Semig usa realidade virtual para promover rabeta elétrica no Festival de Parintins
A Secretaria de Estado de Energia, Mineração e Gás (Semig) do Amazonas utilizou uma experiência imersiva de realidade virtual no 59º Festival Folclórico de Parintins para destacar a rabeta elétrica. A iniciativa visa promover a eletrificação fluvial e soluções de energia limpa para a navegação sustentável na Amazônia.

A Secretaria de Estado de Energia, Mineração e Gás (Semig) do Amazonas utilizou uma experiência de realidade virtual imersiva para promover a rabeta elétrica e a eletrificação fluvial sustentável no 59º Festival Folclórico de Parintins, que ocorreu nesta semana. A atração, parte do projeto 'Semig Transforma Parintins', permitiu aos visitantes do estande no Turistódromo um passeio 360 graus pelos rios amazônicos, destacando o potencial da tecnologia para substituir motores a combustíveis fósseis.
Com óculos 3D, o público vivenciou a navegação com a rabeta elétrica, uma alternativa mais limpa, silenciosa e eficiente aos motores convencionais. O estande da Semig também expôs a versão física do equipamento em funcionamento, reforçando a mensagem de inovação e o compromisso com a sustentabilidade ambiental na região. A iniciativa buscou demonstrar como soluções de energia limpa podem impulsionar o desenvolvimento amazônico, preservando recursos e valorizando o modo de vida ribeirinho.
Segundo o secretário de Estado de Energia, Mineração e Gás, Ronney Peixoto, o espaço foi concebido para aproximar a população das inovações que moldarão a matriz energética da Amazônia. Peixoto ressaltou que a combinação de tecnologia, energia limpa e cultura regional é fundamental para um futuro mais sustentável, especialmente na navegação fluvial, que é vital para a mobilidade e o abastecimento de comunidades isoladas.
A eletrificação fluvial, embora ainda em fase de demonstração e fomento, insere-se na busca por descarbonização do transporte amazônico, tradicionalmente dependente de diesel. A região, com sua vasta rede de rios, enfrenta altos custos logísticos e ambientais com combustíveis fósseis. A adoção de rabetas elétricas, contudo, esbarra em desafios como o custo inicial de investimento e a necessidade de infraestrutura de recarga, exigindo políticas de incentivo robustas para sua expansão.
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