Carga SIN87.793 MW 2,57%PLD MédioR$ 135,34/MWh 1,34%PLD SE/COR$ 135,34/MWh 1,00%PLD SulR$ 135,33/MWh 1,00%PLD NER$ 135,34/MWh 5,32%PLD NorteR$ 135,34/MWh 2,31%EAR SIN65% 0,91%EAR SE/CO58,9% 0,84%EAR Sul82% 3,30%EAR NE76,9% 0,52%EAR Norte83,3% 0,95%ENA SIN107% MLT 3,60%ENA SE/CO92% MLT 1,08%ENA Sul192% MLT 2,54%ENA NE64% MLT 0,00%ENA Norte62% MLT 1,59%Carga SIN87.793 MW 2,57%PLD MédioR$ 135,34/MWh 1,34%PLD SE/COR$ 135,34/MWh 1,00%PLD SulR$ 135,33/MWh 1,00%PLD NER$ 135,34/MWh 5,32%PLD NorteR$ 135,34/MWh 2,31%EAR SIN65% 0,91%EAR SE/CO58,9% 0,84%EAR Sul82% 3,30%EAR NE76,9% 0,52%EAR Norte83,3% 0,95%ENA SIN107% MLT 3,60%ENA SE/CO92% MLT 1,08%ENA Sul192% MLT 2,54%ENA NE64% MLT 0,00%ENA Norte62% MLT 1,59%
Hidráulica45.541 MW(51%) 5,14%Térmica10.557 MW(12%) 11,62%Eólica15.979 MW(18%) 10,98%Solar14.455 MW(16%) 6,93%Nuclear1.990 MW(2%) 0,90%Hidráulica45.541 MW(51%) 5,14%Térmica10.557 MW(12%) 11,62%Eólica15.979 MW(18%) 10,98%Solar14.455 MW(16%) 6,93%Nuclear1.990 MW(2%) 0,90%Hidráulica45.541 MW(51%) 5,14%Térmica10.557 MW(12%) 11,62%Eólica15.979 MW(18%) 10,98%Solar14.455 MW(16%) 6,93%Nuclear1.990 MW(2%) 0,90%
PETR4R$ 43,55 5,07%PETR3R$ 48,25 5,05%PRIO3R$ 60,54 0,36%RECV3R$ 10,63 2,51%VBBR3R$ 33,38 0,68%UGPA3R$ 33,63 0,51%RAIZ4R$ 0,23 0,00%CSAN3R$ 3,77 1,62%EGIE3R$ 28,81 0,10%CMIG4R$ 10,51 0,10%CPFE3R$ 44,80 0,56%EQTL3R$ 36,75 0,22%ENGI11R$ 47,37 0,42%NEOE3R$ 33,80 0,00%AURE3R$ 10,80 0,46%ENEV3R$ 26,30 0,30%TAEE11R$ 38,68 0,67%ALUP11R$ 32,70 0,30%LIGT3R$ 3,59 7,49%PETR4R$ 43,55 5,07%PETR3R$ 48,25 5,05%PRIO3R$ 60,54 0,36%RECV3R$ 10,63 2,51%VBBR3R$ 33,38 0,68%UGPA3R$ 33,63 0,51%RAIZ4R$ 0,23 0,00%CSAN3R$ 3,77 1,62%EGIE3R$ 28,81 0,10%CMIG4R$ 10,51 0,10%CPFE3R$ 44,80 0,56%EQTL3R$ 36,75 0,22%ENGI11R$ 47,37 0,42%NEOE3R$ 33,80 0,00%AURE3R$ 10,80 0,46%ENEV3R$ 26,30 0,30%TAEE11R$ 38,68 0,67%ALUP11R$ 32,70 0,30%LIGT3R$ 3,59 7,49%
BrentUS$ 88,10 1,78%WTIUS$ 83,40 0,16%Gás NaturalUS$ 2,89 0,65%DólarR$ 5,21 1,13%BrentUS$ 88,10 1,78%WTIUS$ 83,40 0,16%Gás NaturalUS$ 2,89 0,65%DólarR$ 5,21 1,13%BrentUS$ 88,10 1,78%WTIUS$ 83,40 0,16%Gás NaturalUS$ 2,89 0,65%DólarR$ 5,21 1,13%
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Grupo Safira busca mediação com credores em meio a crise no mercado livre

