (PNH2) para 2025.
A Política Nacional do Hidrogênio de Baixa Emissão de Carbono, instituída por leis em 2024, aguarda os decretos presidenciais regulamentadores para destravar mais de R$ 64 bilhões em investimentos previstos para 2026. A demora na publicação dos atos normativos impede a efetivação de incentivos fiscais cruciais, frustrando as expectativas do setor por um novo marco de desenvolvimento.
A Universidade Federal do Paraná (UFPR) consolida seu papel na transição energética com um investimento de R$ 60 milhões da Embrapii, destinado à criação de um Centro de Competência em Hidrogênio de Baixa Emissão de Carbono. O polo de PD&I visa desenvolver tecnologias para produção, armazenamento e uso do hidrogênio verde, impulsionando a cadeia produtiva nacional e capacitando recursos humanos especializados.
A Empresa de Pesquisa Energética (EPE) estima investimentos de R$ 5,7 bilhões para expandir a capacidade de transmissão em 4 GW no Ceará e Piauí, viabilizando a conexão de grandes cargas eletrointensivas, como data centers e plantas de produção de hidrogênio por eletrólise, a partir de 2032. O planejamento, detalhado em workshop, adota uma estratégia faseada para mitigar riscos diante da incerteza inerente a muitos desses projetos, que somam 54,2 GW em pedidos de conexão até 2038.
O Ministério de Minas e Energia (MME) publicou a 6ª Emissão do Plano de Outorgas de Transmissão de Energia Elétrica (POTEE) 2025, direcionando a expansão da rede para atender à crescente demanda de indústrias de hidrogênio de baixa emissão de carbono, eletrointensivas e data centers. A revisão, disponibilizada em 30 de junho, detalha projetos que incluem mais de 1.800 quilômetros de linhas de transmissão em 500 kV no Nordeste, além de reforços de pequeno porte já autorizados pela ANEEL.
A Índia deu um passo estratégico na transição energética ao inaugurar uma instalação piloto capaz de produzir hidrogênio utilizando diretamente o calor de um reator nuclear, um avanço global que pode redefinir a descarbonização industrial. A iniciativa posiciona o país como pioneiro na tecnologia, visando reduzir sua vasta demanda por hidrogênio fóssil e acelerar o cumprimento das metas de Net Zero até 2070.
A Axia Energia firmou uma parceria com o governo do Espírito Santo para conduzir estudos de viabilidade técnica e econômica visando a instalação de uma planta de hidrogênio verde (H2V) no estado. A iniciativa se alinha à estratégia nacional de descarbonização e posicionamento do Brasil como player global na produção de combustíveis limpos, aproveitando a vocação industrial e portuária capixaba.
Unigel e thyssenkrupp nucera anunciaram a intenção de quadruplicar a capacidade de sua usina de hidrogênio verde (H2V) em Camaçari, Bahia, de 60 MW para 240 MW. A expansão, se concretizada, consolidará o projeto como um pilar para a descarbonização industrial brasileira e a atração de novos investimentos ao setor.
Dados e estudos do Ministério de Minas e Energia (MME) e da Empresa de Pesquisa Energética (EPE) embasaram uma reportagem sobre hidrogênio verde (H2V) exibida no programa Fantástico, da TV Globo. O destaque reforça a posição do H2V como pilar da transição energética brasileira, impulsionado pela matriz renovável e potencial de queda nos custos de produção.
A cidade chinesa de Yingkou impulsiona o desenvolvimento da indústria de hidrogênio, com pesquisa e subsídios para estações de abastecimento. O objetivo é integrar-se ao "Corredor de Rodovia de Energia Hidrogênio Shenyang-Dalian" e descarbonizar o transporte pesado, refletindo a estratégia nacional da China para a transição energética.
Uma pesquisa recente revela avanços significativos na tecnologia de produção de hidrogênio verde (H2V), consolidando sua viabilidade para descarbonizar setores industriais pesados no Brasil. O país, com sua vasta matriz de energia renovável, desponta como um polo global na geração do combustível a custos competitivos, apesar dos desafios regulatórios.
O Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT) demonstrou um veículo movido a hidrogênio que alcançou 140 km de autonomia com apenas 1 kg de combustível, produzido nas instalações do próprio instituto. A iniciativa, apresentada em São José, marca um avanço na busca por soluções de mobilidade sustentável e reforça o potencial do hidrogênio como vetor energético no país.
