Carga SIN87.793 MW 2,57%PLD MédioR$ 240,78/MWh 93,98%PLD SE/COR$ 241,73/MWh 94,76%PLD SulR$ 241,72/MWh 94,75%PLD NER$ 238,89/MWh 92,47%PLD NorteR$ 240,76/MWh 93,96%EAR SIN65% 0,91%EAR SE/CO58,9% 0,84%EAR Sul82% 3,30%EAR NE76,9% 0,52%EAR Norte83,3% 0,95%ENA SIN107% MLT 3,60%ENA SE/CO92% MLT 1,08%ENA Sul192% MLT 2,54%ENA NE64% MLT 0,00%ENA Norte62% MLT 1,59%Carga SIN87.793 MW 2,57%PLD MédioR$ 240,78/MWh 93,98%PLD SE/COR$ 241,73/MWh 94,76%PLD SulR$ 241,72/MWh 94,75%PLD NER$ 238,89/MWh 92,47%PLD NorteR$ 240,76/MWh 93,96%EAR SIN65% 0,91%EAR SE/CO58,9% 0,84%EAR Sul82% 3,30%EAR NE76,9% 0,52%EAR Norte83,3% 0,95%ENA SIN107% MLT 3,60%ENA SE/CO92% MLT 1,08%ENA Sul192% MLT 2,54%ENA NE64% MLT 0,00%ENA Norte62% MLT 1,59%
Hidráulica45.541 MW(51%) 5,14%Térmica10.557 MW(12%) 11,62%Eólica15.979 MW(18%) 10,98%Solar14.455 MW(16%) 6,93%Nuclear1.990 MW(2%) 0,90%Hidráulica45.541 MW(51%) 5,14%Térmica10.557 MW(12%) 11,62%Eólica15.979 MW(18%) 10,98%Solar14.455 MW(16%) 6,93%Nuclear1.990 MW(2%) 0,90%Hidráulica45.541 MW(51%) 5,14%Térmica10.557 MW(12%) 11,62%Eólica15.979 MW(18%) 10,98%Solar14.455 MW(16%) 6,93%Nuclear1.990 MW(2%) 0,90%
PETR4R$ 43,55 1,99%PETR3R$ 48,25 1,99%PRIO3R$ 60,54 0,90%RECV3R$ 10,63 0,28%VBBR3R$ 33,38 0,09%UGPA3R$ 33,63 1,39%RAIZ4R$ 0,23 0,00%CSAN3R$ 3,77 1,62%EGIE3R$ 28,81 0,14%CMIG4R$ 10,51 1,06%CPFE3R$ 44,80 1,68%EQTL3R$ 36,75 0,11%ENGI11R$ 47,37 0,27%NEOE3R$ 33,80 0,00%AURE3R$ 10,80 0,55%ENEV3R$ 26,30 0,57%TAEE11R$ 38,68 0,05%ALUP11R$ 32,70 0,52%LIGT3R$ 3,59 3,46%PETR4R$ 43,55 1,99%PETR3R$ 48,25 1,99%PRIO3R$ 60,54 0,90%RECV3R$ 10,63 0,28%VBBR3R$ 33,38 0,09%UGPA3R$ 33,63 1,39%RAIZ4R$ 0,23 0,00%CSAN3R$ 3,77 1,62%EGIE3R$ 28,81 0,14%CMIG4R$ 10,51 1,06%CPFE3R$ 44,80 1,68%EQTL3R$ 36,75 0,11%ENGI11R$ 47,37 0,27%NEOE3R$ 33,80 0,00%AURE3R$ 10,80 0,55%ENEV3R$ 26,30 0,57%TAEE11R$ 38,68 0,05%ALUP11R$ 32,70 0,52%LIGT3R$ 3,59 3,46%
BrentUS$ 88,62 2,90%WTIUS$ 86,28 3,45%Gás NaturalUS$ 2,87 0,73%DólarR$ 5,18 0,33%BrentUS$ 88,62 2,90%WTIUS$ 86,28 3,45%Gás NaturalUS$ 2,87 0,73%DólarR$ 5,18 0,33%BrentUS$ 88,62 2,90%WTIUS$ 86,28 3,45%Gás NaturalUS$ 2,87 0,73%DólarR$ 5,18 0,33%
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Radar Energia
AnáliseMercado

ONS projeta avanço de 5,9% na carga do SIN em setembro

O Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) projeta um aumento de 5,9% na carga de energia elétrica do Sistema Interligado Nacional (SIN) para setembro de 2026, atingindo 85.118 MWm. Todos os subsistemas devem registrar crescimento, sinalizando uma demanda robusta que pode pressionar o Custo Marginal de Operação (CMO) e o Preço de Liquidação das Diferenças (PLD).

31 de agosto de 2026 às 07:33Fonte oficial: ONSRedação Radar Energia

As primeiras projeções do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) para setembro de 2026 indicam um avanço de 5,9% na carga de energia elétrica do Sistema Interligado Nacional (SIN) em comparação com o mesmo período do ano anterior, alcançando 85.118 megawatts médios (MWm). Divulgados em 28 de agosto, os dados apontam para crescimento em todos os subsistemas: Sudeste/Centro-Oeste com 5,3% (47.403 MWm), Sul com 6,5% (13.821 MWm), Nordeste com 7,1% (14.398 MWm) e Norte com 6,5% (9.496 MWm).

Este cenário de demanda robusta tende a pressionar o balanço energético do sistema, podendo exigir o despacho de usinas térmicas de custo mais elevado. O ONS projeta o Custo Marginal de Operação (CMO) em R$ 152,86 para os submercados Sudeste/Centro-Oeste, Sul e Nordeste, e em R$ 581,48 para o Norte. Para os agentes do Ambiente de Contratação Livre (ACL), isso se traduz em maior risco de exposição para consumidores descontratados e na necessidade de revisão de estratégias de compra e venda. No Ambiente de Contratação Regulada (ACR), as distribuidoras podem ver seus custos de aquisição de energia impactados, enquanto a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) manteve a bandeira tarifária amarela para o mês, com custo adicional de R$ 1,885 a cada 100 kWh.

A projeção de 5,9% de crescimento da carga para setembro consolida uma tendência de alta observada nos meses anteriores, como os 4,8% projetados para agosto e 2,3% para julho, conforme dados do próprio ONS. Essa sequência de aumentos na demanda reflete a manutenção da atividade econômica e as condições climáticas, incluindo os efeitos do fenômeno El Niño, que impulsionam o consumo e exigem atenção redobrada na gestão dos recursos hídricos e no planejamento do despacho.

Geradores com garantia física e lastro adequados, especialmente aqueles com custos variáveis baixos, podem se beneficiar de um possível aumento no despacho e nos preços de curto prazo. Por outro lado, comercializadores com posições vendidas desprotegidas e consumidores livres com maior exposição ao spot tendem a enfrentar custos mais elevados. As projeções de carga podem influenciar o patamar de preços do PLD.

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