Carga SIN67.939 MW 10,27%PLD MédioR$ 132,57/MWh 30,04%PLD SE/COR$ 132,57/MWh 30,05%PLD SulR$ 132,57/MWh 30,05%PLD NER$ 132,56/MWh 30,04%PLD NorteR$ 132,57/MWh 30,05%EAR SIN70,8% 0,00%EAR SE/CO65,7% 0,15%EAR Sul57,9% 2,12%EAR NE89,3% 0,45%EAR Norte94,2% 0,11%ENA SE/CO91% MLTENA Sul66% MLTENA NE59% MLTENA Norte60% MLTCarga SIN67.939 MW 10,27%PLD MédioR$ 132,57/MWh 30,04%PLD SE/COR$ 132,57/MWh 30,05%PLD SulR$ 132,57/MWh 30,05%PLD NER$ 132,56/MWh 30,04%PLD NorteR$ 132,57/MWh 30,05%EAR SIN70,8% 0,00%EAR SE/CO65,7% 0,15%EAR Sul57,9% 2,12%EAR NE89,3% 0,45%EAR Norte94,2% 0,11%ENA SE/CO91% MLTENA Sul66% MLTENA NE59% MLTENA Norte60% MLT
Hidráulica36.411 MW(53%) 9,04%Térmica7.795 MW(11%) 11,69%Eólica14.229 MW(21%) 13,02%Solar8.811 MW(13%) 11,49%Nuclear2.008 MW(3%) 0,90%Hidráulica36.411 MW(53%) 9,04%Térmica7.795 MW(11%) 11,69%Eólica14.229 MW(21%) 13,02%Solar8.811 MW(13%) 11,49%Nuclear2.008 MW(3%) 0,90%Hidráulica36.411 MW(53%) 9,04%Térmica7.795 MW(11%) 11,69%Eólica14.229 MW(21%) 13,02%Solar8.811 MW(13%) 11,49%Nuclear2.008 MW(3%) 0,90%
PETR4R$ 38,05 1,04%PETR3R$ 42,14 1,43%PRIO3R$ 53,08 1,59%RECV3R$ 10,06 0,80%VBBR3R$ 29,91 2,54%UGPA3R$ 26,26 4,00%RAIZ4R$ 0,41 2,38%CSAN3R$ 3,65 1,62%EGIE3R$ 34,13 1,25%CMIG4R$ 10,86 0,65%CPFE3R$ 45,12 0,00%EQTL3R$ 39,61 1,43%ENGI11R$ 47,67 1,64%NEOE3R$ 33,80 0,00%AURE3R$ 11,60 1,67%ENEV3R$ 26,81 2,64%TAEE11R$ 39,96 0,20%ALUP11R$ 32,60 0,84%LIGT3R$ 3,26 2,52%PETR4R$ 38,05 1,04%PETR3R$ 42,14 1,43%PRIO3R$ 53,08 1,59%RECV3R$ 10,06 0,80%VBBR3R$ 29,91 2,54%UGPA3R$ 26,26 4,00%RAIZ4R$ 0,41 2,38%CSAN3R$ 3,65 1,62%EGIE3R$ 34,13 1,25%CMIG4R$ 10,86 0,65%CPFE3R$ 45,12 0,00%EQTL3R$ 39,61 1,43%ENGI11R$ 47,67 1,64%NEOE3R$ 33,80 0,00%AURE3R$ 11,60 1,67%ENEV3R$ 26,81 2,64%TAEE11R$ 39,96 0,20%ALUP11R$ 32,60 0,84%LIGT3R$ 3,26 2,52%
BrentUS$ 73,60 1,38%WTIUS$ 70,41 1,70%Gás NaturalUS$ 3,18 3,05%DólarR$ 5,18 0,33%BrentUS$ 73,60 1,38%WTIUS$ 70,41 1,70%Gás NaturalUS$ 3,18 3,05%DólarR$ 5,18 0,33%BrentUS$ 73,60 1,38%WTIUS$ 70,41 1,70%Gás NaturalUS$ 3,18 3,05%DólarR$ 5,18 0,33%
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Radar Energia
AnáliseBiocombustíveis

ANP: Fungibilidade do CGOB será avaliada caso a caso

A ANP aprovou um estudo técnico que estabelece a não automaticidade da fungibilidade do Certificado de Garantia de Origem do Biometano (CGOB) com outros certificados ambientais. A decisão implica que a equivalência será avaliada individualmente, visando preservar a integridade e rastreabilidade dos ativos.

29 de junho de 2026 às 09:32Fonte oficial: AgenciaeixosRedação Radar Energia

A diretoria da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) aprovou um estudo técnico que estabelece a não automaticidade da fungibilidade do Certificado de Garantia de Origem do Biometano (CGOB) com outros certificados ambientais. Com essa determinação, a equivalência de atributos será analisada individualmente, visando manter a integridade ambiental e a rastreabilidade inerente a cada tipo de certificado.

A decisão da ANP integra o esforço regulatório do biometano no Brasil, intensificado desde a Lei do RenovaBio (Lei 13.576/2017). Embora a Resolução ANP nº 846/2021 já estabeleça o arcabouço para a produção e comercialização do biometano, a monetização de seus atributos ambientais, como a fungibilidade com outros certificados, é um ponto central para o desenvolvimento do mercado. A Portaria MME nº 41/2022, por exemplo, já permite que o biometano gere CBIOs.

A não automaticidade da fungibilidade pode introduzir incerteza para investidores e produtores de biometano, dificultando a precificação e a monetização desses atributos ambientais em novos projetos. O setor, que possui um potencial estimado pela ABiogás em 120 milhões de m³/dia, mas com produção atual em torno de 500 mil m³/dia, depende de clareza regulatória para atrair os investimentos necessários em infraestrutura de produção e purificação.

Com essa abordagem, a agência busca evitar a diluição da especificidade do CGOB, que atesta a origem renovável e a sustentabilidade do biometano. No entanto, o desafio reside em estabelecer critérios e procedimentos transparentes e ágeis para a análise “caso a caso”, de modo a não burocratizar excessivamente o processo e comprometer a liquidez dos certificados, mantendo a competitividade do biometano frente a outras fontes de energia.

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Como esta matéria foi produzida: conteúdo produzido com apoio de inteligência artificial a partir de fontes oficiais e/ou públicas, com curadoria editorial do Radar Energia. Sempre que possível, priorizamos documentos, comunicados e dados primários. Viu algo a corrigir? Fale com a redação.