Carga SIN80.199 MW 6,83%PLD MédioR$ 112,46/MWh 20,71%PLD SE/COR$ 112,46/MWh 21,47%PLD SulR$ 112,46/MWh 21,47%PLD NER$ 112,46/MWh 18,95%PLD NorteR$ 112,47/MWh 20,91%EAR SIN70,9% 0,00%EAR SE/CO65,5% 0,15%EAR Sul61,7% 3,35%EAR NE89,1% 0,11%EAR Norte94,1% 0,00%ENA SIN80% MLT 2,56%ENA SE/CO91% MLT 0,00%ENA Sul76% MLT 7,04%ENA NE58% MLT 0,00%ENA Norte59% MLT 0,00%Carga SIN80.199 MW 6,83%PLD MédioR$ 112,46/MWh 20,71%PLD SE/COR$ 112,46/MWh 21,47%PLD SulR$ 112,46/MWh 21,47%PLD NER$ 112,46/MWh 18,95%PLD NorteR$ 112,47/MWh 20,91%EAR SIN70,9% 0,00%EAR SE/CO65,5% 0,15%EAR Sul61,7% 3,35%EAR NE89,1% 0,11%EAR Norte94,1% 0,00%ENA SIN80% MLT 2,56%ENA SE/CO91% MLT 0,00%ENA Sul76% MLT 7,04%ENA NE58% MLT 0,00%ENA Norte59% MLT 0,00%
Hidráulica42.517 MW(52%) 2,55%Térmica8.409 MW(10%) 1,00%Eólica16.779 MW(21%) 15,70%Solar11.578 MW(14%) 14,71%Nuclear2.007 MW(2%) 0,00%Hidráulica42.517 MW(52%) 2,55%Térmica8.409 MW(10%) 1,00%Eólica16.779 MW(21%) 15,70%Solar11.578 MW(14%) 14,71%Nuclear2.007 MW(2%) 0,00%Hidráulica42.517 MW(52%) 2,55%Térmica8.409 MW(10%) 1,00%Eólica16.779 MW(21%) 15,70%Solar11.578 MW(14%) 14,71%Nuclear2.007 MW(2%) 0,00%
PETR4R$ 37,64 1,31%PETR3R$ 41,55 1,80%PRIO3R$ 51,71 2,71%RECV3R$ 9,80 2,58%VBBR3R$ 29,44 1,60%UGPA3R$ 25,70 2,36%RAIZ4R$ 0,40 0,00%CSAN3R$ 3,56 4,04%EGIE3R$ 33,52 1,93%CMIG4R$ 10,73 2,01%CPFE3R$ 44,19 2,13%EQTL3R$ 38,23 3,80%ENGI11R$ 47,19 1,54%NEOE3R$ 33,80 0,00%AURE3R$ 11,43 1,72%ENEV3R$ 26,23 1,80%TAEE11R$ 39,63 1,22%ALUP11R$ 32,26 1,10%LIGT3R$ 3,38 4,00%PETR4R$ 37,64 1,31%PETR3R$ 41,55 1,80%PRIO3R$ 51,71 2,71%RECV3R$ 9,80 2,58%VBBR3R$ 29,44 1,60%UGPA3R$ 25,70 2,36%RAIZ4R$ 0,40 0,00%CSAN3R$ 3,56 4,04%EGIE3R$ 33,52 1,93%CMIG4R$ 10,73 2,01%CPFE3R$ 44,19 2,13%EQTL3R$ 38,23 3,80%ENGI11R$ 47,19 1,54%NEOE3R$ 33,80 0,00%AURE3R$ 11,43 1,72%ENEV3R$ 26,23 1,80%TAEE11R$ 39,63 1,22%ALUP11R$ 32,26 1,10%LIGT3R$ 3,38 4,00%
BrentUS$ 71,49 1,96%WTIUS$ 68,44 1,53%Gás NaturalUS$ 3,21 2,05%DólarR$ 5,21 0,45%BrentUS$ 71,49 1,96%WTIUS$ 68,44 1,53%Gás NaturalUS$ 3,21 2,05%DólarR$ 5,21 0,45%BrentUS$ 71,49 1,96%WTIUS$ 68,44 1,53%Gás NaturalUS$ 3,21 2,05%DólarR$ 5,21 0,45%
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Radar Energia
AnáliseRenováveis

SEMIL finaliza seleção para usinas solares em municípios de São Paulo

A Secretaria de Meio Ambiente, Infraestrutura e Logística (SEMIL) do Estado de São Paulo está na fase final de um edital de chamamento público para apoiar a instalação de usinas solares fotovoltaicas de até 75 kWp em unidades consumidoras municipais. O programa, financiado com recursos não reembolsáveis do Fundo Estadual de Prevenção e Controle da Poluição (FECOP), promete reduzir significativamente os custos de energia dos municípios e impulsionar a geração distribuída no estado, com o prazo para recursos administrativos se encerrando nesta quarta-feira (2).