A Empresa de Pesquisa Energética (EPE) publicou um estudo inédito que avalia as margens do sistema de transmissão do Nordeste para a conexão de cargas de produção de hidrogênio, identificando gargalos e propondo soluções iniciais para até 4 GW. O levantamento é crucial diante do crescente interesse de empreendedores, com 11 projetos de hidrogênio totalizando 45,4 GW protocolados no Ministério de Minas e Energia (MME) até 2038.

A União Europeia anunciou um pacote de investimentos de 266 milhões de euros, o equivalente a R$ 1,5 bilhão, para quatro projetos estruturais no Brasil, com foco em conectividade digital e energias limpas. O aporte foi oficializado durante o II Fórum de Investimentos UE-Brasil e destinará a maior parte dos recursos à expansão da fibra óptica na Amazônia e ao desenvolvimento do mercado de hidrogênio renovável.
O Ministério da Fazenda sinalizou que o primeiro leilão para incentivar a produção de hidrogênio de baixo carbono no Brasil ocorrerá apenas em 2027, com a consulta pública sobre os mecanismos de fomento prevista para novembro de 2026. A decisão ajusta o cronograma da política energética nacional, que inicialmente previa os primeiros incentivos já em 2025 ou 2026, e pode impactar a atração de investimentos para o setor.
A Empresa de Pesquisa Energética (EPE) divulgou um estudo que projeta a necessidade de novas soluções de transmissão para atender até 4 GW de cargas eletrointensivas nos estados do Ceará e Piauí a partir de 2032. A proposta visa viabilizar a conexão de empreendimentos como data centers e plantas de hidrogênio verde, consolidando a região como um polo de energia limpa e desenvolvimento industrial.
A Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) realiza em 23 de junho a segunda edição do 'Net Zero ANP'. O evento online se dedicará ao hidrogênio de baixa emissão de carbono, aprofundando discussões sobre seu potencial e os desafios regulatórios desse insumo estratégico para a transição energética brasileira.
A Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) realiza em 23 de junho a segunda edição do evento Net Zero ANP, com foco exclusivo na regulamentação do hidrogênio de baixa emissão de carbono. O encontro busca coletar subsídios para a criação de um arcabouço normativo que impulsione a produção e o uso desse vetor energético no Brasil, considerado estratégico para a descarbonização.
O Brasil destinou R$ 150 milhões para um Desafio Tecnológico focado no desenvolvimento de um eletrolisador nacional, com o objetivo de produzir hidrogênio de baixa emissão de carbono e garantir soberania tecnológica no setor. A iniciativa visa posicionar o país como um polo de soluções para a transição energética global, aproveitando sua matriz elétrica predominantemente renovável.
O Brasil tem uma janela de oportunidade para se firmar como líder global na produção de hidrogênio verde. Contudo, a consolidação desse mercado exige o fortalecimento de sua base industrial, conforme avaliou um especialista do setor elétrico em 18 de junho de 2026. A abundância de recursos renováveis confere ao país uma vantagem competitiva, que precisa ser capitalizada com políticas de fomento e um marco regulatório claro.
Uma nova tecnologia de plataforma flutuante, que utiliza hidrogênio, está em desenvolvimento para fornecer energia elétrica a navios atracados. O objetivo é eliminar as emissões de poluentes e gases de efeito estufa geradas pelo diesel nos portos, acelerando a descarbonização do setor marítimo e portuário brasileiro. A solução oferece uma alternativa de baixo carbono ao tradicional "cold ironing" alimentado pela rede elétrica.
Engenheiros na Alemanha alcançaram um novo patamar no desenvolvimento de turbinas a hidrogênio, atingindo níveis inéditos de eficiência e estabilidade. Esse avanço impulsiona a viabilidade de sistemas de energia limpa de alta potência e posiciona o país na vanguarda da corrida global por tecnologias que prometem descarbonizar setores-chave da economia.
Duas pesquisas desenvolvidas na Universidade de São Paulo (USP) em São Carlos mostram avanços na produção de hidrogênio limpo, com foco em tecnologias que elevam a eficiência e reduzem custos. Os estudos contribuem diretamente para a estratégia brasileira de descarbonização e posicionam o país na transição energética global, aproveitando o potencial de sua matriz elétrica renovável.
