ABSOLAR nomeia Helane Souza para diretoria no Amazonas
A ABSOLAR anunciou a nomeação de Helane Souza como diretora no Amazonas, com foco na expansão da energia solar e do armazenamento por baterias para descarbonizar a matriz energética local.
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A ABSOLAR anunciou a nomeação de Helane Souza como diretora no Amazonas, com foco na expansão da energia solar e do armazenamento por baterias para descarbonizar a matriz energética local.
O conflito no Irã e o bloqueio do Estreito de Ormuz funcionam como catalisador geopolítico para a China, que acelera sua transição energética e reforça a segurança do abastecimento. O país asiático aposta no 15º Plano Quinquenal (2026-2030) para diversificar a matriz e reduzir a dependência externa.
O Plano Decenal de Expansão de Energia (PDE) 2035, aprovado pelo MME e divulgado pela EPE, projeta R$ 3,5 trilhões em investimentos no setor energético brasileiro até 2035, com a capacidade de geração elétrica atingindo 367 GW. A matriz elétrica manterá 86% de participação renovável, mas a capacidade termelétrica a gás natural deve mais que dobrar, visando flexibilidade e segurança do Sistema Interligado Nacional (SIN).
A Empresa de Pesquisa Energética (EPE) lançou a Base de Dados Integrada G+T, uma nova infraestrutura que aprimora a representação do Sistema Interligado Nacional (SIN) para análises detalhadas. A ferramenta, que já integra mais de 26 mil itens e 7 mil recursos energéticos, visa responder à complexidade da matriz elétrica brasileira, cada vez mais renovável e distribuída.
O Ministério de Minas e Energia (MME) abriu consulta pública para o Plano Nacional de Transição Energética (Plante), que projeta R$ 2,3 trilhões em investimentos até 2055 para descarbonizar a matriz. Em paralelo, o ministério implementa novas regras para a exportação de energia, criando modalidades que permitem antecipar a venda de excedentes hidrelétricos para países vizinhos.
Um levantamento recente da Agência Internacional de Energias Renováveis (IRENA) reafirma o Brasil como líder entre as maiores economias mundiais com matriz energética predominantemente renovável, posição impulsionada por uma longa trajetória de investimentos em fontes limpas. O reconhecimento internacional pode catalisar novos fluxos de investimento e fortalecer a influência do país em discussões climáticas globais, apesar dos desafios estruturais persistentes.
O Brasil foi o terceiro país que mais reduziu gastos com combustíveis fósseis em 2025, evitando US$ 32,4 bilhões em despesas, segundo relatório da Agência Internacional de Energia Renovável (IRENA). O levantamento, divulgado nesta quinta-feira (2/7), destaca a performance do país impulsionada pela crescente participação de fontes renováveis na matriz energética e investimentos em descarbonização.
O Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) atualizou os procedimentos de rede para o controle de tensão, carregamento e limites da interligação Sul/Sudeste, incorporando novas Instruções de Operação (MOPs) e revisões em itens cruciais para a estabilidade do principal eixo de transmissão do país. A medida visa adaptar a operação do Sistema Interligado Nacional (SIN) à evolução da matriz energética e da demanda, garantindo maior segurança e otimização.
Portugal formalizou sua estratégia nacional de armazenamento de energia, priorizando baterias de grande escala e sistemas de bombagem hídrica. A iniciativa visa mitigar a intermitência das fontes renováveis, estabilizar os preços no Mercado Ibérico de Eletricidade (MIBEL) e acelerar a transição energética do país, que já possui alta penetração de renováveis em sua matriz.
Dados e estudos do Ministério de Minas e Energia (MME) e da Empresa de Pesquisa Energética (EPE) embasaram uma reportagem sobre hidrogênio verde (H2V) exibida no programa Fantástico, da TV Globo. O destaque reforça a posição do H2V como pilar da transição energética brasileira, impulsionado pela matriz renovável e potencial de queda nos custos de produção.
O estado de Goiás busca se posicionar como um polo da transição energética brasileira, alavancando sua robusta base em bioenergia, o potencial de gás natural e o crescimento das renováveis para atrair investimentos e garantir a segurança energética industrial.
Um estudo da London School of Economics (LSE) aponta que o Brasil pode elevar seu Produto Interno Bruto (PIB) em até 1,5 ponto percentual no médio prazo, impulsionado pela corrida global por energia limpa. A análise destaca a matriz energética renovável do país como um diferencial competitivo na atração de trilhões de dólares em investimentos globais para a transição energética.
O Ministério de Minas e Energia (MME) adiou a reunião do Conselho Nacional de Política Energética (CNPE) que debateria a elevação do percentual de etanol anidro na gasolina para 32% (E32). O adiamento indica a necessidade de aprofundar estudos técnicos e discussões entre os diversos atores do setor antes de uma definição sobre a medida, que possui grande impacto na matriz de combustíveis.