1 de julho de 2026 às 09:19Fonte oficial: MMERedação Radar Energia

Municípios paulistas aguardam a lista final de selecionados para receber apoio técnico e financeiro não reembolsável da Secretaria de Meio Ambiente, Infraestrutura e Logística (SEMIL) para a instalação de usinas solares fotovoltaicas. O edital de chamamento público, que visa implantar sistemas de até 75 kWp em unidades consumidoras municipais, encerrou o período de inscrições em 29 de junho e teve seu resultado preliminar divulgado, com o prazo para interposição de recursos administrativos se encerrando nesta quarta-feira (2).

A iniciativa da SEMIL, financiada com recursos do Fundo Estadual de Prevenção e Controle da Poluição (FECOP), sinaliza um direcionamento estratégico para a descarbonização da gestão pública estadual. Seu objetivo é capacitar as prefeituras a atender parcial ou integralmente o consumo de energia elétrica de suas unidades, como escolas e postos de saúde, gerando economia substancial nos orçamentos municipais.

O apoio financeiro não reembolsável do FECOP é decisivo, visto que o investimento médio para uma usina solar de 75 kWp pode variar entre R$ 300 mil e R$ 450 mil, a depender da tecnologia e complexidade da instalação. Essa subvenção mitiga o custo inicial e acelera a adesão dos municípios, muitos dos quais teriam dificuldade em arcar com o desembolso integral.

A base legal para o financiamento via FECOP remonta à Lei Estadual nº 997/1976 e ao Decreto nº 8.468/1976, que estabelecem as finalidades do fundo para ações de proteção ambiental e sustentabilidade. Essa estrutura assegura a legalidade e a robustez da fonte de recursos para o programa, alinhando-o às metas estaduais de desenvolvimento sustentável e eficiência energética.

Para os municípios beneficiados, a economia esperada nas contas de energia elétrica pode atingir até 90% do valor faturado. Essa redução libera recursos orçamentários que podem ser redirecionados para outras áreas essenciais da administração pública, aprimorando a sustentabilidade fiscal e a capacidade de investimento local em serviços à população.

O setor de energia solar fotovoltaica em São Paulo também se beneficia da iniciativa. A demanda gerada pelos projetos municipais impulsionará fabricantes e instaladores de equipamentos, fomentando a cadeia produtiva local e gerando empregos. O Estado de São Paulo já lidera a capacidade instalada de geração distribuída solar no Brasil, com mais de 3,5 GWp em operação, representando cerca de 15% do total nacional; o programa tende a consolidar ainda mais essa posição.

A ação da SEMIL se insere na crescente onda de incentivo à geração distribuída (GD) no Brasil, impulsionada pela Lei 14.300/2022, que estabeleceu o marco legal da micro e minigeração. Projetos de até 75 kWp, como os contemplados no edital, enquadram-se como microgeração, facilitando a adesão e a gestão. Essa abordagem reflete uma tendência nacional de fomento à energia solar no setor público, similar a programas já consolidados em estados como Minas Gerais e Pernambuco.

Contudo, o modelo da geração distribuída, mesmo com o apoio do FECOP, não está isento de tensões. A Lei 14.300/2022 introduziu a cobrança gradual da TUSD Fio B para novos projetos, o que pode impactar a atratividade econômica no longo prazo. Enquanto associações de distribuidoras, como a ABRADEE, levantam preocupações sobre a transferência de custos de rede, defensores da solar, como a ABSOLAR, destacam os benefícios ambientais e a redução de perdas na rede.

Outro desafio potencial reside na capacidade técnica e burocrática de municípios menores para gerenciar esses projetos, mesmo com o suporte. A complexidade da contratação e implantação das usinas exige expertise que nem todas as prefeituras possuem, tornando o apoio técnico da SEMIL ainda mais crucial para o sucesso da iniciativa.

Após o encerramento do prazo para recursos administrativos, a expectativa é que a SEMIL divulgue o resultado final dos municípios selecionados. Posteriormente, serão iniciados os processos de formalização dos convênios e a liberação dos recursos do FECOP, passos essenciais para que os projetos se concretizem e comecem a gerar energia limpa e economia para as cidades paulistas.

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Como esta matéria foi produzida: conteúdo produzido com apoio de inteligência artificial a partir de fontes oficiais e/ou públicas, com curadoria editorial do Radar Energia. Sempre que possível, priorizamos documentos, comunicados e dados primários. Viu algo a corrigir? Fale com a redação.