Carga SIN68.125 MW 8,50%PLD MédioR$ 124,63/MWh 14,77%PLD SE/COR$ 124,63/MWh 14,77%PLD SulR$ 124,62/MWh 14,76%PLD NER$ 124,63/MWh 14,77%PLD NorteR$ 124,63/MWh 14,76%EAR SIN69,4% 0,14%EAR SE/CO62,8% 0,32%EAR Sul84,4% 0,60%EAR NE83,5% 0,24%EAR Norte89,6% 0,11%ENA SIN136% MLT 7,48%ENA SE/CO110% MLT 0,90%ENA Sul234% MLT 12,69%ENA NE67% MLT 1,47%ENA Norte78% MLT 0,00%Carga SIN68.125 MW 8,50%PLD MédioR$ 124,63/MWh 14,77%PLD SE/COR$ 124,63/MWh 14,77%PLD SulR$ 124,62/MWh 14,76%PLD NER$ 124,63/MWh 14,77%PLD NorteR$ 124,63/MWh 14,76%EAR SIN69,4% 0,14%EAR SE/CO62,8% 0,32%EAR Sul84,4% 0,60%EAR NE83,5% 0,24%EAR Norte89,6% 0,11%ENA SIN136% MLT 7,48%ENA SE/CO110% MLT 0,90%ENA Sul234% MLT 12,69%ENA NE67% MLT 1,47%ENA Norte78% MLT 0,00%
Hidráulica34.548 MW(51%) 5,86%Térmica8.203 MW(12%) 15,53%Eólica13.408 MW(20%) 10,24%Solar10.227 MW(15%) 9,28%Nuclear2.008 MW(3%) 0,00%Hidráulica34.548 MW(51%) 5,86%Térmica8.203 MW(12%) 15,53%Eólica13.408 MW(20%) 10,24%Solar10.227 MW(15%) 9,28%Nuclear2.008 MW(3%) 0,00%Hidráulica34.548 MW(51%) 5,86%Térmica8.203 MW(12%) 15,53%Eólica13.408 MW(20%) 10,24%Solar10.227 MW(15%) 9,28%Nuclear2.008 MW(3%) 0,00%
PETR4R$ 43,05 0,49%PETR3R$ 48,62 0,14%PRIO3R$ 58,50 2,43%RECV3R$ 10,33 2,09%VBBR3R$ 36,13 1,40%UGPA3R$ 33,10 0,55%RAIZ4R$ 0,26 0,00%CSAN3R$ 4,10 2,76%EGIE3R$ 30,10 0,37%CMIG4R$ 11,28 0,45%CPFE3R$ 46,11 0,04%EQTL3R$ 38,89 0,59%ENGI11R$ 50,19 1,17%NEOE3R$ 33,80 0,00%AURE3R$ 11,20 0,00%ENEV3R$ 26,75 2,29%TAEE11R$ 40,00 0,33%ALUP11R$ 32,54 0,31%LIGT3R$ 3,13 6,29%PETR4R$ 43,05 0,49%PETR3R$ 48,62 0,14%PRIO3R$ 58,50 2,43%RECV3R$ 10,33 2,09%VBBR3R$ 36,13 1,40%UGPA3R$ 33,10 0,55%RAIZ4R$ 0,26 0,00%CSAN3R$ 4,10 2,76%EGIE3R$ 30,10 0,37%CMIG4R$ 11,28 0,45%CPFE3R$ 46,11 0,04%EQTL3R$ 38,89 0,59%ENGI11R$ 50,19 1,17%NEOE3R$ 33,80 0,00%AURE3R$ 11,20 0,00%ENEV3R$ 26,75 2,29%TAEE11R$ 40,00 0,33%ALUP11R$ 32,54 0,31%LIGT3R$ 3,13 6,29%
BrentUS$ 85,84 2,47%WTIUS$ 81,93 1,98%Gás NaturalUS$ 2,74 1,44%DólarR$ 5,09 0,30%BrentUS$ 85,84 2,47%WTIUS$ 81,93 1,98%Gás NaturalUS$ 2,74 1,44%DólarR$ 5,09 0,30%BrentUS$ 85,84 2,47%WTIUS$ 81,93 1,98%Gás NaturalUS$ 2,74 1,44%DólarR$ 5,09 0,30%
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Radar Energia
AnálisePetróleo & Gás

Preço da gasolina sobe levemente nos postos do país, informa ANP

A Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) informou em seu boletim semanal uma leve elevação nos preços da gasolina em todo o Brasil. Essa alta, ainda que discreta, pressiona os custos de transporte e impacta o cenário inflacionário, mantendo o mercado em alerta.

22 de junho de 2026 às 18:01Fonte oficial: ANPRedação Radar Energia

A Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) divulgou seu boletim semanal de preços de combustíveis, indicando uma ligeira elevação no preço da gasolina nos postos de revenda em todo o país. O levantamento da agência, que acompanha o setor desde 1997, reflete a dinâmica do mercado e os fatores que compõem o preço final ao consumidor.

A formação do preço da gasolina no Brasil é complexa e envolve as cotações internacionais do petróleo e do câmbio, que influenciam o preço de venda nas refinarias da Petrobras. A esse custo somam-se as margens das distribuidoras — como Raízen, Ipiranga e Vibra Energia — e dos postos de revenda, além de uma parcela significativa de tributos federais e estaduais, como PIS/Cofins, CIDE e o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS).

Mesmo uma alta pontual da gasolina, o combustível mais consumido por veículos leves no Brasil, com mais de 40 bilhões de litros em 2023, tem impacto direto na economia. Essa elevação contribui para a pressão inflacionária, especialmente no Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), no item "Transportes". Além disso, afeta o poder de compra das famílias e os custos logísticos das empresas, podendo ser repassada para outros bens e serviços.

A sensibilidade do tema dos combustíveis já motivou intervenções governamentais no passado. Em 2022, por exemplo, o governo federal zerou temporariamente as alíquotas de PIS/Cofins e CIDE sobre combustíveis para mitigar a inflação. Antes disso, em 2018, a política de Preço de Paridade de Importação (PPI) da Petrobras e a alta do diesel foram fatores-chave para a greve dos caminhoneiros, o que evidencia a relevância política e econômica da variação dos preços.

A ANP seguirá monitorando semanalmente os preços, divulgando os boletins para manter a transparência do mercado. O governo, por sua vez, continuará atento à evolução das cotações internacionais do petróleo e do câmbio, que são os principais impulsionadores de custo. Em caso de uma escalada mais significativa e persistente dos valores, medidas como desonerações tributárias ou ajustes na política de preços da Petrobras podem ser consideradas novamente para conter impactos econômicos.

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