CCEE: MVE de setembro fecha sem negociações
O Mecanismo de Venda de Excedentes (MVE) de setembro de 2026 foi concluído sem o registro de qualquer negociação, informou a Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE).
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O Mecanismo de Venda de Excedentes (MVE) de setembro de 2026 foi concluído sem o registro de qualquer negociação, informou a Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE).
A Cosan protocolou o Formulário 25 junto à SEC, formalizando a deslistagem voluntária de seus American Depositary Shares (ADSs) da Bolsa de Nova York (NYSE), com o último dia de negociação previsto para 18 de setembro de 2026. A decisão visa simplificar a estrutura de capital e reduzir custos operacionais e regulatórios, concentrando a negociação das ações ordinárias na B3.
A aliança OPEC+ decidiu manter os níveis de produção de petróleo bruto inalterados para outubro de 2026, consolidando a política de oferta após recentes ajustes. A medida, anunciada após reunião virtual em 6 de setembro, sinaliza um período de previsibilidade para o mercado global, com o Brent negociado hoje entre US$ 98,15 e US$ 99,45.
A Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) estendeu até 14 de setembro o prazo para contribuições à Consulta Pública nº 13/2026, que discute o acesso não discriminatório e negociado de terceiros a gasodutos de escoamento e instalações de processamento de gás natural. A audiência pública sobre o tema foi remarcada para 1º de outubro, visando ampliar a participação social em uma regulamentação fundamental para o mercado de gás.
A Braskem protocolou pedido de recuperação extrajudicial na Justiça de São Paulo nesta segunda-feira (24) para renegociar uma dívida quirografária de aproximadamente US$ 10,9 bilhões. O movimento busca proteção de 90 dias contra execuções e tempo para negociar um plano definitivo com seus credores financeiros.
A Petrobras começou em 21 de agosto de 2026 a negociar contratos de exploração em quatro blocos offshore na Bacia de Keta, em Gana. A iniciativa reforça a estratégia da companhia de recomposição de reservas e expansão de seu portfólio exploratório internacional, com foco no continente africano.
A Aeris (AERI3) iniciou em 20 de agosto um procedimento de mediação com credores e ajuizou ação cautelar antecedente na Justiça de São Paulo para reestruturar seu endividamento. A medida busca suspender execuções por até 60 dias, visando negociar uma solução consensual e adequar a estrutura de capital da fabricante de pás eólicas à sua capacidade de geração de caixa.
A ANP publicou a Resolução nº 1.003/2026, que regulamenta o acesso não discriminatório e negociado de terceiros aos terminais de GNL. A norma estabelece um novo regime para o direito de preferência do proprietário, buscando equilibrar a proteção de investimentos com a abertura do mercado de gás.
A CCEE comunicou que não houve negociação na cessão quadrienal de energia de reserva eólica para o terceiro quadriênio das usinas do 4º LER, conforme o Comunicado nº 610/26. Geradores com excedente receberão o valor do contrato original, parcelado em 24 meses.
A Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) autorizou a operação comercial da Usina Termelétrica (UTE) Azulão I, da Eneva, a partir de 5 de agosto de 2026. A usina, com 295 MW de capacidade contratada, foi negociada no Leilão de Reserva de Capacidade de 2021 e operará sob o modelo Reservoir-to-Wire (R2W), utilizando gás natural das concessões da própria Eneva na Bacia do Amazonas.
O Conselho Nacional de Política Energética (CNPE) reconheceu o interesse público na suspensão do pagamento das dívidas de Angra 3, respaldando a Eletronuclear para negociar um alívio financeiro temporário com o BNDES e a Caixa Econômica Federal até dezembro de 2026.
A produção de petróleo dos 12 membros da OPEP aumentou em 3,051 milhões de barris por dia de maio para junho de 2026, impulsionada por Emirados Árabes Unidos, Kuwait, Iraque e Irã, conforme o relatório de julho. Esse incremento, somado aos ajustes de metas da OPEP+, contribuiu para o arrefecimento dos preços globais do barril, com o Brent negociado hoje a US$ 87,86.
A CCEE disponibilizou os limites preliminares de venda de energia para as distribuidoras na rodada de julho de 2026 do Mecanismo de Venda de Excedentes (MVE). A negociação, agendada para 22 de julho, permite às distribuidoras ajustarem seus portfólios e otimizarem custos em um cenário de alta disponibilidade hídrica.
A ameaça de tarifas americanas sobre o etanol brasileiro e outros produtos ganha contornos mais definidos, com os Estados Unidos se aproximando da data-limite de 15 de julho para formalizar retaliações comerciais que podem incluir uma sobretaxa de 25%. A disputa, que coloca o Brasil sob investigação da Seção 301 da Lei de Comércio dos EUA desde julho de 2025, foi o centro de uma reunião entre o ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Márcio Elias Rosa, e o Representante de Comércio dos EUA, Jamieson Greer, nesta semana.
Os contratos futuros de petróleo Brent e WTI registraram queda acentuada em 1º de julho, estendendo as perdas da véspera, com o WTI fechando abaixo dos US$ 70 por barril. O movimento reflete a atenção do mercado às negociações entre Estados Unidos e Irã e à navegação no Estreito de Ormuz, catalisando a volatilidade da oferta global.
A Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) aprovou uma resolução que estabelece regras para o acesso não discriminatório e negociado de terceiros aos terminais de Gás Natural Liquefeito (GNL). A medida cumpre um dos pilares da Nova Lei do Gás, buscando desverticalizar um mercado historicamente concentrado e fomentar a competição na cadeia de suprimento do energético no país.
Os contratos futuros de petróleo caíram pelo terceiro dia consecutivo, com o Brent recuando 3,81% e o WTI 3,92%, influenciados pela normalização do fluxo no Estreito de Ormuz e avanço nas negociações entre EUA e Irã.
Os preços internacionais do petróleo registraram queda acentuada, revertendo os ganhos acumulados durante a instabilidade no Oriente Médio. A baixa reflete o aumento dos embarques pelo estratégico Estreito de Ormuz e o progresso nas negociações indiretas entre Estados Unidos e Irã, que sinalizam uma potencial flexibilização da oferta global.
Os preços futuros da energia elétrica negociados na plataforma BBCE encerraram a última semana predominantemente em alta, interrompendo um ciclo de quedas que vinha desde meados de maio. A valorização dos contratos sinaliza uma reavaliação do mercado sobre as perspectivas hidrológicas e de demanda para os próximos meses, após um período de alívio nos custos.
O preço do petróleo fechou em queda, reagindo ao progresso nas negociações entre Estados Unidos e Irã para reviver o acordo nuclear. Um eventual levantamento de sanções pode liberar até 2 milhões de barris diários de óleo iraniano para o mercado global, alterando o balanço de oferta e demanda.
O preço do petróleo Brent fechou em alta, mas se manteve próximo de US$ 80 o barril, influenciado pelo cancelamento de negociações entre Estados Unidos e Irã e a retomada de ataques em Israel.
O Balcão Brasileiro de Comercialização de Energia (BBCE) viu seu volume financeiro negociado cair 34,3% em maio, refletindo um arrefecimento nas operações do mercado livre de eletricidade. A retração é atribuída principalmente à queda do Preço de Liquidação das Diferenças (PLD) e à menor demanda por contratos de curto prazo, em um cenário de maior oferta de energia e expectativas de abertura do Ambiente de Contratação Livre.
O volume financeiro negociado na BBCE, uma das principais plataformas do mercado livre de energia, registrou retração de 34,3% em maio, sinalizando uma desaceleração nas transações. A queda contrasta com a expansão histórica do setor e pode indicar maior cautela dos agentes ou um ajuste nas expectativas de preço no Ambiente de Contratação Livre (ACL).
A Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE) realiza nesta segunda e terça-feira, 16 e 17 de junho, negociações do Mecanismo de Venda de Excedentes (MVE). O foco está em contratos de suprimento de energia para o mercado livre com início de vigência a partir de julho de 2026 e janeiro de 2027, oferecendo previsibilidade para geradores e consumidores.
A Gasmig, distribuidora de gás de Minas Gerais, está em fase final de negociações para um contrato de R$ 1 bilhão, visando a compra de até 250 mil metros cúbicos diários de biometano por uma década. A iniciativa, que busca diversificar a matriz energética e atender à demanda por descarbonização, atraiu 27 propostas de 11 empresas, incluindo gigantes globais e players nacionais, e deve ser concluída ainda em junho.
A Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE) concluiu a sessão do Mecanismo de Venda de Excedentes (MVE) para junho de 2026 sem registrar negociações de energia. O resultado sugere que os agentes do Mercado Livre já haviam ajustado suas posições ou não encontraram condições atrativas para transacionar, indicando um equilíbrio prévio entre oferta e demanda ou a preferência por outros instrumentos de ajuste para o período.
O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) está em negociações avançadas com a Petrobras e a Vale para a formação de uma parceria focada na exploração de minerais críticos e estratégicos no Brasil. A informação foi confirmada na última terça-feira, 16, pelo presidente do BNDES, Aloizio Mercadante, que destacou a expertise geológica da petroleira como um diferencial para a iniciativa.