O Grupo Safira iniciou um processo de mediação empresarial coletiva e multiparte com seus credores, buscando reestruturar obrigações financeiras e preservar contratos essenciais. A primeira reunião está agendada para 10 de setembro de 2026, refletindo o crescente estresse no Ambiente de Contratação Livre (ACL) impulsionado pela volatilidade do PLD e redução da liquidez.

29 de agosto de 2026 às 12:12Fonte oficial: 5b9de7ac-a3b4-42a9-af16-0ead20cee744Redação Radar Energia

O Grupo Safira, por meio de cinco de suas comercializadoras, iniciou um processo de mediação empresarial coletiva e multiparte com seus credores, em caráter antecedente a um pedido de recuperação extrajudicial. A primeira reunião, sob a condução da Med Arb RB, está marcada para 10 de setembro de 2026, às 14h (BRT), e reflete a intensificação do estresse financeiro no Ambiente de Contratação Livre (ACL) brasileiro.

A iniciativa busca uma solução consensual e coordenada para reestruturar as obrigações das empresas, preservar contratos essenciais e garantir a continuidade de suas atividades. Conforme o requerimento apresentado à Câmara, as sociedades enfrentam uma crise econômico-financeira decorrente da acentuada volatilidade dos preços de energia, da redução da liquidez do mercado e do aumento dos custos para recomposição de suas posições contratuais, o que resultou em margens negativas e comprometimento da liquidez.

O procedimento está amparado pela Lei nº 11.101/2005, especificamente nos artigos 20-B, inciso IV e § 1º, e 20-C, que tratam da recuperação judicial e extrajudicial. A legislação permite a concessão de tutela de urgência cautelar para suspensão de execuções por até 60 dias, caso as partes estejam em mediação, o que cria um ambiente propício para a negociação e evita que medidas individuais de cobrança ou rescisão contratual comprometam o processo de reestruturação.

A situação do Grupo Safira reflete um cenário mais amplo de dificuldades no setor de comercialização, onde o passivo já soma mais de R$ 6 bilhões, afetando pelo menos 11 companhias. A crise é atribuída, em grande parte, à acentuada volatilidade do Preço de Liquidação das Diferenças (PLD), que registrou um aumento de 84% entre 2024 e 2026.

Diante deste quadro, a CCEE, administradora do mercado, já ampliou o uso do regime de operação balanceada para comercializadores e impôs restrições ao registro de novos contratos, buscando reduzir exposições financeiras negativas.

A mediação do Grupo Safira, somada ao passivo setorial, impacta diretamente a percepção de risco de crédito no ACL. O encarecimento do crédito no mercado livre de energia, resultado da volatilidade do PLD, resulta em um spread maior para novos contratos e em maior dificuldade de acesso a garantias financeiras. Este cenário favorece comercializadoras com posições financeiras mais robustas e menor exposição à flutuação do PLD, tendendo a ganhar espaço no mercado.

Para os consumidores livres, a recomendação é redobrar a cautela na contratação de energia, analisando a capacidade operacional e financeira das comercializadoras para mitigar riscos de descontratação ou renegociação forçada. É importante observar os desdobramentos da mediação do Grupo Safira, especialmente a homologação de um eventual acordo e seus termos, pois isso pode servir de referência para outros casos de estresse financeiro no setor.

A crise evidenciada pelo passivo de R$ 6 bilhões representa um risco de contaminação para o ACL. A redução da liquidez e o encarecimento do crédito podem levar a um ciclo vicioso, dificultando a recomposição de posições e o cumprimento de obrigações, o que, em última instância, pode impactar a estabilidade dos preços e a confiança dos agentes no mercado livre.

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