Carga SIN79.842 MW 0,88%PLD MédioR$ 132,75/MWh 6,35%PLD SE/COR$ 132,75/MWh 6,34%PLD SulR$ 132,75/MWh 6,35%PLD NER$ 132,75/MWh 6,35%PLD NorteR$ 132,76/MWh 6,35%EAR SIN71,7% 0,00%EAR SE/CO65% 0,15%EAR Sul80,7% 0,62%EAR NE88,3% 0,23%EAR Norte92,9% 0,21%ENA SIN132% MLT 4,35%ENA SE/CO107% MLT 0,93%ENA Sul300% MLT 5,96%ENA NE66% MLT 0,00%ENA Norte80% MLT 1,23%Carga SIN79.842 MW 0,88%PLD MédioR$ 132,75/MWh 6,35%PLD SE/COR$ 132,75/MWh 6,34%PLD SulR$ 132,75/MWh 6,35%PLD NER$ 132,75/MWh 6,35%PLD NorteR$ 132,76/MWh 6,35%EAR SIN71,7% 0,00%EAR SE/CO65% 0,15%EAR Sul80,7% 0,62%EAR NE88,3% 0,23%EAR Norte92,9% 0,21%ENA SIN132% MLT 4,35%ENA SE/CO107% MLT 0,93%ENA Sul300% MLT 5,96%ENA NE66% MLT 0,00%ENA Norte80% MLT 1,23%
Hidráulica44.396 MW(55%) 3,59%Térmica10.846 MW(13%) 6,23%Eólica11.659 MW(14%) 11,46%Solar12.498 MW(15%) 0,07%Nuclear1.990 MW(2%) 0,00%Hidráulica44.396 MW(55%) 3,59%Térmica10.846 MW(13%) 6,23%Eólica11.659 MW(14%) 11,46%Solar12.498 MW(15%) 0,07%Nuclear1.990 MW(2%) 0,00%Hidráulica44.396 MW(55%) 3,59%Térmica10.846 MW(13%) 6,23%Eólica11.659 MW(14%) 11,46%Solar12.498 MW(15%) 0,07%Nuclear1.990 MW(2%) 0,00%
PETR4R$ 39,21 2,00%PETR3R$ 43,53 1,33%PRIO3R$ 55,61 1,10%RECV3R$ 10,01 4,27%VBBR3R$ 32,10 4,02%UGPA3R$ 30,10 6,74%RAIZ4R$ 0,37 5,13%CSAN3R$ 3,86 0,52%EGIE3R$ 32,62 0,40%CMIG4R$ 11,08 1,37%CPFE3R$ 46,29 1,87%EQTL3R$ 39,51 0,95%ENGI11R$ 50,10 3,17%NEOE3R$ 33,80 0,00%AURE3R$ 12,04 0,25%ENEV3R$ 26,20 2,06%TAEE11R$ 40,31 0,22%ALUP11R$ 33,05 1,07%LIGT3R$ 2,93 2,09%PETR4R$ 39,21 2,00%PETR3R$ 43,53 1,33%PRIO3R$ 55,61 1,10%RECV3R$ 10,01 4,27%VBBR3R$ 32,10 4,02%UGPA3R$ 30,10 6,74%RAIZ4R$ 0,37 5,13%CSAN3R$ 3,86 0,52%EGIE3R$ 32,62 0,40%CMIG4R$ 11,08 1,37%CPFE3R$ 46,29 1,87%EQTL3R$ 39,51 0,95%ENGI11R$ 50,10 3,17%NEOE3R$ 33,80 0,00%AURE3R$ 12,04 0,25%ENEV3R$ 26,20 2,06%TAEE11R$ 40,31 0,22%ALUP11R$ 33,05 1,07%LIGT3R$ 2,93 2,09%
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Radar Energia
AnáliseMercado

ABRACEEL reforça importância do Mercado Livre com expansão para baixa tensão

A ABRACEEL reiterou a importância do Mercado Livre de Energia para a competitividade e a liberdade de escolha dos consumidores. A expansão do ambiente de contratação para milhões de unidades de baixa tensão, amparada pela Lei nº 15.269/2025, tem sua migração gradual detalhada em minuta de decreto enviada pelo MME.

9 de julho de 2026 às 19:20Fonte oficial: ABRACEELRedação Radar Energia

A ABRACEEL reforçou a importância da abertura do Mercado Livre de Energia para consumidores de baixa tensão, que permitirá a milhões de pequenos comércios, indústrias e residências escolherem seu fornecedor. Em comunicado divulgado em 8 de julho de 2026, a associação destacou a relevância desse ambiente de contratação para a competitividade e a liberdade de escolha no setor elétrico brasileiro, em um momento crucial de transição para o mercado de massa.

A universalização do direito de escolha do fornecedor de energia elétrica é consolidada pela Lei nº 15.269/2025, sancionada em novembro de 2025. A legislação expande o acesso, antes restrito a consumidores de média e alta tensão (Grupo A) — estes últimos já aptos a migrar desde janeiro de 2024, conforme a Portaria Normativa MME nº 50/2022. A Lei 15.269/2025 eliminou o limite mínimo de demanda para o Grupo A e estabeleceu um cronograma gradual para os consumidores de baixa tensão: comércios e indústrias a partir de 25 de novembro de 2027, e residências e demais a partir de 25 de novembro de 2028. Para detalhar as regras operacionais dessa expansão, o Ministério de Minas e Energia (MME) enviou uma minuta de decreto à Casa Civil em 5 de julho de 2026, com expectativa de publicação nas próximas semanas.

A mudança promete economia significativa para os novos entrantes, com projeções de redução média de 15% a 30% na conta de luz para empresas e até 18% na parcela referente à compra de energia para pequenos negócios e residências. Contudo, a ABRACEEL acende um alerta para a volatilidade dos preços no Mercado Livre, que entre 2024 e março de 2026, registrou aumentos de 59% para contratos de longo prazo e 121% para o curto prazo. O Preço de Liquidação das Diferenças (PLD), referência para o mercado de curto prazo, também teve uma elevação de 84% no mesmo período, impactando os preços no ACL, que em 9 de julho de 2026, registra o PLD médio diário em aproximadamente R$ 124,82/MWh.

Apesar dos benefícios, a abertura do mercado impõe desafios, especialmente às distribuidoras, que verão a erosão de sua base cativa e precisarão reestruturar modelos de negócio. A regulamentação da Lei 15.269/2025 prevê a criação da figura do Supridor de Última Instância para garantir o fornecimento em caso de falha de comercializadora, além de definir tarifas aplicáveis e regras para encargos de sobrecontratação, buscando equilibrar a transição e a sustentabilidade do setor.

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