Carga SIN78.888 MW 1,19%PLD MédioR$ 132,75/MWh 6,35%PLD SE/COR$ 132,75/MWh 6,34%PLD SulR$ 132,75/MWh 6,35%PLD NER$ 132,75/MWh 6,35%PLD NorteR$ 132,76/MWh 6,35%EAR SIN71,6% 0,14%EAR SE/CO64,9% 0,15%EAR Sul81,1% 0,50%EAR NE88,2% 0,11%EAR Norte92,7% 0,22%ENA SIN127% MLT 3,79%ENA SE/CO105% MLT 1,87%ENA Sul284% MLT 5,33%ENA NE65% MLT 1,52%ENA Norte79% MLT 1,25%Carga SIN78.888 MW 1,19%PLD MédioR$ 132,75/MWh 6,35%PLD SE/COR$ 132,75/MWh 6,34%PLD SulR$ 132,75/MWh 6,35%PLD NER$ 132,75/MWh 6,35%PLD NorteR$ 132,76/MWh 6,35%EAR SIN71,6% 0,14%EAR SE/CO64,9% 0,15%EAR Sul81,1% 0,50%EAR NE88,2% 0,11%EAR Norte92,7% 0,22%ENA SIN127% MLT 3,79%ENA SE/CO105% MLT 1,87%ENA Sul284% MLT 5,33%ENA NE65% MLT 1,52%ENA Norte79% MLT 1,25%
Hidráulica41.343 MW(52%) 6,88%Térmica9.982 MW(13%) 7,97%Eólica15.111 MW(19%) 29,61%Solar11.365 MW(14%) 9,07%Nuclear2.010 MW(3%) 1,01%Hidráulica41.343 MW(52%) 6,88%Térmica9.982 MW(13%) 7,97%Eólica15.111 MW(19%) 29,61%Solar11.365 MW(14%) 9,07%Nuclear2.010 MW(3%) 1,01%Hidráulica41.343 MW(52%) 6,88%Térmica9.982 MW(13%) 7,97%Eólica15.111 MW(19%) 29,61%Solar11.365 MW(14%) 9,07%Nuclear2.010 MW(3%) 1,01%
PETR4R$ 39,59 0,15%PETR3R$ 44,02 0,32%PRIO3R$ 55,39 1,83%RECV3R$ 10,19 0,10%VBBR3R$ 32,88 3,89%UGPA3R$ 30,79 4,87%RAIZ4R$ 0,35 7,89%CSAN3R$ 4,02 7,20%EGIE3R$ 33,33 2,81%CMIG4R$ 11,36 5,19%CPFE3R$ 47,74 5,02%EQTL3R$ 40,87 5,74%ENGI11R$ 52,12 7,24%NEOE3R$ 33,80 0,00%AURE3R$ 12,91 10,44%ENEV3R$ 27,45 7,65%TAEE11R$ 41,72 4,85%ALUP11R$ 34,10 5,15%LIGT3R$ 3,12 5,05%PETR4R$ 39,59 0,15%PETR3R$ 44,02 0,32%PRIO3R$ 55,39 1,83%RECV3R$ 10,19 0,10%VBBR3R$ 32,88 3,89%UGPA3R$ 30,79 4,87%RAIZ4R$ 0,35 7,89%CSAN3R$ 4,02 7,20%EGIE3R$ 33,33 2,81%CMIG4R$ 11,36 5,19%CPFE3R$ 47,74 5,02%EQTL3R$ 40,87 5,74%ENGI11R$ 52,12 7,24%NEOE3R$ 33,80 0,00%AURE3R$ 12,91 10,44%ENEV3R$ 27,45 7,65%TAEE11R$ 41,72 4,85%ALUP11R$ 34,10 5,15%LIGT3R$ 3,12 5,05%
BrentUS$ 76,07 0,30%WTIUS$ 71,59 0,68%Gás NaturalUS$ 2,94 2,29%DólarR$ 5,11 1,08%BrentUS$ 76,07 0,30%WTIUS$ 71,59 0,68%Gás NaturalUS$ 2,94 2,29%DólarR$ 5,11 1,08%BrentUS$ 76,07 0,30%WTIUS$ 71,59 0,68%Gás NaturalUS$ 2,94 2,29%DólarR$ 5,11 1,08%
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CNPE debate E32 e adia fim de subsídio à gasolina em reunião de 14 de julho

