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Hidráulica38.979 MW(57%) 10,70%Térmica7.340 MW(11%) 28,54%Eólica10.274 MW(15%) 34,56%Solar10.184 MW(15%) 6,58%Nuclear2.009 MW(3%) 0,95%Hidráulica38.979 MW(57%) 10,70%Térmica7.340 MW(11%) 28,54%Eólica10.274 MW(15%) 34,56%Solar10.184 MW(15%) 6,58%Nuclear2.009 MW(3%) 0,95%Hidráulica38.979 MW(57%) 10,70%Térmica7.340 MW(11%) 28,54%Eólica10.274 MW(15%) 34,56%Solar10.184 MW(15%) 6,58%Nuclear2.009 MW(3%) 0,95%
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Rumo planeja investimento bilionário em nova ferrovia para escoar agronegócio

A Rumo, gigante do setor de logística ferroviária, planeja um investimento bilionário na construção de uma nova ferrovia, visando expandir sua malha e otimizar o transporte de cargas, principalmente do agronegócio. O projeto se alinha ao Novo Marco Legal das Ferrovias, que busca atrair capital privado para a infraestrutura do país através do regime de autorizações.

22 de junho de 2026 às 10:18Fonte oficial: EstadãoRedação Radar Energia

A Rumo, maior operadora ferroviária independente do Brasil, planeja um investimento bilionário na construção de uma nova ferrovia. O objetivo é expandir a capacidade de escoamento da produção agrícola, especialmente do Centro-Oeste para os portos exportadores, refletindo o interesse do setor privado em infraestrutura logística e a busca por maior eficiência no transporte de commodities.

O projeto da Rumo se alinha ao Novo Marco Legal das Ferrovias, instituído pela Lei nº 14.273/2021 e regulamentado pelo Decreto nº 10.816/2021, que criou o Programa Pro Trilhos. Essa legislação simplifica a entrada de empresas privadas no setor, permitindo a construção e operação de ferrovias sob o regime de autorização, um modelo menos burocrático que as tradicionais concessões.

A nova ferrovia deve contribuir significativamente para a redução do "Custo Brasil" logístico, que hoje representa até 12% do Produto Interno Bruto (PIB). O transporte ferroviário, uma alternativa mais econômica e eficiente para longas distâncias, pode gerar economias de até 30% em comparação com o modal rodoviário para o agronegócio. Este setor movimentou mais de US$ 160 bilhões em exportações em 2023.

Atualmente, a matriz de transporte de cargas brasileira ainda depende fortemente das rodovias, que respondem por cerca de 60% a 70% do volume total. As ferrovias, por sua vez, transportam aproximadamente 20% a 25%. Investimentos como o da Rumo são cruciais para reequilibrar essa balança e aumentar a competitividade das exportações brasileiras no mercado global.

Os principais atores envolvidos neste projeto são a Rumo, como proponente e futura operadora, e o Governo Federal, por meio do Ministério dos Transportes e da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), responsáveis pela análise e aprovação das autorizações. Os produtores do agronegócio, especialmente os do Centro-Oeste, são os maiores beneficiários. Comunidades locais também serão impactadas pela implantação da nova infraestrutura.

A experiência da Rumo na operação e expansão de grandes corredores de exportação, como a Malha Paulista – que recebeu mais de R$ 6 bilhões em investimentos sob sua gestão –, demonstra a capacidade da empresa em projetos de grande escala. A nova ferrovia deverá complementar ou expandir essas operações já consolidadas, fortalecendo a rede logística nacional.

Além dos benefícios econômicos, o investimento também se alinha à agenda de transição energética e descarbonização. O modal ferroviário é até quatro vezes mais eficiente em termos de emissões de dióxido de carbono (CO2) por tonelada/quilômetro transportada do que o rodoviário, contribuindo para metas ambientais e para uma matriz de transporte mais sustentável.

Após a formalização da intenção de investimento, o projeto passará por um rigoroso processo de análise e aprovação pela ANTT e pelo Ministério dos Transportes. Paralelamente, a Rumo deverá buscar as licenças ambientais necessárias junto aos órgãos competentes, como o Ibama ou secretarias estaduais de meio ambiente, antes de iniciar a fase de engenharia detalhada e, posteriormente, as obras civis.

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Como esta matéria foi produzida: conteúdo produzido com apoio de inteligência artificial a partir de fontes oficiais e/ou públicas, com curadoria editorial do Radar Energia. Sempre que possível, priorizamos documentos, comunicados e dados primários. Viu algo a corrigir? Fale com a redação.