Carga SIN84.939 MW 2,15%PLD MédioR$ 146,41/MWh 12,83%PLD SE/COR$ 146,41/MWh 13,33%PLD SulR$ 146,41/MWh 13,33%PLD NER$ 146,41/MWh 11,83%PLD NorteR$ 146,41/MWh 12,83%EAR SIN63,6% 0,47%EAR SE/CO57,5% 0,17%EAR Sul82,5% 1,67%EAR NE75,2% 0,27%EAR Norte80,5% 0,49%ENA SIN154% MLT 6,67%ENA SE/CO94% MLT 1,08%ENA Sul316% MLT 5,67%ENA NE65% MLT 1,56%ENA Norte63% MLT 3,08%Carga SIN84.939 MW 2,15%PLD MédioR$ 146,41/MWh 12,83%PLD SE/COR$ 146,41/MWh 13,33%PLD SulR$ 146,41/MWh 13,33%PLD NER$ 146,41/MWh 11,83%PLD NorteR$ 146,41/MWh 12,83%EAR SIN63,6% 0,47%EAR SE/CO57,5% 0,17%EAR Sul82,5% 1,67%EAR NE75,2% 0,27%EAR Norte80,5% 0,49%ENA SIN154% MLT 6,67%ENA SE/CO94% MLT 1,08%ENA Sul316% MLT 5,67%ENA NE65% MLT 1,56%ENA Norte63% MLT 3,08%
Hidráulica44.307 MW(52%) 4,85%Térmica9.362 MW(11%) 7,03%Eólica15.220 MW(18%) 15,95%Solar14.043 MW(17%) 6,18%Nuclear2.006 MW(2%) 0,80%Hidráulica44.307 MW(52%) 4,85%Térmica9.362 MW(11%) 7,03%Eólica15.220 MW(18%) 15,95%Solar14.043 MW(17%) 6,18%Nuclear2.006 MW(2%) 0,80%Hidráulica44.307 MW(52%) 4,85%Térmica9.362 MW(11%) 7,03%Eólica15.220 MW(18%) 15,95%Solar14.043 MW(17%) 6,18%Nuclear2.006 MW(2%) 0,80%
PETR4R$ 47,11 2,26%PETR3R$ 52,01 2,86%PRIO3R$ 60,19 6,55%RECV3R$ 11,16 3,29%VBBR3R$ 36,99 1,76%UGPA3R$ 37,42 1,88%RAIZ4R$ 0,28 7,69%CSAN3R$ 3,80 0,26%EGIE3R$ 30,14 0,03%CMIG4R$ 11,26 2,64%CPFE3R$ 46,83 1,63%EQTL3R$ 39,16 2,03%ENGI11R$ 51,43 0,55%NEOE3R$ 33,80 0,00%AURE3R$ 12,00 2,92%ENEV3R$ 27,59 0,58%TAEE11R$ 41,53 1,57%ALUP11R$ 33,64 0,69%LIGT3R$ 3,57 3,51%PETR4R$ 47,11 2,26%PETR3R$ 52,01 2,86%PRIO3R$ 60,19 6,55%RECV3R$ 11,16 3,29%VBBR3R$ 36,99 1,76%UGPA3R$ 37,42 1,88%RAIZ4R$ 0,28 7,69%CSAN3R$ 3,80 0,26%EGIE3R$ 30,14 0,03%CMIG4R$ 11,26 2,64%CPFE3R$ 46,83 1,63%EQTL3R$ 39,16 2,03%ENGI11R$ 51,43 0,55%NEOE3R$ 33,80 0,00%AURE3R$ 12,00 2,92%ENEV3R$ 27,59 0,58%TAEE11R$ 41,53 1,57%ALUP11R$ 33,64 0,69%LIGT3R$ 3,57 3,51%
BrentUS$ 96,28 0,80%WTIUS$ 91,48 0,20%Gás NaturalUS$ 2,98 2,13%DólarR$ 5,12 0,61%BrentUS$ 96,28 0,80%WTIUS$ 91,48 0,20%Gás NaturalUS$ 2,98 2,13%DólarR$ 5,12 0,61%BrentUS$ 96,28 0,80%WTIUS$ 91,48 0,20%Gás NaturalUS$ 2,98 2,13%DólarR$ 5,12 0,61%
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Radar Energia
AnálisePetróleo & Gás

Petróleo Brent supera US$ 91 com tensões no Oriente Médio; WTI atinge US$ 84

O petróleo Brent fechou acima de US$ 91 por barril na terça-feira (21), com alta de 2,01%, impulsionado pela intensificação das hostilidades no Oriente Médio e a ausência de perspectivas de paz. O WTI também avançou, refletindo o prêmio de risco geopolítico que já havia elevado os preços em 15% na semana anterior.

22 de julho de 2026 às 11:21Fonte oficial: ABEGÁSRedação Radar Energia

O petróleo tipo Brent, referência mundial, encerrou a terça-feira (21) cotado a US$ 91,01 por barril, registrando alta de 2,01% em seus contratos futuros com vencimento em setembro. O movimento de valorização é atribuído à continuidade das hostilidades no Oriente Médio, que mantêm o mercado de energia em alerta e sem perspectiva de normalização, segundo dados divulgados pela ABEGÁS, com base no Valor Online.

A escalada das tensões geopolíticas, marcada por ataques entre Estados Unidos e Irã e o bloqueio naval dos Houthis aos portos da Arábia Saudita, sufoca o tráfego de petroleiros e ameaça a oferta global. Na New York Mercantile Exchange (Nymex), o WTI, referência americana, também subiu 2,02% para US$ 84,91 por barril, com entrega prevista para o mesmo mês. Esse cenário de instabilidade já havia provocado uma alta acumulada de 15% no petróleo na semana anterior, até 17 de julho.

Para o mercado brasileiro, a valorização do Brent acima de US$ 90 por barril pressiona diretamente a paridade de importação (PPI) dos combustíveis, podendo levar a reajustes nos preços da gasolina, diesel e GLP no mercado interno, com potencial impacto na inflação e no poder de compra. A ABEGÁS já alertou que o encarecimento do petróleo tende a elevar os custos do gás natural importado e dos contratos de GNL indexados ao óleo, impactando a geração termelétrica a gás e, consequentemente, as tarifas de energia elétrica no país. Atualmente, o Brent é negociado a US$ 93,90, e as ações da Petrobras (PETR3) avançam.

Produtores de petróleo, como a Petrobras, tendem a se beneficiar de preços mais altos do barril, o que pode melhorar receitas de exportação e margens de exploração e produção. Contudo, o setor de refino e os consumidores finais são os principais impactados negativamente, enfrentando custos mais elevados de matéria-prima e combustíveis. Este cenário corrobora os alertas recentes da IEA e da OPEP sobre os riscos geopolíticos no Oriente Médio e a segurança energética global.

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