EPE publica Atlas da Eficiência Energética 2025 com foco em setores e políticas
A Empresa de Pesquisa Energética (EPE) lançou a mais recente edição do Atlas da Eficiência Energética Brasil, uma publicação anual que monitora o progresso do país no uso racional de energia. O estudo de 2025 dedica um capítulo especial ao Programa de Eficiência Energética (PEE) da ANEEL, destacando a importância das políticas públicas e da cooperação internacional com a Agência Internacional de Energia (IEA) para o setor.
A Empresa de Pesquisa Energética (EPE) publicou a edição 2025 do Atlas da Eficiência Energética Brasil, reafirmando sua posição como ferramenta essencial para monitorar o avanço do país no uso racional de energia. A nova edição dedica um capítulo especial à análise do Programa de Eficiência Energética (PEE), uma iniciativa da Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL), e apresenta uma avaliação internacional de políticas de eficiência energética, resultado da cooperação com a Agência Internacional de Energia (IEA).
O Atlas, uma publicação anual da EPE, com edições que datam de pelo menos 2021, tem como principal objetivo acompanhar o avanço da eficiência energética nacional por meio de indicadores detalhados. A evolução do estudo demonstra uma abordagem cada vez mais estruturada e transparente, evidenciada pela existência de um Manual Metodológico que detalha os processos e dados empregados em sua elaboração.
Ao longo dos anos, a publicação tem aprofundado a análise de setores específicos da economia. A edição de 2024, por exemplo, trouxe um capítulo dedicado ao setor de ferroligas e silício metálico, com a colaboração da Associação Brasileira de Ferroligas e Silício Metálico (ABRAFE). Já a edição de 2023 focou no setor residencial brasileiro, enquanto a de 2022 abordou a indústria de aço no Brasil, em parceria com o Instituto Aço Brasil (IABr).
A colaboração com a Agência Internacional de Energia (IEA) é um pilar constante do Atlas, conferindo-lhe uma perspectiva global e alinhando as metodologias brasileiras às melhores práticas internacionais. A IEA, referência mundial em políticas e dados de energia, contribuiu com análises internacionais em diversas edições, incluindo as de 2021 (transporte rodoviário de cargas), 2022 (indústria de aço), 2023 (setor residencial) e a mais recente, de 2025.
O Programa de Eficiência Energética (PEE) da ANEEL, tema do capítulo especial da edição 2025, representa um marco regulatório fundamental para o setor elétrico brasileiro. O programa exige que as concessionárias de energia elétrica invistam uma porcentagem de sua receita operacional líquida em projetos que promovam a redução do desperdício e a otimização do consumo, consolidando-se como um dos principais instrumentos de política pública para a eficiência energética no país.
A análise detalhada promovida pelo Atlas é crucial para identificar oportunidades de redução do consumo de energia em diversos segmentos, desde o industrial e residencial até o de transportes. Essa identificação estratégica pode aliviar a pressão sobre a necessidade de expansão da oferta energética e, consequentemente, sobre as tarifas de energia, beneficiando tanto os consumidores finais quanto as indústrias com menores custos operacionais.
Além dos benefícios econômicos diretos, o direcionamento de investimentos e políticas públicas, com base nos dados do Atlas, é fundamental para o cumprimento das metas de transição energética e sustentabilidade ambiental do Brasil. Ao otimizar o uso da energia, o país avança em sua agenda de descarbonização e na busca por uma matriz energética mais eficiente e resiliente.
A natureza anual do Atlas da Eficiência Energética da EPE, com a edição de 2025 já em circulação, sinaliza um ciclo contínuo de monitoramento e atualização. A expectativa é que futuras edições continuem a aprofundar a análise de novos setores e temas relevantes para a eficiência energética brasileira, mantendo as colaborações com a IEA e as associações setoriais, e consolidando o estudo como um pilar para o planejamento energético nacional e a formulação de políticas públicas.
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Matéria redigida pela redação IA do Radar Energia a partir do documento da fonte. Consulte o original para validação técnica e jurídica.
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