Carga SIN81.580 MW 2,95%PLD MédioR$ 207,17/MWh 1,16%PLD SE/COR$ 207,17/MWh 1,16%PLD SulR$ 207,17/MWh 1,16%PLD NER$ 207,16/MWh 1,16%PLD NorteR$ 207,17/MWh 1,16%EAR SIN71,3% 0,00%EAR SE/CO65,8% 0,00%EAR Sul56,8% 0,53%EAR NE91,2% 0,22%EAR Norte96,5% 0,10%ENA SE/CO85% MLTENA Sul59% MLTENA NE61% MLTENA Norte69% MLTCarga SIN81.580 MW 2,95%PLD MédioR$ 207,17/MWh 1,16%PLD SE/COR$ 207,17/MWh 1,16%PLD SulR$ 207,17/MWh 1,16%PLD NER$ 207,16/MWh 1,16%PLD NorteR$ 207,17/MWh 1,16%EAR SIN71,3% 0,00%EAR SE/CO65,8% 0,00%EAR Sul56,8% 0,53%EAR NE91,2% 0,22%EAR Norte96,5% 0,10%ENA SE/CO85% MLTENA Sul59% MLTENA NE61% MLTENA Norte69% MLT
Hidráulica46.032 MW(56%) 1,62%Térmica10.970 MW(13%) 6,09%Eólica13.758 MW(17%) 6,12%Solar9.983 MW(12%) 0,47%Nuclear1.990 MW(2%) 0,00%Hidráulica46.032 MW(56%) 1,62%Térmica10.970 MW(13%) 6,09%Eólica13.758 MW(17%) 6,12%Solar9.983 MW(12%) 0,47%Nuclear1.990 MW(2%) 0,00%Hidráulica46.032 MW(56%) 1,62%Térmica10.970 MW(13%) 6,09%Eólica13.758 MW(17%) 6,12%Solar9.983 MW(12%) 0,47%Nuclear1.990 MW(2%) 0,00%
PETR4R$ 38,44 1,59%PETR3R$ 42,94 1,83%PRIO3R$ 57,24 0,25%RECV3R$ 10,07 1,47%VBBR3R$ 28,72 0,07%UGPA3R$ 24,65 2,28%RAIZ4R$ 0,43 2,38%CSAN3R$ 3,53 7,95%EGIE3R$ 34,25 3,03%CMIG4R$ 10,78 0,47%CPFE3R$ 43,85 0,50%EQTL3R$ 37,94 1,25%ENGI11R$ 46,85 0,34%NEOE3R$ 33,80 0,00%AURE3R$ 11,39 3,31%ENEV3R$ 24,66 1,60%TAEE11R$ 39,46 0,13%ALUP11R$ 31,74 1,03%LIGT3R$ 2,58 3,61%PETR4R$ 38,44 1,59%PETR3R$ 42,94 1,83%PRIO3R$ 57,24 0,25%RECV3R$ 10,07 1,47%VBBR3R$ 28,72 0,07%UGPA3R$ 24,65 2,28%RAIZ4R$ 0,43 2,38%CSAN3R$ 3,53 7,95%EGIE3R$ 34,25 3,03%CMIG4R$ 10,78 0,47%CPFE3R$ 43,85 0,50%EQTL3R$ 37,94 1,25%ENGI11R$ 46,85 0,34%NEOE3R$ 33,80 0,00%AURE3R$ 11,39 3,31%ENEV3R$ 24,66 1,60%TAEE11R$ 39,46 0,13%ALUP11R$ 31,74 1,03%LIGT3R$ 2,58 3,61%
BrentUS$ 79,59 0,80%WTIUS$ 75,97 0,11%Gás NaturalUS$ 3,15 2,69%DólarR$ 5,06 0,32%BrentUS$ 79,59 0,80%WTIUS$ 75,97 0,11%Gás NaturalUS$ 3,15 2,69%DólarR$ 5,06 0,32%BrentUS$ 79,59 0,80%WTIUS$ 75,97 0,11%Gás NaturalUS$ 3,15 2,69%DólarR$ 5,06 0,32%
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Radar Energia
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Brasil e China avançam em agenda estratégica para hidrogênio e armazenamento de energia

Brasil e China alinham uma agenda estratégica para impulsionar o desenvolvimento de hidrogênio de baixo carbono e sistemas de armazenamento de energia. Essa cooperação bilateral visa acelerar a transição energética global, aproveitando o vasto potencial renovável brasileiro e a liderança tecnológica chinesa, com impactos esperados em investimentos e na descarbonização industrial.

