Carga SIN85.632 MW 0,73%PLD MédioR$ 108,34/MWh 14,21%PLD SE/COR$ 108,34/MWh 14,21%PLD SulR$ 108,34/MWh 14,21%PLD NER$ 108,34/MWh 14,21%PLD NorteR$ 108,35/MWh 14,21%EAR SIN67,6% 0,29%EAR SE/CO61,2% 0,16%EAR Sul84,4% 0,47%EAR NE80,8% 0,25%EAR Norte86,8% 0,34%ENA SIN132% MLT 2,33%ENA SE/CO100% MLT 0,99%ENA Sul203% MLT 3,57%ENA NE67% MLT 0,00%ENA Norte70% MLT 1,41%Carga SIN85.632 MW 0,73%PLD MédioR$ 108,34/MWh 14,21%PLD SE/COR$ 108,34/MWh 14,21%PLD SulR$ 108,34/MWh 14,21%PLD NER$ 108,34/MWh 14,21%PLD NorteR$ 108,35/MWh 14,21%EAR SIN67,6% 0,29%EAR SE/CO61,2% 0,16%EAR Sul84,4% 0,47%EAR NE80,8% 0,25%EAR Norte86,8% 0,34%ENA SIN132% MLT 2,33%ENA SE/CO100% MLT 0,99%ENA Sul203% MLT 3,57%ENA NE67% MLT 0,00%ENA Norte70% MLT 1,41%
Hidráulica45.317 MW(53%) 0,44%Térmica9.281 MW(11%) 12,35%Eólica15.450 MW(18%) 6,57%Solar14.225 MW(16%) 3,66%Nuclear1.990 MW(2%) 0,00%Hidráulica45.317 MW(53%) 0,44%Térmica9.281 MW(11%) 12,35%Eólica15.450 MW(18%) 6,57%Solar14.225 MW(16%) 3,66%Nuclear1.990 MW(2%) 0,00%Hidráulica45.317 MW(53%) 0,44%Térmica9.281 MW(11%) 12,35%Eólica15.450 MW(18%) 6,57%Solar14.225 MW(16%) 3,66%Nuclear1.990 MW(2%) 0,00%
PETR4R$ 42,09 1,54%PETR3R$ 46,83 1,10%PRIO3R$ 58,63 0,86%RECV3R$ 10,51 1,04%VBBR3R$ 33,60 1,69%UGPA3R$ 32,27 5,84%RAIZ4R$ 0,24 4,00%CSAN3R$ 3,31 3,12%EGIE3R$ 28,03 1,41%CMIG4R$ 10,23 0,97%CPFE3R$ 41,29 4,22%EQTL3R$ 34,90 1,69%ENGI11R$ 43,80 1,55%NEOE3R$ 33,80 0,00%AURE3R$ 10,05 3,18%ENEV3R$ 24,45 1,41%TAEE11R$ 37,94 0,64%ALUP11R$ 31,21 1,13%LIGT3R$ 3,25 3,83%PETR4R$ 42,09 1,54%PETR3R$ 46,83 1,10%PRIO3R$ 58,63 0,86%RECV3R$ 10,51 1,04%VBBR3R$ 33,60 1,69%UGPA3R$ 32,27 5,84%RAIZ4R$ 0,24 4,00%CSAN3R$ 3,31 3,12%EGIE3R$ 28,03 1,41%CMIG4R$ 10,23 0,97%CPFE3R$ 41,29 4,22%EQTL3R$ 34,90 1,69%ENGI11R$ 43,80 1,55%NEOE3R$ 33,80 0,00%AURE3R$ 10,05 3,18%ENEV3R$ 24,45 1,41%TAEE11R$ 37,94 0,64%ALUP11R$ 31,21 1,13%LIGT3R$ 3,25 3,83%
BrentUS$ 88,52 1,67%WTIUS$ 82,40 1,42%Gás NaturalUS$ 2,73 0,22%DólarR$ 5,21 0,34%BrentUS$ 88,52 1,67%WTIUS$ 82,40 1,42%Gás NaturalUS$ 2,73 0,22%DólarR$ 5,21 0,34%BrentUS$ 88,52 1,67%WTIUS$ 82,40 1,42%Gás NaturalUS$ 2,73 0,22%DólarR$ 5,21 0,34%
EPE reforça biometano em fórum após nova regulamentação e meta de descarbonizaçãoSenado avança com PL que cria política nacional de minerais críticosComgás projeta injetar 800 mil m³/dia de biometano na redeANTAQ suspende licitação de terminal VDC29 em Vila do Conde por estudos defasadosANP distribui R$ 11,83 bilhões em Participação Especial a estados e municípiosAneel prorroga prazo de protocolo digital por indisponibilidade do SPDAntaq prioriza medidas emergenciais e fixa gatilho para Taxa de Seca na AmazôniaSenado encaminha PL de minerais críticos a comissões para análiseOPEP reduz projeção de demanda global por petróleo em 2026 pela quarta vezNorsk Hydro corta produção de alumina em 50% no PA por escassez de gásNorsk Hydro pede acesso a terminal de GNL de Barcarena após corte de gásIRENA lamenta intenção dos EUA de deixar agência e alerta para impacto em renováveisEPE reforça biometano em fórum após nova regulamentação e meta de descarbonizaçãoSenado avança com PL que cria política nacional de minerais críticosComgás projeta injetar 800 mil m³/dia de biometano na redeANTAQ suspende licitação de terminal VDC29 em Vila do Conde por estudos defasadosANP distribui R$ 11,83 bilhões em Participação Especial a estados e municípiosAneel prorroga prazo de protocolo digital por indisponibilidade do SPDAntaq prioriza medidas emergenciais e fixa gatilho para Taxa de Seca na AmazôniaSenado encaminha PL de minerais críticos a comissões para análiseOPEP reduz projeção de demanda global por petróleo em 2026 pela quarta vezNorsk Hydro corta produção de alumina em 50% no PA por escassez de gásNorsk Hydro pede acesso a terminal de GNL de Barcarena após corte de gásIRENA lamenta intenção dos EUA de deixar agência e alerta para impacto em renováveis
Radar Energia
AnáliseRenováveis