Pesquisadores chineses criaram uma bateria inovadora que armazena hidrogênio e eletricidade em um único dispositivo, prometendo simplificar a gestão e reduzir os custos do armazenamento de energia. A tecnologia, ainda em fase laboratorial, representa um avanço crucial para a integração de fontes renováveis e a descarbonização global.
O Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), a Finep e a Petrobras lançaram um edital de R$ 150 milhões em recursos não reembolsáveis para o desenvolvimento de eletrolisadores de porte industrial e Stacks no Brasil. A iniciativa mira a produção de hidrogênio de baixa emissão de carbono, fundamental para a descarbonização da indústria nacional e para reduzir a dependência tecnológica em equipamentos cruciais.
O Brasil lida com um excedente de energia, resultado da expansão robusta de renováveis e de um crescimento da demanda abaixo do previsto. O setor, com geradores, distribuidores e órgãos como MME e EPE, busca ativamente novas frentes de consumo, da eletrificação de transportes à produção de hidrogênio verde, para otimizar o sistema e estabilizar custos.
A Bahia agora conta com sua primeira planta piloto de hidrogênio verde, fruto de uma parceria estratégica entre SENAI CIMATEC, Hytron e Petrogal Brasil. O empreendimento, inaugurado em Salvador, visa validar a viabilidade tecnológica e econômica da produção do combustível limpo, posicionando o estado como um polo crucial na transição energética nacional.
O Ministério da Fazenda indicou que o decreto com incentivos fiscais para o hidrogênio verde (H2V) será publicado ainda em junho, uma medida crucial para destravar investimentos no setor. A iniciativa visa preencher uma lacuna regulatória e impulsionar a competitividade do Brasil na corrida global pela transição energética.
O SENAI CIMATEC inaugurou na Bahia um Centro de Referência em Tecnologias de Baixo Carbono e Hidrogênio Verde (H2V). A iniciativa fortalece a posição do estado como polo de desenvolvimento de soluções para a transição energética e visa suprir a demanda por pesquisa, desenvolvimento e formação de mão de obra especializada em uma cadeia produtiva com potencial de movimentar trilhões de dólares globalmente.
O Ministério de Minas e Energia (MME) do Brasil e o governo dos Países Baixos assinaram um plano de trabalho para fortalecer a cooperação em transição energética e bioeconomia. A parceria foca na produção e exportação de hidrogênio verde (H2V), visando posicionar o Brasil como fornecedor estratégico de energia limpa para a Europa, com o Porto de Rotterdam atuando como principal hub de entrada.
A Petrobras e a Finep destinaram R$ 150 milhões para um edital que visa desenvolver um eletrolisador industrial nacional, capaz de converter água em hidrogênio de baixa emissão de carbono. A iniciativa busca reduzir a dependência tecnológica do país e impulsionar a cadeia produtiva do hidrogênio de baixo carbono, alinhada à estratégia de descarbonização da estatal.
Brasil e China alinham uma agenda estratégica para impulsionar o desenvolvimento de hidrogênio de baixo carbono e sistemas de armazenamento de energia. Essa cooperação bilateral visa acelerar a transição energética global, aproveitando o vasto potencial renovável brasileiro e a liderança tecnológica chinesa, com impactos esperados em investimentos e na descarbonização industrial.
A Petrobras e a Financiadora de Estudos e Projetos (Finep) lançaram um projeto de R$ 150 milhões para desenvolver eletrolisadores de última geração no Brasil, visando a produção de hidrogênio verde. A iniciativa busca fortalecer a indústria nacional, estimular a inovação e posicionar o país em um mercado energético global de centenas de bilhões de dólares.

O Brasil formalizou seu arcabouço legal para o hidrogênio de baixa emissão de carbono com a sanção da Lei nº 14.948, em 2 de agosto de 2024, que institui a Política Nacional do Hidrogênio de Baixa Emissão de Carbono e programas de desenvolvimento. A legislação, articulada pelo Ministério de Minas e Energia (MME), visa atrair investimentos e posicionar o país como um player global na transição energética, com a criação do Regime Especial de Incentivos (Rehidro) e do Programa de Desenvolvimento (PHBC).