Carga SIN71.594 MW 10,09%PLD MédioR$ 112,33/MWh 16,44%PLD SE/COR$ 112,34/MWh 16,44%PLD SulR$ 112,33/MWh 16,45%PLD NER$ 112,33/MWh 16,45%PLD NorteR$ 112,34/MWh 16,44%EAR SIN68,5% 0,15%EAR SE/CO61,9% 0,16%EAR Sul84,6% 0,12%EAR NE82% 0,24%EAR Norte88,2% 0,23%ENA SIN123% MLT 0,82%ENA SE/CO103% MLT 0,00%ENA Sul190% MLT 1,06%ENA NE68% MLT 0,00%ENA Norte73% MLT 1,35%Carga SIN71.594 MW 10,09%PLD MédioR$ 112,33/MWh 16,44%PLD SE/COR$ 112,34/MWh 16,44%PLD SulR$ 112,33/MWh 16,45%PLD NER$ 112,33/MWh 16,45%PLD NorteR$ 112,34/MWh 16,44%EAR SIN68,5% 0,15%EAR SE/CO61,9% 0,16%EAR Sul84,6% 0,12%EAR NE82% 0,24%EAR Norte88,2% 0,23%ENA SIN123% MLT 0,82%ENA SE/CO103% MLT 0,00%ENA Sul190% MLT 1,06%ENA NE68% MLT 0,00%ENA Norte73% MLT 1,35%
Hidráulica38.278 MW(53%) 5,54%Térmica7.874 MW(11%) 15,17%Eólica13.057 MW(18%) 8,53%Solar10.679 MW(15%) 15,04%Nuclear1.990 MW(3%) 0,00%Hidráulica38.278 MW(53%) 5,54%Térmica7.874 MW(11%) 15,17%Eólica13.057 MW(18%) 8,53%Solar10.679 MW(15%) 15,04%Nuclear1.990 MW(3%) 0,00%Hidráulica38.278 MW(53%) 5,54%Térmica7.874 MW(11%) 15,17%Eólica13.057 MW(18%) 8,53%Solar10.679 MW(15%) 15,04%Nuclear1.990 MW(3%) 0,00%
PETR4R$ 42,23 0,24%PETR3R$ 47,21 0,21%PRIO3R$ 61,24 4,49%RECV3R$ 10,74 6,65%VBBR3R$ 33,44 4,59%UGPA3R$ 31,00 5,34%RAIZ4R$ 0,25 3,85%CSAN3R$ 3,45 8,97%EGIE3R$ 29,25 2,21%CMIG4R$ 10,68 3,87%CPFE3R$ 44,40 3,16%EQTL3R$ 36,77 4,32%ENGI11R$ 46,32 6,35%NEOE3R$ 33,80 0,00%AURE3R$ 10,70 2,55%ENEV3R$ 25,32 4,81%TAEE11R$ 38,50 2,63%ALUP11R$ 31,27 3,81%LIGT3R$ 3,10 0,00%PETR4R$ 42,23 0,24%PETR3R$ 47,21 0,21%PRIO3R$ 61,24 4,49%RECV3R$ 10,74 6,65%VBBR3R$ 33,44 4,59%UGPA3R$ 31,00 5,34%RAIZ4R$ 0,25 3,85%CSAN3R$ 3,45 8,97%EGIE3R$ 29,25 2,21%CMIG4R$ 10,68 3,87%CPFE3R$ 44,40 3,16%EQTL3R$ 36,77 4,32%ENGI11R$ 46,32 6,35%NEOE3R$ 33,80 0,00%AURE3R$ 10,70 2,55%ENEV3R$ 25,32 4,81%TAEE11R$ 38,50 2,63%ALUP11R$ 31,27 3,81%LIGT3R$ 3,10 0,00%
BrentUS$ 87,72 0,00%WTIUS$ 82,11 0,02%Gás NaturalUS$ 2,78 0,61%DólarR$ 5,11 0,30%BrentUS$ 87,72 0,00%WTIUS$ 82,11 0,02%Gás NaturalUS$ 2,78 0,61%DólarR$ 5,11 0,30%BrentUS$ 87,72 0,00%WTIUS$ 82,11 0,02%Gás NaturalUS$ 2,78 0,61%DólarR$ 5,11 0,30%
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Radar Energia
AnálisePetróleo & Gás

MME reforça avanço na abertura do mercado de gás para ampliar oferta e competitividade

O Ministério de Minas e Energia (MME) destacou os progressos na liberalização do mercado de gás natural no Brasil, impulsionados pela Nova Lei do Gás e por acordos com a Petrobras. O objetivo é ampliar a oferta do insumo e reduzir seus preços, beneficiando a indústria e a geração de energia elétrica.

26 de junho de 2026 às 14:47Fonte oficial: MMERedação Radar Energia

O Ministério de Minas e Energia (MME) reforçou os avanços na abertura do mercado de gás natural no Brasil, com o objetivo de ampliar a oferta e a competitividade do insumo no país. Essa avaliação foi apresentada em um evento do setor e divulgada pela pasta, que ressaltou o impacto das políticas públicas e regulatórias implementadas nos últimos anos.

Os avanços são impulsionados principalmente pela Nova Lei do Gás (Lei nº 14.134/2021), que estabeleceu um novo marco regulatório para o setor, e pelos Termos de Compromisso de Cessação (TCCs) firmados entre o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (CADE) e a Petrobras. Essas medidas visam desverticalizar o mercado, antes dominado pela estatal, promovendo a entrada de novos agentes e o livre acesso à infraestrutura essencial de escoamento e processamento.

O MME projeta que a maior competição e oferta resultem em uma redução de até 50% no preço do gás na porta da usina ou da indústria, em comparação com os patamares históricos. Atualmente, o Brasil produz mais de 140 milhões de m³/dia de gás natural associado ao petróleo, mas ainda reinjeta grande parte desse volume devido à carência de infraestrutura de escoamento e processamento, um gargalo que a nova política busca solucionar.

A queda nos custos do gás é um fator crucial para aumentar a competitividade da indústria brasileira, especialmente em setores intensivos no uso do insumo, como fertilizantes, petroquímica e cerâmica. Além disso, a redução do preço do gás para as termelétricas pode ter um impacto positivo nas tarifas de energia elétrica para o consumidor final e na competitividade do mercado livre de energia.

Para consolidar a abertura do mercado, a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) continua a regulamentar diversos aspectos, incluindo regras para o mercado secundário de capacidade de transporte e o acesso a terminais de Gás Natural Liquefeito (GNL). A conclusão de projetos de infraestrutura, como o Gasoduto Rota 3, que conectará o pré-sal à costa fluminense, e a expansão da malha de transporte são cruciais para concretizar a maior oferta do energético no país.

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