Carga SIN79.266 MW 17,37%PLD MédioR$ 161,09/MWh 24,53%PLD SE/COR$ 161,41/MWh 24,77%PLD SulR$ 161,4/MWh 24,77%PLD NER$ 160,78/MWh 24,29%PLD NorteR$ 160,78/MWh 24,28%EAR SIN70,5% 0,28%EAR SE/CO63,7% 0,31%EAR Sul82,6% 0,48%EAR NE86,3% 0,35%EAR Norte91,4% 0,11%ENA SIN110% MLT 0,90%ENA SE/CO93% MLT 1,06%ENA Sul224% MLT 2,61%ENA NE64% MLT 0,00%ENA Norte71% MLT 1,39%Carga SIN79.266 MW 17,37%PLD MédioR$ 161,09/MWh 24,53%PLD SE/COR$ 161,41/MWh 24,77%PLD SulR$ 161,4/MWh 24,77%PLD NER$ 160,78/MWh 24,29%PLD NorteR$ 160,78/MWh 24,28%EAR SIN70,5% 0,28%EAR SE/CO63,7% 0,31%EAR Sul82,6% 0,48%EAR NE86,3% 0,35%EAR Norte91,4% 0,11%ENA SIN110% MLT 0,90%ENA SE/CO93% MLT 1,06%ENA Sul224% MLT 2,61%ENA NE64% MLT 0,00%ENA Norte71% MLT 1,39%
Hidráulica38.336 MW(48%) 16,94%Térmica11.591 MW(14%) 6,49%Eólica16.319 MW(20%) 24,06%Solar12.072 MW(15%) 31,13%Nuclear2.010 MW(3%) 0,05%Hidráulica38.336 MW(48%) 16,94%Térmica11.591 MW(14%) 6,49%Eólica16.319 MW(20%) 24,06%Solar12.072 MW(15%) 31,13%Nuclear2.010 MW(3%) 0,05%Hidráulica38.336 MW(48%) 16,94%Térmica11.591 MW(14%) 6,49%Eólica16.319 MW(20%) 24,06%Solar12.072 MW(15%) 31,13%Nuclear2.010 MW(3%) 0,05%
PETR4R$ 41,56 1,61%PETR3R$ 46,68 1,90%PRIO3R$ 58,59 1,28%RECV3R$ 10,30 0,10%VBBR3R$ 33,42 4,30%UGPA3R$ 31,46 1,90%RAIZ4R$ 0,27 6,90%CSAN3R$ 3,78 1,56%EGIE3R$ 30,11 0,47%CMIG4R$ 10,99 1,17%CPFE3R$ 46,31 1,19%EQTL3R$ 38,43 2,71%ENGI11R$ 48,82 0,87%NEOE3R$ 33,80 0,00%AURE3R$ 11,21 3,28%ENEV3R$ 25,29 1,52%TAEE11R$ 41,11 0,54%ALUP11R$ 33,15 0,39%LIGT3R$ 3,21 0,62%PETR4R$ 41,56 1,61%PETR3R$ 46,68 1,90%PRIO3R$ 58,59 1,28%RECV3R$ 10,30 0,10%VBBR3R$ 33,42 4,30%UGPA3R$ 31,46 1,90%RAIZ4R$ 0,27 6,90%CSAN3R$ 3,78 1,56%EGIE3R$ 30,11 0,47%CMIG4R$ 10,99 1,17%CPFE3R$ 46,31 1,19%EQTL3R$ 38,43 2,71%ENGI11R$ 48,82 0,87%NEOE3R$ 33,80 0,00%AURE3R$ 11,21 3,28%ENEV3R$ 25,29 1,52%TAEE11R$ 41,11 0,54%ALUP11R$ 33,15 0,39%LIGT3R$ 3,21 0,62%
BrentUS$ 91,06 2,06%WTIUS$ 84,22 1,19%Gás NaturalUS$ 2,87 0,38%DólarR$ 5,08 1,01%BrentUS$ 91,06 2,06%WTIUS$ 84,22 1,19%Gás NaturalUS$ 2,87 0,38%DólarR$ 5,08 1,01%BrentUS$ 91,06 2,06%WTIUS$ 84,22 1,19%Gás NaturalUS$ 2,87 0,38%DólarR$ 5,08 1,01%
IEA aponta disrupção no mercado global de gás com Ormuz e projeta queda no consumo em 2026ONS encerra operação especial da Copa do Mundo com sistema estávelEcopetrol avança em OPA da Brava Energia com leilão em 5 de agosto após aval da CVMPL de térmicas a gás pode elevar corte de renováveis em 12% até 2032, projeta AuroraRaízen comunica venda de Usina Caarapó por R$ 760 milhões; analistas veem impacto limitado na dívidaEneva eleva geração bruta em 35% no 2T26 com despacho térmico por méritoONS revisa para baixo projeção de reservatórios do Sudeste/Centro-Oeste para julhoEmpresas brasileiras buscam Paraguai por energia barata e regime fiscalPPSA agenda 7º leilão spot para comercializar petróleo de Atapu e BacalhauComercializadoras de energia enfrentam crise com mais de R$ 6 bilhões em dívidasCCEE divulga encargo de R$ 177,9 milhões para reserva de capacidade em junhoGoverno divulga nota técnica sobre El Niño 2026 e alerta para impactos no setor elétricoIEA aponta disrupção no mercado global de gás com Ormuz e projeta queda no consumo em 2026ONS encerra operação especial da Copa do Mundo com sistema estávelEcopetrol avança em OPA da Brava Energia com leilão em 5 de agosto após aval da CVMPL de térmicas a gás pode elevar corte de renováveis em 12% até 2032, projeta AuroraRaízen comunica venda de Usina Caarapó por R$ 760 milhões; analistas veem impacto limitado na dívidaEneva eleva geração bruta em 35% no 2T26 com despacho térmico por méritoONS revisa para baixo projeção de reservatórios do Sudeste/Centro-Oeste para julhoEmpresas brasileiras buscam Paraguai por energia barata e regime fiscalPPSA agenda 7º leilão spot para comercializar petróleo de Atapu e BacalhauComercializadoras de energia enfrentam crise com mais de R$ 6 bilhões em dívidasCCEE divulga encargo de R$ 177,9 milhões para reserva de capacidade em junhoGoverno divulga nota técnica sobre El Niño 2026 e alerta para impactos no setor elétrico
Radar Energia
AnáliseRenováveis

