Carga SIN81.834 MW 1,46%PLD MédioR$ 196,24/MWh 7,48%PLD SE/COR$ 196,24/MWh 6,08%PLD SulR$ 196,24/MWh 5,21%PLD NER$ 196,24/MWh 10,34%PLD NorteR$ 196,24/MWh 8,46%EAR SIN70,4% 0,00%EAR SE/CO63,5% 0,16%EAR Sul85,5% 2,52%EAR NE85,8% 0,35%EAR Norte91,2% 0,22%ENA SIN150% MLT 29,31%ENA SE/CO91% MLT 1,09%ENA Sul234% MLT 5,41%ENA NE64% MLT 0,00%ENA Norte70% MLT 0,00%Carga SIN81.834 MW 1,46%PLD MédioR$ 196,24/MWh 7,48%PLD SE/COR$ 196,24/MWh 6,08%PLD SulR$ 196,24/MWh 5,21%PLD NER$ 196,24/MWh 10,34%PLD NorteR$ 196,24/MWh 8,46%EAR SIN70,4% 0,00%EAR SE/CO63,5% 0,16%EAR Sul85,5% 2,52%EAR NE85,8% 0,35%EAR Norte91,2% 0,22%ENA SIN150% MLT 29,31%ENA SE/CO91% MLT 1,09%ENA Sul234% MLT 5,41%ENA NE64% MLT 0,00%ENA Norte70% MLT 0,00%
Hidráulica41.502 MW(49%) 1,88%Térmica13.974 MW(17%) 18,35%Eólica15.454 MW(18%) 2,48%Solar11.587 MW(14%) 1,68%Nuclear1.990 MW(2%) 0,00%Hidráulica41.502 MW(49%) 1,88%Térmica13.974 MW(17%) 18,35%Eólica15.454 MW(18%) 2,48%Solar11.587 MW(14%) 1,68%Nuclear1.990 MW(2%) 0,00%Hidráulica41.502 MW(49%) 1,88%Térmica13.974 MW(17%) 18,35%Eólica15.454 MW(18%) 2,48%Solar11.587 MW(14%) 1,68%Nuclear1.990 MW(2%) 0,00%
PETR4R$ 43,18 3,65%PETR3R$ 48,75 4,21%PRIO3R$ 61,18 5,16%RECV3R$ 10,82 4,64%VBBR3R$ 35,17 3,59%UGPA3R$ 32,95 3,55%RAIZ4R$ 0,27 0,00%CSAN3R$ 3,92 3,70%EGIE3R$ 29,94 1,32%CMIG4R$ 11,15 1,18%CPFE3R$ 46,06 0,73%EQTL3R$ 38,78 0,13%ENGI11R$ 49,76 1,51%NEOE3R$ 33,80 0,00%AURE3R$ 11,43 1,96%ENEV3R$ 25,56 0,55%TAEE11R$ 41,48 0,85%ALUP11R$ 33,23 0,66%LIGT3R$ 3,11 1,30%PETR4R$ 43,18 3,65%PETR3R$ 48,75 4,21%PRIO3R$ 61,18 5,16%RECV3R$ 10,82 4,64%VBBR3R$ 35,17 3,59%UGPA3R$ 32,95 3,55%RAIZ4R$ 0,27 0,00%CSAN3R$ 3,92 3,70%EGIE3R$ 29,94 1,32%CMIG4R$ 11,15 1,18%CPFE3R$ 46,06 0,73%EQTL3R$ 38,78 0,13%ENGI11R$ 49,76 1,51%NEOE3R$ 33,80 0,00%AURE3R$ 11,43 1,96%ENEV3R$ 25,56 0,55%TAEE11R$ 41,48 0,85%ALUP11R$ 33,23 0,66%LIGT3R$ 3,11 1,30%
BrentUS$ 100,72 7,07%WTIUS$ 92,42 6,44%Gás NaturalUS$ 2,92 0,24%DólarR$ 5,08 0,12%BrentUS$ 100,72 7,07%WTIUS$ 92,42 6,44%Gás NaturalUS$ 2,92 0,24%DólarR$ 5,08 0,12%BrentUS$ 100,72 7,07%WTIUS$ 92,42 6,44%Gás NaturalUS$ 2,92 0,24%DólarR$ 5,08 0,12%
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Radar Energia
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Cemaden aponta riscos geo-hidrológicos; setor elétrico é alertado para contingência

O Cemaden divulgou uma previsão de riscos geo-hidrológicos para o Sul e Nordeste, sinalizando a necessidade de ativação de planos de contingência para o setor elétrico. O alerta destaca a vulnerabilidade da infraestrutura de energia frente a inundações e deslizamentos, exigindo atenção imediata de geradores, transmissores e distribuidores.

23 de julho de 2026 às 12:21Fonte oficial: Gov.brRedação Radar Energia

O Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden) divulgou na quarta-feira (22) uma previsão de riscos geo-hidrológicos para os dias 22 e 23 de julho, sinalizando a necessidade de ativação de planos de contingência para agentes do setor elétrico em regiões do Sul e Nordeste do país. O boletim, emitido pelo órgão do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), destaca a vulnerabilidade de infraestruturas de geração, transmissão e distribuição frente a eventos climáticos extremos.

No Rio Grande do Sul, o Cemaden aponta risco muito alto de inundações nas bacias dos rios Taquari e Caí, com potencial de afetar a Região Metropolitana de Porto Alegre. Para o Nordeste, há risco moderado de enxurradas, alagamentos e inundações em córregos urbanos nas Regiões Geográficas Intermediárias de Maceió (AL), Recife (PE), João Pessoa (PB) e Natal (RN). Adicionalmente, riscos moderados de deslizamentos pontuais em encostas foram identificados em Santa Catarina (Chapecó, Florianópolis, Criciúma e Lages) e em outras áreas do Rio Grande do Sul e de Recife, devido à alta suscetibilidade do solo e à continuidade das chuvas.

Para o setor de energia, a previsão funciona como um insumo técnico-operacional, orientando geradores hidrelétricos na gestão de reservatórios e na segurança de usinas, e empresas de transmissão e distribuição na proteção de ativos e na prontidão de equipes. A Confederação Nacional da Indústria (CNI) reforça a importância de a indústria mapear seus ativos e fornecedores em áreas de risco hídrico e térmico, tratando a disponibilidade de água e energia como ativos críticos para a continuidade dos negócios.

A materialização desses riscos pode gerar custos operacionais adicionais para o setor, como reparos em infraestrutura ou ajustes na geração. Tais custos, em grande escala, poderiam ser objeto de processos regulatórios futuros da ANEEL para eventual repasse tarifário.

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