O Rio Grande do Sul emerge como polo na produção de etanol a partir de cereais de inverno, como trigo e triticale, aproveitando a alta disponibilidade de matéria-prima para diversificar a matriz energética nacional. A iniciativa visa expandir a capacidade de biocombustíveis do país, historicamente concentrada na cana-de-açúcar, e agregar valor à cadeia agrícola regional.
Tsai Chi-yu, CEO da Stay, destacou que o Brasil deve aproveitar sua matriz energética renovável para atrair investimentos em data centers e se integrar à cadeia global de tecnologia, impulsionando o avanço da inteligência artificial no país.
O rápido crescimento da inteligência artificial (IA) impulsiona um salto na demanda por eletricidade, especialmente para data centers. O Brasil, com sua matriz energética predominantemente renovável e um mercado livre de energia em expansão, emerge como um polo estratégico para atender a essa nova fronteira de consumo de forma sustentável.
O Brasil possui uma das matrizes energéticas mais limpas do mundo, mas o desafio é transformar essa vantagem em liderança industrial e desenvolvimento econômico. Gargalos de infraestrutura e a necessidade de previsibilidade regulatória são os principais obstáculos para o país competir na nova economia verde.
Um relatório recente do Fórum Econômico Mundial (WEF) identificou a extração direta de lítio (DLE) e o resfriamento radiativo passivo como duas das dez tecnologias emergentes com maior potencial para revolucionar o setor de energia até 2031. As inovações prometem otimizar a cadeia de suprimentos de minerais críticos e reduzir significativamente o consumo energético global, impulsionando a transição para uma matriz mais limpa e eficiente.
A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) divulgou novas orientações para o requerimento e instalação de sistemas de armazenamento de energia elétrica (SAE) conectados a centrais geradoras, marcando um avanço regulatório crucial para o setor. As diretrizes visam preencher lacunas e oferecer clareza aos agentes interessados em integrar essa tecnologia à matriz energética brasileira, que busca maior flexibilidade e segurança operacional.
O Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) publicou seu relatório de monitoramento da segurança do suprimento eletroenergético, uma avaliação crucial das condições de atendimento à demanda e da confiabilidade do Sistema Interligado Nacional (SIN). O documento serve como baliza para a gestão operacional e o planejamento do setor, especialmente diante da crescente complexidade da matriz energética com a expansão de fontes renováveis intermitentes.
Uma análise do Instituto de Clima e Sociedade (ICS) destaca a posição privilegiada do Brasil para liderar a transição climática global. O país se beneficia de uma matriz energética já predominantemente renovável e de vastos ativos naturais, o que o capacita a atrair investimentos e exportar soluções verdes.
A consultoria Deloitte estima que o Brasil atrairá R$ 57 bilhões em investimentos para sistemas de armazenamento de energia por baterias até 2035, um volume que reflete a urgência de flexibilizar a rede elétrica. O aporte é impulsionado pela expansão das fontes renováveis intermitentes, como solar e eólica, na matriz energética nacional.
A capacidade instalada de energia solar no Brasil superou a marca de 40 GW, um volume quase seis vezes maior do que as projeções governamentais mais otimistas feitas pela Empresa de Pesquisa Energética (EPE) há uma década. O avanço, impulsionado pela geração distribuída e a queda de custos, posiciona a fonte solar como a segunda maior da matriz elétrica nacional.
João Brito Martins, CEO da EDP América do Sul, destacou no Energy Summit que a matriz elétrica brasileira já atingiu um nível de limpeza que nações como a Alemanha projetam apenas para 2040. A afirmação sublinha a vantagem competitiva do Brasil na transição energética global, impulsionada por suas abundantes fontes renováveis.
A diretora de Exploração e Produção da Petrobras, Renata Baruzzi, afirmou na abertura do Energy Summit que o Brasil não pode abrir mão de nenhuma fonte de energia, incluindo fósseis e renováveis, para assegurar o desenvolvimento e o bem-estar da população. A posição da estatal reforça a estratégia nacional de segurança energética, que busca equilibrar a diversificação da matriz com a sustentação do crescimento econômico.
O Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) está atualizando seus modelos de planejamento e operação para integrar a crescente participação de fontes renováveis intermitentes, como eólica e solar, na matriz energética. A iniciativa busca aprimorar a capacidade de previsão e gestão da complexidade do sistema, garantindo segurança e eficiência em um cenário de rápida transformação.
Mais de 100 empresas globais, como Nestlé e Uber, pressionam governos a priorizar a eletrificação em suas estratégias econômicas. O objetivo é reduzir a dependência de combustíveis fósseis e fortalecer a segurança energética. O apelo reflete um consenso crescente no setor privado sobre a urgência de acelerar a transição para uma matriz dominada por eletricidade limpa, impulsionado por metas climáticas e questões geopolíticas.
