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Hidráulica44.396 MW(55%) 3,59%Térmica10.846 MW(13%) 6,23%Eólica11.659 MW(14%) 11,46%Solar12.498 MW(15%) 0,07%Nuclear1.990 MW(2%) 0,00%Hidráulica44.396 MW(55%) 3,59%Térmica10.846 MW(13%) 6,23%Eólica11.659 MW(14%) 11,46%Solar12.498 MW(15%) 0,07%Nuclear1.990 MW(2%) 0,00%Hidráulica44.396 MW(55%) 3,59%Térmica10.846 MW(13%) 6,23%Eólica11.659 MW(14%) 11,46%Solar12.498 MW(15%) 0,07%Nuclear1.990 MW(2%) 0,00%
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Radar Energia
AnálisePetróleo & Gás

Rio Preto avança com rede de gás natural e biometano da Necta Biogás

São José do Rio Preto concluiu as exigências para autorizar o projeto da Necta Biogás de implantação de uma rede de distribuição de gás natural canalizado e biometano, com previsão de início das obras ainda em 2026. A iniciativa visa impulsionar a descarbonização e a competitividade industrial na região, alinhada às metas nacionais do Combustível do Futuro.

9 de julho de 2026 às 20:33Fonte oficial: MMERedação Radar Energia

A Prefeitura de São José do Rio Preto formalizou, em 8 de julho de 2026, a autorização para o desenvolvimento do projeto de implantação de uma rede de distribuição de gás natural canalizado e biometano pela Necta Biogás. A decisão, divulgada pela administração municipal, marca o avanço de uma infraestrutura energética que conectará usinas produtoras de biometano da região, gerado a partir de resíduos da cana-de-açúcar, ao sistema de distribuição local.

A Necta Biogás prevê iniciar as obras de implantação da rede ainda em 2026, com foco inicial no atendimento a indústrias e comércios, e planos de expansão futura para residências. A iniciativa se alinha ao arcabouço regulatório nacional, especialmente à Lei nº 14.993/2024, conhecida como Lei do Combustível do Futuro, e ao Decreto nº 12.614/2025, que regulamenta o Programa Nacional de Descarbonização, instituído pela referida Lei. As Resoluções ANP nº 995/2026 e nº 996/2026, publicadas em 4 de março de 2026, operacionalizam as metas de redução de GEE no mercado de gás natural, que para 2026 é de 0,5% de biometano.

O projeto em São José do Rio Preto projeta uma redução significativa nos custos energéticos, com o uso do biometano podendo gerar uma diminuição de até 95% nas emissões de carbono. No entanto, o mercado observa com cautela a possível formação de um “prêmio verde” na aquisição de biometano, o que poderia onerar a indústria. Além disso, as taxas estaduais sobre a comercialização de gás natural são um fator que pode impactar os custos finais e a entrada de novos agentes. Atualmente, o preço do gás natural no mercado internacional está em US$ 3,01/MMBtu.

A implantação da rede consolida a região como um polo de energia mais limpa, em sintonia com as metas nacionais de transição energética e descarbonização, e com potencial para atrair novos investimentos. O Decreto 12.153/2024, que criou o Plano Nacional Integrado das Infraestruturas de Gás Natural e Biometano (PNIIGB), reforça a estratégia coordenada para o desenvolvimento da oferta, demanda e infraestrutura de gás natural e biometano no país.

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