17 de junho de 2026 às 10:50Fonte oficial: Brasil247Redação Radar Energia

Brasil e China consolidam uma agenda estratégica para o desenvolvimento de hidrogênio de baixo carbono e sistemas de armazenamento de energia, em um esforço bilateral para acelerar a transição energética global. Essa aproximação reflete a busca mútua por tecnologias e investimentos capazes de descarbonizar suas economias e posicioná-los como líderes em soluções energéticas limpas.

A iniciativa ganha relevância em um momento estratégico: o Brasil busca consolidar seu Programa Nacional de Hidrogênio (PNH2), instituído em 2021, com o objetivo de se tornar um ator global na produção de hidrogênio verde, impulsionado por sua matriz elétrica predominantemente renovável. A China, por sua vez, líder mundial na fabricação de equipamentos para energias renováveis e baterias de armazenamento, visa expandir sua influência e expertise tecnológica no exterior.

No cenário brasileiro, o Ministério de Minas e Energia (MME), a Empresa de Pesquisa Energética (EPE) e a Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) são os principais articuladores das políticas e regulamentações para hidrogênio e armazenamento. Na China, a Comissão Nacional de Desenvolvimento e Reforma (NDRC) e gigantes estatais como State Grid e Three Gorges, ao lado de empresas privadas como CATL e BYD, são atores-chave nas discussões sobre infraestrutura energética e tecnologia.

A cooperação bilateral pode acelerar a finalização e implementação de marcos regulatórios no Brasil, como o Projeto de Lei 2.321/2023, que propõe o marco legal do hidrogênio de baixo carbono e atualmente tramita no Congresso Nacional. Para o armazenamento de energia, a ANEEL tem avançado em discussões regulatórias, como a Consulta Pública 008/2024, que visa integrar sistemas de baterias à rede elétrica e definir modelos de negócios e remuneração.

O potencial brasileiro para produzir hidrogênio verde a custos competitivos, estimados entre US$ 2,0 e US$ 4,0 por quilograma, é um atrativo central, impulsionado por sua matriz elétrica com mais de 85% de fontes renováveis. Globalmente, a China domina cerca de 80% da produção mundial de baterias de íon-lítio, e o mercado global de armazenamento de energia deve crescer exponencialmente, atingindo centenas de gigawatts-hora nos próximos anos, o que sublinha a relevância dessa cooperação tecnológica.

Os impactos dessa parceria são amplos, com a expectativa de impulsionar investimentos chineses em projetos de hidrogênio verde e armazenamento no Brasil, fortalecendo a cadeia de valor local e gerando empregos. Para o consumidor final, o armazenamento de energia pode reduzir a volatilidade dos preços e aumentar a segurança do suprimento, especialmente diante da crescente participação de fontes intermitentes na matriz elétrica.

No longo prazo, a produção de hidrogênio verde pode descarbonizar setores industriais intensivos em energia, como siderurgia e fertilizantes, e posicionar o Brasil como um exportador de energia limpa. Essa estratégia se alinha a movimentos de outros países, como a Alemanha, que investe pesadamente em armazenamento, e a Austrália e o Chile, que buscam se tornar hubs de hidrogênio verde para exportação.

Os próximos passos devem incluir a formalização da convergência por meio de memorandos de entendimento (MOUs) e acordos de cooperação técnica e financeira, possivelmente com a criação de grupos de trabalho bilaterais. A efetivação dos projetos dependerá da conclusão do marco regulatório do hidrogênio no Brasil e da definição de editais para leilões de capacidade de armazenamento, temas que continuarão em debate por meio de consultas públicas e audiências nos próximos meses.

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Fonte

Matéria produzida pela redação do Radar Energia com base em informações de Brasil247. Consulte o material original para validação técnica e jurídica.

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Tags

#Brasil#China#Armazenamento de Energia#Hidrogênio#Transição Energética#Cooperação Internacional