O armazenamento de energia em baterias deve se tornar mais competitivo que as usinas termelétricas a gás natural para serviços de flexibilidade e atendimento de pico a partir de 2025, conforme projeções de analistas do setor. A virada representa um marco significativo na transição energética, com impactos diretos na matriz elétrica global e brasileira, redefinindo estratégias de investimento e operação de sistemas.
O Brasil destinou R$ 150 milhões para um Desafio Tecnológico focado no desenvolvimento de um eletrolisador nacional, com o objetivo de produzir hidrogênio de baixa emissão de carbono e garantir soberania tecnológica no setor. A iniciativa visa posicionar o país como um polo de soluções para a transição energética global, aproveitando sua matriz elétrica predominantemente renovável.
Duas pesquisas desenvolvidas na Universidade de São Paulo (USP) em São Carlos mostram avanços na produção de hidrogênio limpo, com foco em tecnologias que elevam a eficiência e reduzem custos. Os estudos contribuem diretamente para a estratégia brasileira de descarbonização e posicionam o país na transição energética global, aproveitando o potencial de sua matriz elétrica renovável.
A Gasmig, distribuidora de gás de Minas Gerais, prepara a assinatura de um contrato bilionário para aquisição de biometano ainda em junho, um passo estratégico para diversificar sua matriz de suprimento. O movimento posiciona o estado na vanguarda da transição energética, impulsionando a descarbonização e novos investimentos no setor de biocombustíveis.
A Gasmig, distribuidora de gás de Minas Gerais, está em fase final de negociações para um contrato de R$ 1 bilhão, visando a compra de até 250 mil metros cúbicos diários de biometano por uma década. A iniciativa, que busca diversificar a matriz energética e atender à demanda por descarbonização, atraiu 27 propostas de 11 empresas, incluindo gigantes globais e players nacionais, e deve ser concluída ainda em junho.

Um novo e-book lançado pela Universidade de São Paulo (USP) em junho de 2026, intitulado 'Caminhos para a transição energética justa no Brasil', propõe uma abordagem integrada para a descarbonização do país, destacando a necessidade de conciliar a matriz energética já renovável com o desafio do desmatamento. A obra, organizada por pesquisadores renomados, alerta para os riscos de uma transição focada apenas em investimentos privados, que pode gerar conflitos territoriais e ampliar desigualdades socioeconômicas e ambientais.
O Conselho Nacional de Política Energética (CNPE) publicou no Diário Oficial da União uma resolução que estabelece novas metas para o RenovaBio, a política nacional de biocombustíveis. A medida visa aprofundar a descarbonização da matriz de transportes do país, atualizando os compromissos para os próximos anos e estimulando a produção e o consumo de biocombustíveis no Brasil.
O Brasil se posiciona para fortalecer sua liderança na transição energética global, impulsionado pela iminente "Lei do Combustível do Futuro". A nova legislação aprimora o RenovaBio, estabelecendo metas mais ambiciosas de descarbonização e introduzindo mandatos para o Combustível Sustentável de Aviação (SAF) e biodiesel, o que reforça a segurança energética e a sustentabilidade da matriz de transportes do país.
O Brasil planeja intensificar a exportação de energia elétrica para países do Cone Sul, como Argentina e Uruguai, impulsionando investimentos em infraestrutura de transmissão de alta tensão. A estratégia visa otimizar o excedente de sua matriz predominantemente renovável, oferecendo suprimento mais competitivo aos vizinhos, gerando receitas adicionais e fortalecendo a integração energética regional.
O Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) adotará, pela primeira vez, um plano para reduzir a geração de usinas de pequeno porte — como PCHs, eólicas e solares — para evitar a sobrecarga do Sistema Interligado Nacional (SIN) diante da crescente sobreoferta de energia renovável. A medida, que representa um marco na gestão da matriz energética brasileira, busca assegurar a segurança operacional, mas levanta preocupações sobre a viabilidade econômica de projetos e futuros investimentos no setor.
Um levantamento do Movimento Brasil Competitivo (MBC) revela que o Brasil perdeu R$ 9,3 bilhões em ganhos de competitividade energética em 2024, impulsionado pela alta de preços no mercado livre. Apesar do revés, a matriz elétrica nacional, majoritariamente renovável, ainda mantém vantagem estrutural sobre a média dos países da OCDE, que dependem mais de combustíveis fósseis.
O Ministério de Minas e Energia (MME) está com a Consulta Pública nº 222 aberta até 27 de junho de 2026 para coletar subsídios à minuta do Plano Nacional de Transição Energética (Plante). Este documento estratégico de longo prazo visa descarbonizar a matriz brasileira, consolidando diretrizes para a adaptação do setor energético às mudanças climáticas e inovações tecnológicas, e complementando o planejamento tradicional do país.