Carga SIN78.848 MW 8,52%PLD MédioR$ 113,68/MWh 3,70%PLD SE/COR$ 113,68/MWh 3,70%PLD SulR$ 113,68/MWh 3,69%PLD NER$ 113,68/MWh 3,69%PLD NorteR$ 113,69/MWh 3,69%EAR SIN63,1% 0,16%EAR SE/CO57,1% 0,17%EAR Sul81,8% 0,25%EAR NE74,5% 0,40%EAR Norte79,8% 0,50%ENA SIN137% MLT 4,86%ENA SE/CO96% MLT 1,05%ENA Sul277% MLT 6,42%ENA NE64% MLT 1,54%ENA Norte56% MLT 5,08%Carga SIN78.848 MW 8,52%PLD MédioR$ 113,68/MWh 3,70%PLD SE/COR$ 113,68/MWh 3,70%PLD SulR$ 113,68/MWh 3,69%PLD NER$ 113,68/MWh 3,69%PLD NorteR$ 113,69/MWh 3,69%EAR SIN63,1% 0,16%EAR SE/CO57,1% 0,17%EAR Sul81,8% 0,25%EAR NE74,5% 0,40%EAR Norte79,8% 0,50%ENA SIN137% MLT 4,86%ENA SE/CO96% MLT 1,05%ENA Sul277% MLT 6,42%ENA NE64% MLT 1,54%ENA Norte56% MLT 5,08%
Hidráulica42.291 MW(52%) 8,07%Térmica10.424 MW(13%) 9,95%Eólica13.961 MW(17%) 1,38%Solar12.939 MW(16%) 10,51%Nuclear1.990 MW(2%) 0,75%Hidráulica42.291 MW(52%) 8,07%Térmica10.424 MW(13%) 9,95%Eólica13.961 MW(17%) 1,38%Solar12.939 MW(16%) 10,51%Nuclear1.990 MW(2%) 0,75%Hidráulica42.291 MW(52%) 8,07%Térmica10.424 MW(13%) 9,95%Eólica13.961 MW(17%) 1,38%Solar12.939 MW(16%) 10,51%Nuclear1.990 MW(2%) 0,75%
PETR4R$ 47,11 2,26%PETR3R$ 52,01 2,86%PRIO3R$ 60,19 6,55%RECV3R$ 11,16 3,29%VBBR3R$ 36,99 1,76%UGPA3R$ 37,42 1,88%RAIZ4R$ 0,28 7,69%CSAN3R$ 3,80 0,26%EGIE3R$ 30,14 0,03%CMIG4R$ 11,26 2,64%CPFE3R$ 46,83 1,63%EQTL3R$ 39,16 2,03%ENGI11R$ 51,43 0,55%NEOE3R$ 33,80 0,00%AURE3R$ 12,00 2,92%ENEV3R$ 27,59 0,58%TAEE11R$ 41,53 1,57%ALUP11R$ 33,64 0,69%LIGT3R$ 3,57 3,51%PETR4R$ 47,11 2,26%PETR3R$ 52,01 2,86%PRIO3R$ 60,19 6,55%RECV3R$ 11,16 3,29%VBBR3R$ 36,99 1,76%UGPA3R$ 37,42 1,88%RAIZ4R$ 0,28 7,69%CSAN3R$ 3,80 0,26%EGIE3R$ 30,14 0,03%CMIG4R$ 11,26 2,64%CPFE3R$ 46,83 1,63%EQTL3R$ 39,16 2,03%ENGI11R$ 51,43 0,55%NEOE3R$ 33,80 0,00%AURE3R$ 12,00 2,92%ENEV3R$ 27,59 0,58%TAEE11R$ 41,53 1,57%ALUP11R$ 33,64 0,69%LIGT3R$ 3,57 3,51%
BrentUS$ 96,28 0,00%WTIUS$ 91,48 0,00%Gás NaturalUS$ 2,98 0,00%DólarR$ 5,12 0,63%BrentUS$ 96,28 0,00%WTIUS$ 91,48 0,00%Gás NaturalUS$ 2,98 0,00%DólarR$ 5,12 0,63%BrentUS$ 96,28 0,00%WTIUS$ 91,48 0,00%Gás NaturalUS$ 2,98 0,00%DólarR$ 5,12 0,63%
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Radar Energia
AnálisePetróleo & Gás

Governo prorroga subsídio de R$ 0,44 por litro da gasolina por 30 dias

O governo federal prorrogou por 30 dias o subsídio de R$ 0,44 por litro da gasolina, em uma medida que busca conter a volatilidade dos preços internacionais do petróleo e seus impactos inflacionários no mercado doméstico de combustíveis. A decisão, formalizada por portaria do Ministério da Fazenda, entra em vigor a partir de 26 de julho.

24 de julho de 2026 às 10:23Fonte oficial: DOURedação Radar Energia

O governo federal prorrogou o subsídio de R$ 0,44 por litro da gasolina por mais 30 dias, conforme a Portaria nº 2.198/2026 do Ministério da Fazenda, assinada pelo ministro Dario Durigan e publicada no Diário Oficial da União (DOU) nesta sexta-feira (24). A medida, que substitui a Portaria nº 1.426/2026, entra em vigor a partir de 26 de julho de 2026 e visa mitigar o impacto da recente alta do petróleo no mercado internacional sobre os preços nas bombas.

A subvenção econômica, destinada a produtores e importadores de gasolina A, desvincula o preço interno do combustível da paridade de importação (PPI), para amortecer a volatilidade do Brent, que hoje opera em US$ 97,37 o barril. O valor de R$ 0,44 por litro representa aproximadamente metade do limite máximo de subvenção, que corresponde ao total de impostos federais (PIS, Cofins e Cide) de R$ 0,89 por litro do combustível. A Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) atua como intermediária no pagamento do subsídio.

A prorrogação foi motivada pela escalada dos preços do petróleo e pelo agravamento do conflito no Oriente Médio, que geram pressão inflacionária. A decisão representa uma mudança em relação ao planejamento inicial do governo, que considerava reduzir ou encerrar o benefício após uma queda temporária nas cotações em junho. O custo mensal da medida é estimado em R$ 1,2 bilhão para o Tesouro Nacional, mas o ministro Durigan afirmou que esse montante será compensado pelo aumento da arrecadação de royalties e tributos do próprio setor, impulsionado pela alta do petróleo. O subsídio ao diesel, de R$ 1,12 por litro, já havia sido prorrogado por 60 dias pelo Congresso Nacional em 16 de julho.

A continuidade da subvenção, embora beneficie os consumidores e ajude a controlar a inflação, suscita preocupações quanto à sustentabilidade fiscal do programa, especialmente se a alta do petróleo persistir. A dependência de subsídios pode gerar um passivo fiscal crescente e distorcer os sinais de mercado, desincentivando a busca por maior eficiência na cadeia de suprimentos ou a diversificação de fontes de energia, o que pode consolidar a dependência desse mecanismo.

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