Carga SIN86.647 MW 0,44%PLD MédioR$ 124,86/MWh 1,37%PLD SE/COR$ 127,1/MWh 1,32%PLD SulR$ 127,1/MWh 1,31%PLD NER$ 121,03/MWh 1,47%PLD NorteR$ 124,22/MWh 1,37%EAR SIN66,6% 0,30%EAR SE/CO60,3% 0,33%EAR Sul84,2% 0,36%EAR NE78,6% 0,51%EAR Norte85,6% 0,35%ENA SIN123% MLT 0,00%ENA SE/CO97% MLT 0,00%ENA Sul210% MLT 0,47%ENA NE65% MLT 0,00%ENA Norte66% MLT 1,49%Carga SIN86.647 MW 0,44%PLD MédioR$ 124,86/MWh 1,37%PLD SE/COR$ 127,1/MWh 1,32%PLD SulR$ 127,1/MWh 1,31%PLD NER$ 121,03/MWh 1,47%PLD NorteR$ 124,22/MWh 1,37%EAR SIN66,6% 0,30%EAR SE/CO60,3% 0,33%EAR Sul84,2% 0,36%EAR NE78,6% 0,51%EAR Norte85,6% 0,35%ENA SIN123% MLT 0,00%ENA SE/CO97% MLT 0,00%ENA Sul210% MLT 0,47%ENA NE65% MLT 0,00%ENA Norte66% MLT 1,49%
Hidráulica44.152 MW(51%) 1,13%Térmica10.436 MW(12%) 6,70%Eólica16.481 MW(19%) 0,74%Solar14.258 MW(16%) 2,54%Nuclear2.004 MW(2%) 0,05%Hidráulica44.152 MW(51%) 1,13%Térmica10.436 MW(12%) 6,70%Eólica16.481 MW(19%) 0,74%Solar14.258 MW(16%) 2,54%Nuclear2.004 MW(2%) 0,05%Hidráulica44.152 MW(51%) 1,13%Térmica10.436 MW(12%) 6,70%Eólica16.481 MW(19%) 0,74%Solar14.258 MW(16%) 2,54%Nuclear2.004 MW(2%) 0,05%
PETR4R$ 44,30 2,76%PETR3R$ 49,34 2,49%PRIO3R$ 62,85 2,15%RECV3R$ 10,51 0,86%VBBR3R$ 34,61 2,26%UGPA3R$ 34,58 1,89%RAIZ4R$ 0,24 9,09%CSAN3R$ 3,64 7,37%EGIE3R$ 27,63 0,22%CMIG4R$ 10,04 1,28%CPFE3R$ 42,32 0,07%EQTL3R$ 35,77 2,70%ENGI11R$ 44,76 1,06%NEOE3R$ 33,80 0,00%AURE3R$ 10,23 1,29%ENEV3R$ 25,36 1,04%TAEE11R$ 37,57 1,08%ALUP11R$ 32,13 2,32%LIGT3R$ 3,22 4,55%PETR4R$ 44,30 2,76%PETR3R$ 49,34 2,49%PRIO3R$ 62,85 2,15%RECV3R$ 10,51 0,86%VBBR3R$ 34,61 2,26%UGPA3R$ 34,58 1,89%RAIZ4R$ 0,24 9,09%CSAN3R$ 3,64 7,37%EGIE3R$ 27,63 0,22%CMIG4R$ 10,04 1,28%CPFE3R$ 42,32 0,07%EQTL3R$ 35,77 2,70%ENGI11R$ 44,76 1,06%NEOE3R$ 33,80 0,00%AURE3R$ 10,23 1,29%ENEV3R$ 25,36 1,04%TAEE11R$ 37,57 1,08%ALUP11R$ 32,13 2,32%LIGT3R$ 3,22 4,55%
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Radar Energia
AnálisePetróleo & Gás

PetroReconcavo estende contrato com Petrobras para UTG Catu e suspende projeto Miranga

A PetroReconcavo firmou aditivos contratuais com a Petrobras para processamento de gás natural na UTG Catu até 2037, suspendendo a Decisão Final de Investimento (FID) para a UPGN Miranga. O movimento garante previsibilidade operacional e evita um desembolso de US$ 60 milhões, alinhando-se à Nova Lei do Gás.

21 de agosto de 2026 às 17:20Fonte oficial: PetroreconcavoRedação Radar Energia

A PetroReconcavo firmou aditivos contratuais com a Petrobras para estender o prazo de acesso ao processamento de gás natural na Unidade de Tratamento de Gás Natural (UTG) Catu, na Bahia, até 2037. O acordo, comunicado ao mercado pela PetroReconcavo em 19 de agosto (quarta-feira), inclui novas condições comerciais e operacionais e resultou na suspensão da Decisão Final de Investimento (FID) para a construção da UPGN Miranga, um projeto próprio da companhia que demandaria um investimento estimado em US$ 60 milhões.

A garantia de capacidade contratada na UTG Catu, que também envolveu a Brava Energia e a Origem Energia, é estabelecida para o período entre 2028 e 2037. Com isso, a PetroReconcavo assegura a continuidade planejada e previsível do acesso à infraestrutura de processamento de gás, evitando o desembolso de curto prazo para Miranga e liberando capital. Os investimentos já realizados no projeto próprio são preservados, mantendo-o como uma opção estratégica futura.

A decisão da PetroReconcavo se alinha à Nova Lei do Gás (Lei nº 14.134/2021), que promove a negociação do uso de infraestruturas essenciais, e à diretriz regulatória da ANP por maior eficiência no acesso. O acordo consolida o uso da infraestrutura existente da Petrobras, que ganha ao reafirmar a relevância de sua UTG Catu e garantir receita pelo serviço. Produtores independentes, como PetroReconcavo, Brava e Origem, ganham em previsibilidade e redução de custos de investimento. Por outro lado, a suspensão de Miranga pode ser interpretada como um reforço da dependência dos produtores da infraestrutura da Petrobras, levantando questionamentos sobre a diversificação do mercado de processamento de gás.

Este cenário de otimização de ativos já existentes reflete a crescente pressão regulatória da ANP para garantir o acesso e a eficiência das unidades de tratamento de gás, como evidenciado pela recente rejeição do plano da Petrobras para adequar a Unidade de Tratamento de Gás de Caraguatatuba (UTGCA) em julho deste ano, exigindo um novo cronograma otimizado em 30 dias. A ação da PetroReconcavo contribui para a segurança energética regional e impulsiona a economia baiana, com a ação RECV3 negociada a R$ 10,57, com alta de 1,59% no dia.

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