PL de térmicas a gás pode elevar corte de renováveis em 12% até 2032, projeta Aurora

Um projeto de lei em tramitação no Senado Federal pode elevar em 12% o corte de geração (curtailment) de fontes renováveis até 2032, segundo projeção da Aurora Energy Research divulgada pela Abegás. A medida, que prevê a contratação de 2,5 GW de novas termelétricas a gás com alta inflexibilidade, pode gerar perdas adicionais de R$ 480 milhões para o setor renovável.

21 de julho de 2026 às 09:23Fonte oficial: ABEGÁSRedação Radar Energia

A contratação compulsória de 2,5 GW de novas termelétricas a gás natural, proposta por um Projeto de Lei (PL) em tramitação no Senado, pode aumentar em 12% o volume de energia renovável cortada (curtailment) no Brasil até 2032. A estimativa é da Aurora Energy Research, em estudo divulgado pela Abegás, que aponta um custo anual de R$ 500 milhões para a contratação dessas usinas e um incremento de R$ 480 milhões nas perdas do setor renovável em 2032, totalizando R$ 2,98 bilhões.

O dispositivo, inserido como um 'jabuti' no PL 5017/2019 — que originalmente tratava de descontos em tarifas para poços semiartesianos —, retoma o compromisso de contratação de térmicas a gás previsto na lei de privatização da Eletrobras. A análise da Aurora considera uma inflexibilidade mínima de 70% para as novas usinas, o que significa que operarão por grande parte do tempo, deslocando a geração eólica e solar, especialmente em períodos de sobreoferta no sistema interligado nacional.

O impacto do aumento do curtailment será mais significativo no Nordeste, região com alta penetração de fontes eólica e solar, onde a projeção indica um crescimento de 3,3 pontos percentuais no corte total. No Sudeste, o efeito se concentrará nos ativos de energia solar fotovoltaica, com o curtailment aumentando em 1,6 ponto percentual. O PL prevê que os leilões para a contratação das térmicas ocorram até o primeiro trimestre de 2027, com entrega das usinas até 1º de julho de 2032, distribuídas em cinco blocos geográficos específicos.

Para o setor, a medida representa um risco de travamento para a expansão e o despacho de renováveis, indo na contramão dos esforços de descarbonização da matriz elétrica brasileira. Enquanto desenvolvedores de projetos de térmicas a gás ganham com a garantia de contratação e despacho, geradores de energia eólica e solar perdem receita devido ao curtailment. Os custos anuais de contratação das térmicas, estimados em R$ 500 milhões, tendem a ser repassados aos consumidores finais via encargos setoriais, impactando a tarifa de energia.

Compartilhar:XLinkedInWhatsAppTelegram

Tags

Comentários (0)

Seja o primeiro a comentar.

Receba o essencial do setor de energia

Os principais fatos que afetam preço, regulação, geração e combustíveis — todo dia ao meio-dia, no seu e-mail.

Como esta matéria foi produzida: apurada a partir da fonte oficial citada e de documentos primários, com verificação de números, datas e prazos antes da publicação, seguindo a nossa Política Editorial — que inclui o uso de tecnologia própria na apuração. Viu algo a corrigir? Fale com a redação.