Mato Grosso do Sul homologou nove empresas como comercializadores de gás natural, em um passo que a Agência Estadual de Regulação (Agems) considera crucial para a transparência e segurança regulatória do setor. Mais de 85% do gás industrial já é negociado no mercado livre do estado. Impulsionada pela Nova Lei do Gás e pela Portaria nº 335 da Agems, a medida visa ampliar a concorrência, atrair investimentos e oferecer mais opções de contratação à indústria local, com potencial de reduzir os preços.
O Brasil enfrenta um gargalo estrutural na oferta de gás natural, que exige o desenvolvimento de novas soluções de armazenamento subterrâneo para dar flexibilidade ao sistema elétrico. A ausência de capacidade comercial para estocar o insumo amplifica a dependência do despacho térmico em momentos de escassez hídrica, elevando riscos de volatilidade de preços e impactando diretamente a tarifa de energia. Paralelamente, a Petrobras conduz negociações cruciais com o mercado para redefinir contratos e buscar maior competitividade.

A Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE) divulgou os limites de compra e a situação de adimplência dos agentes aptos a participar da próxima rodada de negociações do Mecanismo de Venda de Excedentes (MVE), programada para os dias 16 e 17 de junho. Essa informação é crucial para a preparação das empresas que buscam otimizar seus portfólios de energia no mercado elétrico.

A Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE) realizou em 7 de junho a simulação do Mecanismo de Venda de Excedentes (MVE) para a rodada de negociação de junho de 2026, preparando o mercado para o processamento oficial que ocorrerá nos dias 16 e 17 do mesmo mês. O exercício teve como principal objetivo familiarizar os agentes com a dinâmica do sistema, especialmente a incorporação do aporte de garantias financeiras, um pilar regulatório essencial para a segurança das transações.

A Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE) publicou os relatórios do Mecanismo de Cessão Mensal de Energia de Reserva de biomassa para abril de 2026. A divulgação detalha as negociações do CBIO002, destacando a transparência na gestão dessa fonte crucial para a segurança do Sistema Interligado Nacional (SIN).