SEMIL finaliza seleção para usinas solares em municípios de São Paulo

A Secretaria de Meio Ambiente, Infraestrutura e Logística (SEMIL) do Estado de São Paulo está na fase final de um edital de chamamento público para apoiar a instalação de usinas solares fotovoltaicas de até 75 kWp em unidades consumidoras municipais. O programa, financiado com recursos não reembolsáveis do Fundo Estadual de Prevenção e Controle da Poluição (FECOP), promete reduzir significativamente os custos de energia dos municípios e impulsionar a geração distribuída no estado, com o prazo para recursos administrativos se encerrando nesta quarta-feira (2).

1 de julho de 2026 às 09:19Fonte oficial: SemilRedação Radar Energia

Municípios paulistas aguardam a lista final de selecionados para receber apoio técnico e financeiro não reembolsável da Secretaria de Meio Ambiente, Infraestrutura e Logística (SEMIL) para a instalação de usinas solares fotovoltaicas. O edital de chamamento público, que visa implantar sistemas de até 75 kWp em unidades consumidoras municipais, encerrou o período de inscrições em 29 de junho e teve seu resultado preliminar divulgado, com o prazo para interposição de recursos administrativos se encerrando nesta quarta-feira (2).

A iniciativa da SEMIL, financiada com recursos do Fundo Estadual de Prevenção e Controle da Poluição (FECOP), sinaliza um direcionamento estratégico para a descarbonização da gestão pública estadual. Seu objetivo é capacitar as prefeituras a atender parcial ou integralmente o consumo de energia elétrica de suas unidades, como escolas e postos de saúde, gerando economia substancial nos orçamentos municipais.

O apoio financeiro não reembolsável do FECOP é decisivo, visto que o investimento médio para uma usina solar de 75 kWp pode variar entre R$ 300 mil e R$ 450 mil, a depender da tecnologia e complexidade da instalação. Essa subvenção mitiga o custo inicial e acelera a adesão dos municípios, muitos dos quais teriam dificuldade em arcar com o desembolso integral.

A base legal para o financiamento via FECOP remonta à Lei Estadual nº 997/1976 e ao Decreto nº 8.468/1976, que estabelecem as finalidades do fundo para ações de proteção ambiental e sustentabilidade. Essa estrutura assegura a legalidade e a robustez da fonte de recursos para o programa, alinhando-o às metas estaduais de desenvolvimento sustentável e eficiência energética.

Para os municípios beneficiados, a economia esperada nas contas de energia elétrica pode atingir até 90% do valor faturado. Essa redução libera recursos orçamentários que podem ser redirecionados para outras áreas essenciais da administração pública, aprimorando a sustentabilidade fiscal e a capacidade de investimento local em serviços à população.

O setor de energia solar fotovoltaica em São Paulo também se beneficia da iniciativa. A demanda gerada pelos projetos municipais impulsionará fabricantes e instaladores de equipamentos, fomentando a cadeia produtiva local e gerando empregos. O Estado de São Paulo já lidera a capacidade instalada de geração distribuída solar no Brasil, com mais de 3,5 GWp em operação, representando cerca de 15% do total nacional; o programa tende a consolidar ainda mais essa posição.

A ação da SEMIL se insere na crescente onda de incentivo à geração distribuída (GD) no Brasil, impulsionada pela Lei 14.300/2022, que estabeleceu o marco legal da micro e minigeração. Projetos de até 75 kWp, como os contemplados no edital, enquadram-se como microgeração, facilitando a adesão e a gestão. Essa abordagem reflete uma tendência nacional de fomento à energia solar no setor público, similar a programas já consolidados em estados como Minas Gerais e Pernambuco.

Contudo, o modelo da geração distribuída, mesmo com o apoio do FECOP, não está isento de tensões. A Lei 14.300/2022 introduziu a cobrança gradual da TUSD Fio B para novos projetos, o que pode impactar a atratividade econômica no longo prazo. Enquanto associações de distribuidoras, como a ABRADEE, levantam preocupações sobre a transferência de custos de rede, defensores da solar, como a ABSOLAR, destacam os benefícios ambientais e a redução de perdas na rede.

Outro desafio potencial reside na capacidade técnica e burocrática de municípios menores para gerenciar esses projetos, mesmo com o suporte. A complexidade da contratação e implantação das usinas exige expertise que nem todas as prefeituras possuem, tornando o apoio técnico da SEMIL ainda mais crucial para o sucesso da iniciativa.

Após o encerramento do prazo para recursos administrativos, a expectativa é que a SEMIL divulgue o resultado final dos municípios selecionados. Posteriormente, serão iniciados os processos de formalização dos convênios e a liberação dos recursos do FECOP, passos essenciais para que os projetos se concretizem e comecem a gerar energia limpa e economia para as cidades paulistas.

Compartilhar:XLinkedInWhatsAppTelegram

Tags

Comentários (0)

Seja o primeiro a comentar.

Receba o essencial do setor de energia

Os principais fatos que afetam preço, regulação, geração e combustíveis — todo dia ao meio-dia, no seu e-mail.

Como esta matéria foi produzida: apurada a partir da fonte oficial citada e de documentos primários, com verificação de números, datas e prazos antes da publicação, seguindo a nossa Política Editorial — que inclui o uso de tecnologia própria na apuração. Viu algo a corrigir? Fale com a redação.