Carga SIN79.266 MW 17,37%PLD MédioR$ 182,57/MWh 13,34%PLD SE/COR$ 184,99/MWh 14,61%PLD SulR$ 186,53/MWh 15,57%PLD NER$ 177,85/MWh 10,62%PLD NorteR$ 180,93/MWh 12,53%EAR SIN70,5% 0,28%EAR SE/CO63,7% 0,31%EAR Sul82,6% 0,48%EAR NE86,3% 0,35%EAR Norte91,4% 0,11%ENA SIN110% MLT 0,90%ENA SE/CO93% MLT 1,06%ENA Sul224% MLT 2,61%ENA NE64% MLT 0,00%ENA Norte71% MLT 1,39%Carga SIN79.266 MW 17,37%PLD MédioR$ 182,57/MWh 13,34%PLD SE/COR$ 184,99/MWh 14,61%PLD SulR$ 186,53/MWh 15,57%PLD NER$ 177,85/MWh 10,62%PLD NorteR$ 180,93/MWh 12,53%EAR SIN70,5% 0,28%EAR SE/CO63,7% 0,31%EAR Sul82,6% 0,48%EAR NE86,3% 0,35%EAR Norte91,4% 0,11%ENA SIN110% MLT 0,90%ENA SE/CO93% MLT 1,06%ENA Sul224% MLT 2,61%ENA NE64% MLT 0,00%ENA Norte71% MLT 1,39%
Hidráulica38.336 MW(48%) 16,94%Térmica11.591 MW(14%) 6,49%Eólica16.319 MW(20%) 24,06%Solar12.072 MW(15%) 31,13%Nuclear2.010 MW(3%) 0,05%Hidráulica38.336 MW(48%) 16,94%Térmica11.591 MW(14%) 6,49%Eólica16.319 MW(20%) 24,06%Solar12.072 MW(15%) 31,13%Nuclear2.010 MW(3%) 0,05%Hidráulica38.336 MW(48%) 16,94%Térmica11.591 MW(14%) 6,49%Eólica16.319 MW(20%) 24,06%Solar12.072 MW(15%) 31,13%Nuclear2.010 MW(3%) 0,05%
PETR4R$ 41,66 1,86%PETR3R$ 46,78 2,12%PRIO3R$ 58,18 0,57%RECV3R$ 10,34 0,49%VBBR3R$ 33,95 2,78%UGPA3R$ 31,82 0,78%RAIZ4R$ 0,27 6,90%CSAN3R$ 3,78 1,56%EGIE3R$ 30,34 1,23%CMIG4R$ 11,02 0,90%CPFE3R$ 46,40 1,00%EQTL3R$ 38,83 1,70%ENGI11R$ 49,02 0,47%NEOE3R$ 33,80 0,00%AURE3R$ 11,21 3,28%ENEV3R$ 25,42 1,01%TAEE11R$ 41,13 0,59%ALUP11R$ 33,45 0,51%LIGT3R$ 3,07 4,95%PETR4R$ 41,66 1,86%PETR3R$ 46,78 2,12%PRIO3R$ 58,18 0,57%RECV3R$ 10,34 0,49%VBBR3R$ 33,95 2,78%UGPA3R$ 31,82 0,78%RAIZ4R$ 0,27 6,90%CSAN3R$ 3,78 1,56%EGIE3R$ 30,34 1,23%CMIG4R$ 11,02 0,90%CPFE3R$ 46,40 1,00%EQTL3R$ 38,83 1,70%ENGI11R$ 49,02 0,47%NEOE3R$ 33,80 0,00%AURE3R$ 11,21 3,28%ENEV3R$ 25,42 1,01%TAEE11R$ 41,13 0,59%ALUP11R$ 33,45 0,51%LIGT3R$ 3,07 4,95%
BrentUS$ 92,51 3,69%WTIUS$ 85,57 2,81%Gás NaturalUS$ 2,90 1,33%DólarR$ 5,07 0,59%BrentUS$ 92,51 3,69%WTIUS$ 85,57 2,81%Gás NaturalUS$ 2,90 1,33%DólarR$ 5,07 0,59%BrentUS$ 92,51 3,69%WTIUS$ 85,57 2,81%Gás NaturalUS$ 2,90 1,33%DólarR$ 5,07 0,59%
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Radar Energia
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Aneel pauta resiliência do setor elétrico a 'Super El Niño' em evento de agosto

A ANEEL realizará em 20 de agosto um evento para debater a resiliência do setor elétrico brasileiro frente ao 'Super El Niño', buscando consolidar estratégias para mitigar os impactos hidrológicos e econômicos esperados. A agência já oficiou geradores, transmissores e distribuidores a adotar ações preventivas e reforçar a infraestrutura.

21 de julho de 2026 às 18:33Fonte oficial: ANEELRedação Radar Energia

A Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) realizará em 20 de agosto, em sua sede em Brasília, o evento "Super El Niño e a Resiliência do Setor Elétrico Brasileiro". O encontro visa debater estratégias e consolidar abordagens para fortalecer a infraestrutura e os planos de contingência do setor frente aos fenômenos climáticos extremos, segundo comunicado da agência.

Embora o evento tenha caráter de planejamento e discussão, a ANEEL já emitiu recomendações concretas ao setor. Geradores, transmissores e distribuidores foram oficiados a adotar ações preventivas, como o reforço da resiliência de suas infraestruturas e a revisão dos planos de contingência, com atenção especial ao período entre o segundo semestre de 2026 e o início de 2027. As transmissoras, em particular, devem seguir o Plano de Contingências de Instalações da Rede Básica da ANEEL, que exige monitoramento climático detalhado e adaptação rápida.

A iniciativa da agência busca mitigar os impactos estimados do El Niño, que historicamente pressiona a conta de luz, com maior probabilidade de acionamento de bandeiras tarifárias, e eleva a volatilidade do Preço de Liquidação de Diferenças (PLD). Analistas do setor apontam que a necessidade de despachar usinas termelétricas, mais caras, para compensar a baixa nos reservatórios, especialmente no Sudeste/Centro-Oeste (onde o PLD semanal para 15 a 21 de julho de 2026 foi fixado em R$ 266,98/MWh para todos os submercados) e a redução de chuvas no Norte e Nordeste, pode elevar custos para consumidores e empresas. A curva forward de energia para 2027 já absorveu um prêmio de risco, refletindo essa preocupação.

Quaisquer medidas regulatórias futuras que possam surgir das discussões do evento seguirão o rito normal da ANEEL, que inclui análise de impacto regulatório (AIR), consultas e audiências públicas, deliberação da diretoria e posterior publicação no Diário Oficial da União. A implementação efetiva das ações preventivas pelos agentes e a resposta do sistema elétrico aos desafios hidrológicos projetados serão elementos-chave para a resiliência do setor.

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