O Conselho Nacional de Política Energética (CNPE) se reúne em 14 de julho para deliberar sobre o aumento da mistura de etanol anidro na gasolina de 30% para 32%, o E32, uma medida que pode reduzir a dependência de importação do combustível. O governo federal, contudo, solicitou mais prazo para a retirada do subsídio à gasolina, aguardando a estabilização dos preços internacionais do petróleo, voláteis devido a conflitos no Oriente Médio.

10 de julho de 2026 às 15:52Fonte oficial: Participa+BrasilRedação Radar Energia

O aumento do percentual obrigatório de etanol anidro na gasolina, dos atuais 30% (E30) para 32% (E32), e o adiamento da retirada do subsídio ao combustível constituem os principais pontos da pauta da 11ª Reunião Ordinária do Conselho Nacional de Política Energética (CNPE), convocada pelo Ministério de Minas e Energia (MME) para 14 de julho de 2026. A convocação foi formalizada pela Portaria MME nº 3048, de 09 de julho de 2026.

A proposta de ampliação da mistura para E32, que aguarda deliberação do CNPE há meses, pode reconfigurar a oferta de combustíveis no país. Caso aprovada, a medida pode reduzir a necessidade de importação de gasolina em um volume estimado entre 450 milhões e 1 bilhão de litros por ano, com impacto direto na balança comercial e na segurança energética nacional.

A mudança para o E32 impulsiona significativamente a cadeia sucroenergética brasileira, elevando a demanda por etanol. Além de beneficiar economicamente os produtores, a maior participação do biocombustível na matriz de transportes contribui para a redução das emissões de gases de efeito estufa, alinhada às metas de descarbonização.

Em paralelo, a reunião do CNPE abordará a questão da retirada do subsídio à gasolina. Embora a medida esteja em discussão, o governo federal solicitou um prazo adicional para sua implementação, alegando a necessidade de aguardar a estabilização dos preços do petróleo no mercado internacional, voláteis em decorrência do conflito entre Irã e Estados Unidos.

A instabilidade global do petróleo, com o Brent cotado a US$ 76,03 e o WTI a US$ 71,44 nesta quinta-feira, 10 de julho, adiciona complexidade à decisão do CNPE. A manutenção do subsídio reflete a tensão entre a política de desoneração e a busca por estabilidade nos preços ao consumidor, que seria diretamente impactado por um repasse integral da volatilidade internacional.

Historicamente, a pauta do E32 foi retirada de reuniões anteriores do CNPE em três ocasiões, por questões de agenda e divergências internas. Outro tema estratégico, o programa 'Gas Release', que visa à abertura do mercado de gás natural, também foi adiado em encontros passados, em meio a articulações entre a Petrobras, a Casa Civil e o núcleo econômico do governo.

As deliberações do CNPE, uma vez aprovadas, são formalizadas por meio de Resoluções. Essas normas podem ser regulamentadas por agências como a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) para sua efetiva implementação e fiscalização no setor de combustíveis, para garantir a adaptação de distribuidores e empresas de petróleo à nova proporção.

Consumidores de gasolina sentirão o impacto direto da mudança na composição do combustível e, futuramente, da eventual retirada do subsídio, que poderá elevar os preços nas bombas. A decisão do CNPE, portanto, traça um caminho para a política de combustíveis, equilibrando incentivos à produção nacional de biocombustíveis e a gestão dos custos para o consumidor final, em um cenário global de incertezas.

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