Carga SIN75.712 MW 7,62%PLD MédioR$ 132,57/MWh 30,04%PLD SE/COR$ 132,57/MWh 30,05%PLD SulR$ 132,57/MWh 30,05%PLD NER$ 132,56/MWh 30,04%PLD NorteR$ 132,57/MWh 30,05%EAR SIN70,8% 0,14%EAR SE/CO65,6% 0,00%EAR Sul56,7% 0,18%EAR NE89,7% 0,11%EAR Norte94,3% 0,11%ENA SE/CO90% MLT 0,00%ENA Sul63% MLT 1,61%ENA NE59% MLT 0,00%ENA Norte61% MLT 1,61%Carga SIN75.712 MW 7,62%PLD MédioR$ 132,57/MWh 30,04%PLD SE/COR$ 132,57/MWh 30,05%PLD SulR$ 132,57/MWh 30,05%PLD NER$ 132,56/MWh 30,04%PLD NorteR$ 132,57/MWh 30,05%EAR SIN70,8% 0,14%EAR SE/CO65,6% 0,00%EAR Sul56,7% 0,18%EAR NE89,7% 0,11%EAR Norte94,3% 0,11%ENA SE/CO90% MLT 0,00%ENA Sul63% MLT 1,61%ENA NE59% MLT 0,00%ENA Norte61% MLT 1,61%
Hidráulica40.031 MW(52%) 13,73%Térmica8.827 MW(11%) 5,52%Eólica16.358 MW(21%) 9,06%Solar9.955 MW(13%) 5,48%Nuclear1.990 MW(3%) 0,90%Hidráulica40.031 MW(52%) 13,73%Térmica8.827 MW(11%) 5,52%Eólica16.358 MW(21%) 9,06%Solar9.955 MW(13%) 5,48%Nuclear1.990 MW(3%) 0,90%Hidráulica40.031 MW(52%) 13,73%Térmica8.827 MW(11%) 5,52%Eólica16.358 MW(21%) 9,06%Solar9.955 MW(13%) 5,48%Nuclear1.990 MW(3%) 0,90%
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Radar Energia
AnáliseBiocombustíveis

USP inaugura planta laboratorial de biogás e biometano em escala industrial

O Instituto de Energia e Ambiente da USP (IEE/USP) inaugura em 30 de junho uma planta de bioenergia e biofertilizantes que converterá resíduos sólidos orgânicos em energia elétrica, biometano e biofertilizantes. Com apoio da ABiogás, a unidade operará como um laboratório em escala industrial, integrando saneamento, energia e agricultura, e servirá de modelo para a valorização de resíduos no país.

29 de junho de 2026 às 08:17Fonte oficial: UNICARedação Radar Energia

A inauguração, em 30 de junho, da planta do Instituto de Energia e Ambiente da USP (IEE/USP) marca um avanço para o setor de biogás e biometano no Brasil. Projetada para converter resíduos sólidos orgânicos em energia elétrica, biometano e biofertilizantes, a unidade consolida um modelo de economia circular, com apoio da Associação Brasileira de Biogás (ABiogás).

A usina do IEE/USP transcende o escopo de um projeto puramente acadêmico, operando como uma planta laboratorial em escala industrial. Seu objetivo é testar e otimizar processos de valorização de resíduos, integrando saneamento, geração de energia e produção de insumos agrícolas. Isso demonstra a viabilidade técnica e ambiental de soluções que abordam múltiplos desafios setoriais de forma simultânea.

A iniciativa da USP alinha-se ao crescente esforço brasileiro de descarbonização da matriz energética e busca por fontes renováveis. O setor de biogás e biometano, em particular, tem sido impulsionado pelo arcabouço regulatório do Programa RenovaBio, instituído em 2017. Por meio dos Créditos de Descarbonização (CBIOs), o programa valoriza a produção de biocombustíveis avançados e incentiva investimentos em tecnologias de aproveitamento energético de resíduos e efluentes.

A produção e comercialização de biometano são balizadas por normativas da ANP, como a Resolução nº 685/2017, que define suas especificações, e a Resolução nº 880/2022, que detalha os procedimentos para injeção na rede de gás natural. A ANEEL, por sua vez, estabelece as regras para a comercialização da energia elétrica gerada.

A ABiogás, como entidade representativa, tem sido essencial na promoção e desenvolvimento do mercado de biogás e biometano, enquanto o IEE/USP se consolida como um polo de pesquisa e desenvolvimento tecnológico. Essa sinergia entre academia e associações setoriais é crucial para o avanço da cadeia de valor no país, alinhando-se a centros de excelência internacionais como os da Alemanha e Suécia, referências na valorização de resíduos orgânicos.

O Brasil possui um potencial expressivo para a produção de biogás a partir de resíduos orgânicos. Estimativas da ABiogás indicam a capacidade de gerar cerca de 100 milhões de metros cúbicos de biometano por dia, volume que representaria aproximadamente 70% do consumo atual de gás natural no país. Isso evidencia o biometano como um vetor estratégico para a segurança energética e a transição para uma economia de baixo carbono.

Atualmente, o Brasil já opera mais de 700 plantas de biogás, com um número crescente focado na produção de biometano para uso veicular ou injeção na rede. A planta da USP, ao demonstrar a viabilidade técnica e ambiental da conversão de resíduos orgânicos em energia e biocombustíveis, fortalece o potencial de descarbonização da matriz energética e de transportes, gerando créditos de carbono e valorizando passivos ambientais.

A expectativa é que a operação da usina do IEE/USP funcione como um laboratório vivo para otimizar processos e formar recursos humanos qualificados, impulsionando a replicação de tecnologias semelhantes em escala comercial. Os resultados obtidos deverão subsidiar a formulação de políticas públicas que facilitem a expansão da produção de biogás e biometano, incluindo a simplificação de licenciamentos e a criação de incentivos fiscais para o setor.

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Como esta matéria foi produzida: conteúdo produzido com apoio de inteligência artificial a partir de fontes oficiais e/ou públicas, com curadoria editorial do Radar Energia. Sempre que possível, priorizamos documentos, comunicados e dados primários. Viu algo a corrigir? Fale com a redação.